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Brasileiros compram casas na Europa

OM | Diversos, Economia, Europa | 15 de abril de 2013

Em meados dos anos 2000, europeus interessados em investir, passar férias ou passar a aposentadoria no outro lado do Atlântico chegaram a ser responsáveis por um terço das compras de imóveis novos em alguns Estados do nordeste brasileiro, como Ceará e Rio Grande do Norte. Agora, com o real valorizado e os preços dos imóveis na Europa pressionados pela crise no continente, alguns brasileiros estão começando a fazer o caminho contrário.
Um exemplo é a terapeuta floral Nair Diniz, de 70 anos. Natural de Belo Horizonte, Nair comprou em 2011 um apartamento no condomínio de luxo Palácio Estoril, em uma praia próxima a Lisboa, e hoje divide seu tempo entre o Brasil e Portugal, onde recebe os netos em suas férias.

“Passo seis meses lá (Portugal) e seis meses aqui (Belo Horizonte). Temos muitos amigos e já me sinto em casa em Portugal, até porque a cultura é muito parecida com a brasileira”, contou Nadir à BBC Brasil.

“A questão da segurança também é um atrativo. E se é verdade que a Europa sempre foi um lugar caro, recentemente o custo de vida no Brasil subiu muito, então a diferença entre o que gasto lá e aqui já não é tão grande”, diz.

O funcionário público aposentado Carlos Cabral concorda. “Gasto mais ou menos o mesmo no Brasil que em Portugal e aqui (Lisboa) consigo manter um estilo de vida parecido com o que levava no Brasil, indo a teatros, restaurantes e etc”, conta.

Carlos foi à Europa pela primeira vez em dezembro e decidiu a passar parte da aposentadoria na terra de Camões. Agora, ele está procurando um apartamento para comprar em Portugal com o dinheiro que deve receber de um processo trabalhista.

“Tomei essa decisão no ano passado, depois que consegui a cidadania portuguesa por ter família no país. Fiz as contas e vi que conseguiria viver aqui com minha pensão brasileira então pensei: Por que não? Agora, quero usar Portugal de ponto de partida para conhecer o resto da Europa.”

Por trás das histórias de Carlos e Nair há um fenômeno que está colocando os brasileiros no radar de agentes imobiliários em diversos pontos do globo.

Foi-se o tempo em que o sonho de quem começava a ascender na pirâmide social brasileira era uma casa à beira mar no Guarujá ou Búzios. A busca por segurança e preços mais baixos que os do superaquecido mercado imobiliário brasileiro nos últimos anos fez muitos se convencerem de que poderiam comprar uma segunda residência além das fronteiras brasileiras.

Destinos

Sem dúvida, Miami tornou-se o destino preferido desses brasileiros, principalmente em função de seus preços atrativos – e que chegaram a cair 50% com a crise.

Por volta de 2011, por exemplo, era relativamente fácil comprar um imóvel de 100 m² em Miami por menos de US$ 200 mil (R$ 380 mil) ou até menos de US$ 100 mil (R$ 190 mil), no caso de casas ocupadas por famílias que não puderam pagar suas hipotecas. Já em Ipanema – onde o valor do m² chega a R$ 17 mil – esses mesmos US$ 200 mil (R$ 380 mil) só seriam suficientes para pagar pela metragem de um quarto (22 m²).

Na época, segundo a Miami Association of Realtors, brasileiros foram responsáveis por 12% de todas as compras de imóveis em Miami. E ainda hoje esse é o principal alvo dos turistas residenciais do país.

Agora, porém, com os preços da Flórida se recuperando a uma média de 10% ao ano nos cálculos de Gabriela Duva, diretora da área internacional da imobiliária Coelho da Fonseca, também começa a crescer o número de interessados em outros destinos – entre eles a Europa.

“Esse movimento ainda é bastante inicial pois, a sensação que se tem é que a economia na Europa tem um ritmo mais lento do que a americana. Mas de fato temos percebido um início de interesse de alguns investidores brasileiros em olhar para o mercado europeu. Principalmente os que compraram imóveis na Flórida na baixa (dos preços dos imóveis) e já revenderam com grandes lucros”, diz Gabriela Haddad, da Hamoral Group que atua na venda de imóveis de luxo no Brasil e no exterior.

Na Coelho da Fonseca, Duva diz ter registrado um aumento de cerca 30% na procura por imóveis no velho continente nos últimos dois anos.

“A Europa é mais cara então acaba atraindo compradores com mais recursos. A questão é que até pouco tempo apenas os super-ricos pensavam em ter uma segunda residência na Itália, França, Portugal ou Espanha, e agora temos um espectro maior de interessados, que inclui, por exemplo investidores em busca de oportunidades criadas pela crise no continente”, conta.

Perfil dos interessados

Segundo consultores como Duva, Guilherme Grossman, da imobiliária Consultant, e Nuno Durão, da portuguesa Irglux, há pelo menos três perfis de brasileiros que estão se interessando em comprar imóveis na Europa.

Primeiro, investidores que acreditam que os preços no mercado de alguns países europeus estão em um patamar interessante e podem se valorizar quando a Europa começar a se recuperar da crise – à semelhança do que já vem acontecendo em Miami.

Segundo Duva, esse seria o caso de muitos dos interessados no mercado espanhol, que foram atraídos pelos descontos de até 60% provocados pela crise. Ainda há muita incerteza, porém, sobre se e quando a economia do país vai reagir – tornando os investimentos rentáveis.

“Por isso os brasileiros ainda estão apenas observando o que fazem outros investidores”, diz a consultora.

De fato. Segundo alguns cálculos, a Espanha teria hoje até 6 milhões de apartamentos vazios – muitos deles imóveis confiscados pelos bancos depois que seus proprietários não puderam honrar suas hipotecas.

De acordo com o Consejo General del Notariado (CGN), um total de 38.312 estrangeiros “não residentes” compraram imóveis na Espanha no ano passado aproveitando esses descontos – 30% a mais que em 2011.

Mas apesar de o número de brasileiros nesse grupo ter quadruplicado desde a crise de 2008, ainda é pouco expressivo. Em 2012, 25 brasileiros compraram imóveis na Espanha totalizando 6,2 milhões de euros (R$ 12,2 milhões), como mostra um levantamento feito pelo CGN.

Turismo residencial

O segundo perfil de brasileiros interessados em comprar imóveis na Europa inclui descendentes de europeus, que sempre quiseram manter um laço com o país ou região de sua família e agora, ao compararem os preços de imóveis europeus e brasileiros, acabam achando a possibilidade de adquirir uma segunda residência nesses lugares bem razoável.

Esse é o caso do engenheiro e empresário Hermes Loyola Costa, por exemplo, que ao viajar para a Espanha e Portugal para fazer turismo e visitar familiares decidiu começar a procurar um imóvel nesses países para passar uma temporada e ter uma base para, possivelmente, também investir em negócios na região.

“Vi que com 150 mil euros (R$ 389 mil) eu compro um bom apartamento de dois quartos no Porto”, diz Hermes. “A minha ideia é passar um tempo aqui para avaliar as possibilidades de investir nesse mercado. Sei que estão em crise, mas crise não dura a vida toda – e operar em momentos de crise é algo que nós, empresários brasileiros, tivemos de aprender a fazer bem.”

No terceiro grupo, estão famílias endinheiradas em busca de uma casa de veraneio ou aposentados interessados em dividir seu tempo entre Brasil e Europa.

É esse o caso de Nair e Carlos, que se dizem atraídos pelo “estilo de vida” de Portugal, a facilidade de acesso a outros países do continente e os custos de vida razoáveis se comparados com os brasileiros.

“Se até pouco tempo era comum ver portugueses aposentados comprando casas para passar o inverno português no nordeste brasileiro, cada vez mais são os aposentados brasileiros que estão atravessando o Atlântico”, diz Grossman.

Portugal

Portugal parece ter percebido esse interesse e é o pais europeu que mais tem se esforçado para explorar o potencial do mercado brasileiro.

Na esperança de vender alguns dos 10 mil imóveis desocupados do país, as agências imobiliárias portuguesas organizaram em dezembro, em parceria com a Câmara Portuguesa de Comércio e Indústria, a primeira Mostra de Imobiliário Português (MIP) no Brasil.

Esse primeiro evento ocorreu no Rio de Janeiro. E no mês que vem, outra feira semelhante será realizada em São Paulo. No segundo semestre, o governo português também quer fazer um road show por capitais brasileiras para promover o mercado imobiliário de seu país e dar informações para quem pretende comprar uma casa em Portugal para passar férias, investir ou se aposentar.

“Observamos que os brasileiros estavam ganhando muito peso no mercado americano e percebemos que, com informações e alguns incentivos, poderíamos captar parte desse interesse para os imóveis portugueses”, diz Marlene Fialho, gerente da Câmara Portuguesa de Comércio e Indústria do Rio de Janeiro.

Como resultados da feira no Rio, o banco português Caixa Geral de Depósitos diz estar negociando com 20 investidores brasileiros imóveis avaliados em um total de 55 milhões de euros (R$142 milhões). Grossman, da Consultant, que opera em Portugal, calcula ter fechado 10 negócios e estaria negociando com outros 200 potenciais compradores.

Uma das apostas do governo português para atrair os brasileiros é um visto de residência especial para investidores, que lhes daria livre circulação pelo espaço europeu e após ser estendido por 6 anos poderia ser usado para dar entrada em um pedido de cidadania.

E Portugal não é o único a apostar nessa estratégia. Um projeto semelhante também é estudado pela vizinha Espanha para resolver o seu problema de imóveis desocupados.

É claro que a compra de um imóvel no exterior implica em uma série de complicações e riscos. Consultores alertam, por exemplo, que antes de cada compra é preciso se informar sobre os impostos, taxas, custos de transações e legislações de cada país – e em uma Europa em crise a verdade é há poucas garantias que não haverão mudanças na regulamentação para o setor.

Também não está claro se e quando aqueles que estão comprando imóveis em países em crise, como a Espanha, poderão obter retornos interessantes para seus investimentos – como no caso de Miami. E para os que compram casa de veraneio vale lembrar que os custos de manutenção do imóvel em moeda estrangeira sempre estarão sujeitos a variações no câmbio.

Nair, por exemplo, confessa que não sabe avaliar se o imóvel que comprou será um bom investimento. “O que mais importa para mim é o que ganho em qualidade de vida”, diz.

Para comprar ou vendes imóveis acesse:
www.rogeriomoura.com

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Guns N’ Roses ameaça deixar palco, depois de receber vaias e copos do publico

OM | Europa | 5 de junho de 2012

Axl Rose

Axl Rose

A turnê do Guns N’ Roses pelo Reino Unido e pela Irlanda continua conturbada. Em apresentação na sexta-feira (1º) a banda ameaçou sair do palco porque o público jogava dinheiro e copos neles. A informação é do site “NME”.

“Se vocês jogarem alguma coisa no palco, vamos embora”, disse o baixista Tommy Stinson. Axl Rose, que saiu do palco várias vezes durante o show, endossou sua reclamação.

A banda atrasou 50 minutos para subir no palco, o que motivou muitos fãs a saírem da apresentação por volta da meia-noite, duas horas antes de a banda terminar de tocar.

No show do dia 29, os fãs deixaram a apresentação, que terminou três horas depois do previsto. No dia 31, quem apareceu com uma camiseta com foto do Slash –ex-guitarrista da banda– foi proibido de entrar.

 

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Monarquia britânica comemora o Jubileu de Diamante

OM | Europa | 2 de junho de 2012

Rainha está há 60 anos no trono britânico

Rainha está há 60 anos no trono britânico

A Grã-Bretanhadeu início, neste sábado, quatro dias de comemorações do jubileu de diamante da rainha Elizabeth 2ª, que completa 60 anos de reinado.

O primeiro evento comemorativo foi uma corrida de cavalos em Epsom, ao sul de Londres, precedida de uma cerimônia com o hino nacional britânico.

A rainha compareceu acompanhada de familiares, e tiros de canhão foram disparados em diversas cidades do Reino Unido – Londres, Edimburgo, Cardiff e Belfast – em homenagem ao jubileu.

Diversas festas de rua estão sendo planejadas no feriado, e o policiamento em Londres será reforçado com 6 mil guardas.

No domingo, uma frota de mil barcos fará um passeio real no rio Tâmisa. O passeio, que vem sendo planejado há dois anos e deve custar o equivalente a R$ 32 milhões, partirá às 11h30 locais (7h30 em Brasília) da ponte de Hammersmith, no oeste, e seguirá até Tower Bridge, no leste de Londres. Será acompanhado de milhares policiais, para garantir a segurança da rainha e dos demais participantes.

Na segunda-feira, um show de música com artistas como Shirley Bassey, Elton John e Jessie J será transmitido do palácio de Buckingham; e, na terça-feira, uma carruagem de 1902 buscará Elizabeth 2ª e seu marido, o duque de Edimburgo, em uma missa de ação de graças na Catedral de São Paulo.

O centro de Londres está todo decorado com bandeiras britânicas e lojas estão repletas de produtos associados à realeza. Algumas pesquisas de opinião indicam um aumento na aprovação popular da monarquia britânica por conta das comemorações.

Ao mesmo tempo, grupos republicanos vêm criticando os gastos do jubileu.

Marca histórica 

Carruagens (acima) e barcos ensaiaram na sexta para as comemorações do feriado

Elizabeth 2ª é rainha desde 1952, após a morte de seu pai, o rei George 6º. A marca de 60 anos de reinado é histórica e, até então, só havia sido completada pela rainha Victoria, que reinou de 1837 até sua morte, em 1901.

Elizabeth 2ª é chefe de Estado do Reino Unido e dos países da Commonwealth (entre eles, Austrália, Canadá, Jamaica e Nova Zelândia).

Como chefe de Estado, ela não tem poderes executivos ou legislativos, mas cabe a ela declarar de maneira protocolar quando o país está em estado de guerra ou paz, liderar as Forças Armadas, proclamar a dissolução do Parlamento e ratificar tratados internacionais, entre outras atribuições, como receber convidados estrangeiros e representar o país no exterior.

Mas sua importância é apontada também pelo fato de ser “um símbolo de unidade e orgulho nacional”.

Até agora, em seu reinado, Elizabeth viajou a 116 países, em 261 visitas oficiais. Seus 60 anos no trono foram marcados por diversos acontecimentos históricos, como a Guerra Fria e a queda do Muro de Berlim e do bloco comunista europeu; seu país esteve envolvido nas guerras das Malvinas (1982), do Iraque e do Afeganistão e foi alvo de atentados do IRA (Exército Republicano Irlandês) e de extremistas islâmicos, que detonaram bombas no sistema de transporte londrino em 2005.

Em 1997, a monarquia foi profundamente afetada pela morte da princesa Diana, mas viu sua popularidade crescer no ano passado, com o casamento do príncipe William e Kate Middleton.

Toda Londres, incluindo a casa do premiê (acima), está decorada para o jubileu

No campo cultural, o reinado foi marcado pela explosão de movimentos musicais como a “beatlemania” e o movimento punk, que mudaram para sempre os rumos da música.

No futebol, a Inglaterra conquistou sua única Copa do Mundo, em 1966.

Feriado

Uma associação de operadoras de trens calcula que esse meio de transporte levará a Londres 500 mil visitantes para os quatro dias de comemorações do jubileu.

Ao mesmo tempo, o feriado prolongado estimulou muitos a deixarem a capital britânica – cerca de 4 milhões de britânicos devem viajar pelo país, e outros 2 milhões para o exterior.

Só no final de semana, o aeroporto de Heathrow deve receber 410 mil passageiros – num dia normal, são 95 mil.

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Visite os pontos históricos de Londres indo de metrô

OM | Diversos, Europa | 16 de maio de 2012

Metrô de Londres

Quer fazer turismo em Londres ai vai algumas dicas, a sua primeira estação deve ser Westminster. Saindo do underground (metrô) , você já dá de cara com a torre do Big Ben e o Parlamento Inglês. Se virar à esquerda, verá o rio Tâmisa e a London Eye. À esquerda do parlamento está a Abadia de Westminster, onde o príncipe William casou com Kate Middleton no ano passado e onde são feitas as coroações da família real.

Abadia de Westminster

Da estação de Green Park, você chega ao parque de mesmo nome que fica ao lado do palácio de Buckingham, residência oficial da rainha Elisabete II. Do outro lado está o Palácio de St. James, o mais antigo da monarquia, onde é o escritório dos príncipes Harry e Willliam e a Clarence House, residência oficial do príncipe Charles.

Palácio de Buckingham

Para chegar a outro palácio famoso de Londres, o Kensington, onde a princesa Diana viveu e hoje é a residência em Londres de Kate e William, as melhores estações são High Street Kensington ou Queensway.

Outra estação importante nesse roteiro é a Tower Hill. De lá, você chega à Tower Bridge, a ponte mais charmosa de Londres. Construída em 1894 por causa do crescimento da zona leste da capital, é um dos cartões postais da cidade. Ao lado da ponte está a Torre de Londres, que foi palácio de grandes reis, prisão e local de execuções. Lá também fica a preciosa coleção de joias da monarquia britânica.

Tower Bridge

A estação St. Paul’s dá acesso à catedral de St. Paul, onde a princesa Diana casou com o príncipe Charles na década de 80. A igreja é um marco na arquitetura de Londres e do topo dela é possível ter uma visão incrível da cidade. Da catedral, você pode atravessar a ponte do milênio sobre o rio Tâmisa e chegar ao museu de arte moderna Tate Modern.

Catedral de St. Pauls

Outras estações importantes que dão acesso aos principais museus da cidade são Holborn, para o British Museum, South Kensington, para o Science, Natural History e Victoria and Albert Museums, e Charing Cross, para o National Gallery Museum. O National Gallery fica na famosa Trafalgar Square onde acontecem vários eventos londrinos e onde está o relógio com o “count down” para as Olimpíadas.

Museu da História Natura em Londres

O maior detetive da literatura, Sherlock Holmes, tem sua própria estação de metrô, a Baker Street. Ela fica bem perto do museu do Sherlock Holmes e também do Madame Tussaud, o museu de cera de Londres. E se você quer tirar uma foto na famosa Abbey Road, onde os Beatles fizeram a capa do disco, a estação certa é a St. Johns Wood. A faixa de pedestres mais famosa do mundo fica a cinco minutos a pé de lá.

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Heathrow um dos maiores aeroporto do mundo, está em situação caótica

OM | Diversos, Europa | 3 de maio de 2012

Os ingleses estão preocupados com a quantidade de gente que chega a Londres. O aeroporto principal, o Heathrow, não está dando conta.

Os passageiros ficam mais de uma hora e meia na fila.O ministro responsável por esse setor foi ao aeroporto na terça-feira (1º), esteve no controle de passaportes e disse que vai reforçar a equipe. Mas reconheceu que como está não pode ficar.

Chamar mais funcionários vai custar caro. O governo quer empurrar parte da conta para as companhias aéreas. As empresas já disseram que não pagam.

Tudo isso acontece no maior aeroporto da Europa, com conexões para todo o continente.

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País de Gales: descubra o que faz deste destino especial

OM | Cultura, Europa | 2 de maio de 2012

País de Gales berço da cultura celta e dos primeiros poemas sobre a lenda de rei Arthur.

País de Gales berço da cultura celta e dos primeiros poemas sobre a lenda de rei Arthur.

Berço da cultura celta e dos primeiros poemas sobre a lenda de rei Arthur são somente duas das características marcantes de Wales ou País de Gales, um destino muito charmoso, mas pouco explorado na Europa que conserva até os dias de hoje sua própria língua: o Welsh (galês) e onde os arranha-céus são montanhas com mais de 470 milhões de anos.

Localizado no lado oeste do Reino Unido e com uma população de 3 milhões de habitantes, Wales conta com três parques nacionais: Brecon Beacons, Snowdonia e Pembrokeshire Coast, juntos eles ocupam 20% da área total do País e garantem belos cenários para todos os tipos de turista.

Brecon Beacons fica no coração do País e tem como atração as enormes montanhas, proporcionando vistas incríveis para o turista que gosta de escaladas. Rios cristalinos e ovelhas fazem parte do cenário também composto por pequenas e charmosas vilas galesas.

Entre elas está a vila de Powys onde é possível encontrar pubs típicos da região como o Penn y Cay Inn. O cardápio enxuto e pratos básicos da culinária local, como pato ao molho de maracujá ou o peixe pescado do dia com chips, são muito saborosos e com aquele gosto de caseiro, feito na hora. A carta de vinhos é vasta e o ambiente é aconchegante. No térreo existem sofás num cômodo que mais lembra uma sala de estar e mesas no lado de fora que são usadas nos dias mais quentes durante o happy hour ou para um drink antes da refeição. O andar superior é reservado para almoço e jantar. A coleção de diversas pinturas nas paredes do restaurante é admirável e o orgulho do proprietário que adquire uma nova obra como souvenir de cada lugar no mundo que passa.

A atração imperdível da região é a visita nas cavernas Dan-yr-Ogof. O local é hoje um parque com café, restaurante e réplicas de dinossauros espalhadas pelo lugar fazendo a alegria da criançada. As cavernas têm em torno de 300 milhões de anos e foram descobertas em 1912 por dois irmãos mineradores. Diferentes formas e cores de pedras são encontradas além de formações raras de estalactites e estalagmites. O ponto alto do passeio é a passagem por trás de uma cachoeira de mais de dez mil metros de altura. Uma experiência única e mágica.

Andar a cavalo neste Parque Nacional é divertido e relaxante, inúmeros B & B´s (Bed and Breakfast – pequenas acomodações muito populares na Europa onde geralmente o turista se hospeda na casa do proprietário, num quarto privado e com café da manhã incluso no preço.Em Brecon Beacons a média de preço é de 60 libras por noite) oferecem lições e depois um passeio pelo parque com um guia local. No passeio o turista cavalga por diferentes campos de trigo e outras plantações e montanhas, passando por típicas vilas galesas com casas de pedra e ovelhas, muitas ovelhas. O povo local costuma brincar que enquanto nas cidades o trânsito é formado por carros, ônibus e motos, em Wales só existe trânsito quando as ovelhas estão se locomovendo de um lugar para o outro.

O Parque Nacional de Snowdonia fica localizado no norte do País e recebe este nome graças a montanha deSnowdon, que com seus 1.085 metros leva o título de pico mais alto de Wales e da Inglaterra. Este parque é a região onde a língua local está mais conservada, metade da população de 26.000 habitantes fala o galês, é possível ouvir o curioso e indecifrável idioma em qualquer vila.

Além das montanhas, a região também abriga mais de cem lagos, entre eles está o Bala Lake ou Llyn Tegid em galês que significa “lago da serenidade”, com 4 quilômetros de comprimento e uma milha de largura, este é o maior lago do País e foi formado por geleiras, a água é bem fria e poucas pessoas se arriscam a nadar, mas mesmo sem nadar, a exuberante paisagem vale o passeio e um piquenique na beira do lago.

Assim como em Brecon Beacons e em Pembrokeshire Coast, as acomodações em Snowdonia são principalmente osBed & Breakfast, no entanto, este conceito de acomodação ganhou versões chiques em Snowdonia que lembram hotéis boutiques cinco estrelas.

Um deles é o Tan Y Foel. O casarão datado do século XIV disponibiliza suítes super confortáveis e com estilo contemporâneo. A comida é o ponto forte do B&B. A chef e proprietária Janet Pitman é membro do The Master Chefsda Grã Bretanha e prepara pessoalmente e sozinha as refeições, por isso, o hóspede deve avisar com antecedência se pretende comer no local. O cardápio conta com três pratos que mudam diariamente e não atendem vegetarianos, são eles: cordeiro, robalo e filé. Os acompanhamentos são frescos e selecionados na propriedade, Janet possui uma estufa de 30 metros para produção de ervas e vegetais.

Uma das atrações de Snowdonia é o passeio pela locomotiva local, a Ferrovia Talylly que funciona há 60 anos e percorre 11 quilômetros passando por vales e montanhas. No fim do passeio os turistas podem checar o museu da locomotiva, comprar souvenirs e tomar um chá ou café na cafeteria local.

Outra atração exclusiva da região é o Labirinto do rei Arthur. Lá o passeio é de barco por cavernas seculares. Um guia local conta histórias do rei Arthur e outras lendas galesas. A atração funciona diariamente das 10 da manhã ás 5 da tarde.

O último, mas não menos importante e bonito do que os outros parques que deixei para falar é o de Pembrokeshire Coast. Localizado no sudoeste do País é em Pembrokeshire que está a cidade medieval de Tendy, popular entre turistas de todo Reino Unido e da Europa. Os prédios coloridos e de arquitetura vitoriana ficam no alto de uma montanha e permitem acesso a três belas praias de areias douradas e mar turquesa, são elas: South Beach, Castle Beach e North Beach. Além da beleza natural e da atmosfera antiga e charmosa da Tendy, o turista encontra no mercado de Narbeth lojas dos estilistas mais famosos do mundo da moda. Não é a toa que ano após ano os turistas acabam voltando para passar férias nessa pequena e charmosa cidade medieval cercada por muralhas.

Além de Tendy existem outras belas praias neste parque nacional que fica totalmente na costa do País de Gales, como a ilha de Cardigan ou a praia de Aberporth, lugares em que o turista chega de barco e pode facilmente ver golfinhos. Os esportes aquáticos como surf e caiaque são praticados na maioria das praias onde é possível alugar equipamento e fazer aulas. Só não esqueça sua roupa de borracha para entrar no mar gelado!

Além dos B&B´s, Pembrokeshire conta com outras diversas formas de acomodação atendendo a todos tamanhos de carteiras, desde hotéis cinco estrelas a caravan parks e campings.

Os três parques nacionais em Wales são destinos pacatos e charmosos. Ideal para férias românticas ou familiares. Longas caminhadas, piqueniques, mergulhos e banho de sol numa paisagem de tirar o fôlego, garantem uma viagem relaxante e próxima da natureza.

Janinne Veloso
Jornalista
londonjanis

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Prédios comerciais da França são obrigados a apagar as luzes a noite

OM | Diversos, Europa | 6 de abril de 2012

Luzes externas de prédios não residenciais terão de ser apagadas durante a madrugada

Luzes externas de prédios não residenciais terão de ser apagadas durante a madrugada

 

A partir de 1° de julho vai entrar em vigor na França uma lei que obriga todos os prédios comerciais do país a apagarem as luzes das suas fachadas no período entre 1h e 6h da manhã para economizar energia.

As vitrines de lojas, painéis luminosos na fachada e até mesmo a iluminação interna que pode ser vista do exterior deverão ficar apagadas durante a madrugada.

O decreto que institui a medida deverá ser publicado nos próximos dias.

Pelos cálculos do governo, a iniciativa deverá representar uma economia de energia equivalente ao consumo anual de eletricidade de 260 mil lares na França, o que representaria 170 milhões de euros.

O governo francês fixou a meta de reduzir o consumo de energia em 17% no país até 2020, e a iniciativa de apagar as luzes externas de prédios não residenciais é uma das ações para atingir esse objetivo.

‘Toque de recolher’

Paris, também conhecida como a “cidade luz”, ficará bem menos iluminada à noite. Alguns jornais franceses chamam a medida de “toque de recolher”.

Lojistas e profissionais do turismo, que afirmam estar em discussão com o governo há mais de um ano sobre a questão, ainda esperam que a lei estipule algumas exceções.

“Esperamos que possa haver autorizações em relação a algumas áreas geográficas e também em certos períodos do ano, como o Natal”, diz Claude Ville, presidente de uma associação que reúne grandes lojas, como a Galeries Lafayette ou a C&A.

A medida, segundo a imprensa francesa, preocupa os lojistas de áreas turísticas, como a Champs-Elysées, em Paris.

Na avenida Montaigne, próxima à Champs-Elysées, onde estão reunidas as lojas das grifes de alto luxo, a lei também não agrada.

“Apagar as luzes à 1h da manhã é problemático não só em termos de visibilidade das marcas, mas também em relação à segurança das lojas”, diz Jean-Claude Cathalan, representante dos lojistas da avenida Montaigne.

Poluição visual

Até o momento, o governo francês não afirmou se poderiam existir exceções à lei.

O governo diz ainda que a medida também permitirá lutar contra a poluição visual nas cidades.

A iniciativa já foi testada há dois meses em Nice, no sul da França, com sucesso.

Em razão da forte onda de frio que assolou a França em janeiro e que aumentou consideravelmente o consumo de energia elétrica, o comércio de Nice foi obrigado a apagar a luzes e painéis luminosos das fachadas durante dez dias para evitar blecautes.

A medida permitiu, segundo a imprensa francesa, reduzir em 30% o consumo de energia da cidade nesse curto período.

Além de lojistas, os fabricantes de materiais de iluminação também contestam o decreto, afirmando que o maior consumo de energia ocorre durante o dia, com o uso de computadores e de lâmpadas em escritórios.

O governo francês diz que a crise nuclear em Fukushima, no ano passado, e o cenário constante de alta dos preços do petróleo estão levando os países a refletir sobre seu modelo energético e a buscar economias de energia.

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Os europeus são as pessoas que mais consomem bebidas alcoólicas no mundo

OM | Diversos, Europa | 28 de março de 2012

Os europeus são as pessoas que mais consomem bebidas alcoólicas no mundo, com uma média de 12,5 litros de álcool por ano ou quase três taças de vinho por dia, de acordo com um estudo da Organização Mundial da Saúde e da Comissão Europeia.

Mas enquanto o título de maiores beberrões do mundo vai para a União Europeia como um todo, onde o consumo de álcool é quase o dobro da média mundial, existem grandes variações entre as subregiões da Europa, assim como diferenças em quando, onde e com que frequência as pessoas bebem.

Os maiores consumidores de álcool estão nas regiões leste e centro-leste da Europa -consumindo 14,5 litros de álcool por adulto por ano, ante 12,4 litros na Europa ocidental e centro-ocidental, 11,2 litros no sul europeu e 10,4 litros nos países nórdicos.

Mas o estudo revelou um cenário diferente quando analisou estes dados comparados com indicados da chamada bebida perigosa -como beber fora das refeições e beber em lugares públicos e irregulares.

Nesse contexto, os países nórdicos sobem na escala com 2,8 pontos numa escala em que 1 é o menos prejudicial e 5 é o mais prejudicial. O leste europeu e o centro-leste lideram a lista, com 2,9 pontos.

O estudo também afirmou que existem mais de 40 doenças relacionadas com o consumo de álcool, incluindo o alcoolismo, pancreatite alcoólica e até envenenamento com álcool. Também foram destacados problemas agravados pelo uso de álcool, como lesões e mortes ocorridas em acidentes de carro e as doenças cardíacas e o câncer.

No mundo todo cerca de 2,5 milhões de pessoas morrem todos os anos em consequência do uso de álcool, o que representa 3,8 por cento de todas as mortes, de acordo com a OMS.

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