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Filho de Paul McCartney diz que formaria uma banda com os filhos de outros Beatles.

OM | Cultura, Diversos | 6 de abril de 2012

Às vésperas de lançar sua carreira musical, o filho de Paul McCartney, James, disse, em entrevista à BBC, que aceitaria formar uma banda com filhos de outros Beatles.

O compositor de 34 anos de idade faz um show nesta terça-feira no tradicional Cavern Club de Liverpool, onde os Beatles saltaram para a fama, e outro em Dublin antes de embarcar para uma turnê americana.

James já tocou em dois álbuns de Paul, que produziu os dois EPs do filho, em parte gravados nos estúdios de Abbey Road.

Leia abaixo a entrevista ao repórter Ian Youngs:

BBC: O que você acharia de formar The Beatles – A Próxima Geração, com Sean Lennon, Dhani Harrison e Zak Starkey (filho de Ringo Starr)?

James McCartney: Não acho que seja algo que Zak gostaria de fazer. Talvez o Jason (outro filho de Ringo, também baterista) topasse. Eu estaria disposto. O Sean parece topar, o Dhani também. Eu ficaria feliz de tentar.

BBC: Vocês já discutiram a ideia?

JMC: Sim, um pouco.

BBC: Você acha que isso pode acontecer?

JMC: Sim, claro, espero. Mas não tenho certeza, teremos que esperar e ver. A vontade de Deus, o apoio da natureza, suponho eu. Portanto, sim, talvez.

BBC: Você tinha vontade de tocar no Cavern, no mesmo lugar onde tudo começou para seu pai?

JMC: Sim, acho que sim. Simplesmente abraçar a herança dos Beatles em vez de fugir dela.

BBC: Quando você começou a tocar, usava o nome de Light (luz em inglês). Era uma tentativa de esconder sua identidade?

JMC: Na verdade, não. Eu era simplesmente mais inclinado a ter um nome de banda que fosse rock´n roll e espiritual. “E agora, Light!”. Era isso que eu tinha em mente, caso algum dia chegasse a tocar no estádio de Wembley.

Acho que a luz é um tema recorrente nas religiões na espiritualidade. Os hindus cultuam a luz, que é algo visto como divino e espiritual.

BBC: Você sempre quis ser músico?

JMC: Sim, quando cheguei a uma certa idade, percebi que era um pouco melhor que os outros garotos na escola com a guitarra e passei a me orgulhar e gostar disso.

Na época eu sonhava em ser melhor que os Beatles. Não sei se conseguiria. Gostaria de chegar ao mesmo nível, mas mesmo isso é bem difícil.

BBC: Como você se sente quando as pessoas o comparam ao seu pai?

JMC: Acho que é ótimo, uma honra. Não acho que eu seja tão bom como os Beatles ou meu pai, mas eles são, indiscutivelmente, influências.

BBC: Ajuda ou atrapalha ter o sobrenome McCartney?

JMC: É uma ajuda. Pode ser difícil às vezes encarar sozinho, mas acima de tudo, ajuda.

BBC: Como é trabalhar com seu pai, além de ter um relacionamento familiar?

JMC: É incrível. Algumas vezes no passado, há alguns anos, podia ser difícil, tenso, como qualquer família. No entanto, mais do que isso, é lindo.

Ele é um gênio, está além de ser gênio e é uma grande inspiração. Muito intelectual e obviamente maravilhoso no que faz, portanto é muito divertido. Ele me ajuda a me sintonizar comigo mesmo e ser a melhor pessoa que posso ser.

BBC: Qual foi o papel dele como co-produtor?

JMC: Apenas me dirigir e ter algumas idéias sobre quais instrumentos deveríamos colocar ou me encorajar a cantar um pouco melhor, ou gravar novamente algo. Também com os arranjos e a estrutura das canções e a mixagem. O processo todo.

BBC: Seu pai tentou dissuadi-lo da carreira musical?

JMC: Não, de forma alguma. Ele incentiva bastante.

BBC: Quando você estava crescendo, e que momento percebeu que seu pai era famoso?

JMC: Sempre percebi isso, quando havia fãs por perto que pediam autógrafos e, às vezes, eles pediam até o meu. Eu negava porque meus pais nos estimulavam a tentar viver uma vida mais privada. OM Londres o seu Portal em Língua portuguesa em Londres

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Amplificador usado pelos Beatles vai a leilão

OM | Cultura, Diversos | 1 de dezembro de 2011

Um amplificador usado por George Harrison durante sessões de gravação para os álbuns dos Beatles “Revolver” e “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band” deverá arrecadar entre 50 e 70 mil libras (80 e 110 mil dólares) em um leilão no mês que vem.

O raro set de amplificador Vox UL730 será oferecido pela Bonhams, de Londres, no dia 15 de dezembro.

De acordo com a casa de leilões, a conexão de amplificador com o “Fab Four” foi descoberta apenas recentemente, quando um engenheiro que foi consertá-lo percebeu o nome “George Harrison” arranhado no chassis.

Pesquisas realizadas depois indicaram que o amplificador pertenceu a Harrison, guitarrista dos Beatles, morto em 2001.

“Pouquíssimos amplificadores usados pelos Beatles já foram a leilão, e encontrar um usado em dois álbuns tão significativos é verdadeiramente raro e excitante”, disse Stephen Maycock, consultor da Bonhams.

 

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Stella McCartney e Alexander McQueen apresentarão coleções em Londres

OM | Diversos | 25 de novembro de 2011

A estilista britânica Stella McCartney e a grife do falecido Alexander McQueen apresentarão coleções na Semana de Moda de Londres, em fevereiro, embora em ambos os casos serão mantidas suas primeiras marcas na passarela de Paris.

O Conselho da Moda Britânica (BFC, em inglês), anunciou nesta semana que McCartney, de 40 anos, apresentará uma coleção especial no dia 18 de fevereiro para “celebrar Londres” no ano dos Jogos Olímpicos.

A filha do ex-Beatle Paul McCartney já está envolvida no evento olímpico porque participou da criação do uniforme dos atletas britânicos no grande evento esportivo, e supervisionou o desenho dos uniformes para as cerimônias de inauguração e de encerramento.

O desfile da estilista, que até agora mostrou na capital britânica apenas a linha de roupas e calçados que desenha para a marca esportiva Adidas, será uma estreia.

Desde que se apresentou pela primeira vez em 1997 à frente da marca francesa Chloé, que abandonou em 2001 para criar sua própria marca dentro da Gucci, Stella McCartney sempre expôs suas criações em Paris, e por enquanto não deixará de fazê-lo.

Impulsionada pelo sucesso do vestido de noiva da princesa Kate e pela exposição que o Museu Metropolitan de Nova York dedicou este ano ao estilista falecido em 2010, a casa Alexander McQueen também estreará em Londres com a proposta para o outono/inverno de sua segunda marca, McQ.

Como no caso de McCartney, o desfile de McQ coincidirá com a abertura de uma loja da marca na capital britânica.

Estas duas escalações, que se somam à volta estelar há dois anos da Burberry, são uma boa notícia para a passarela de Londres, a mais prejudicada por uma possível mudança de calendário das principais semanas de moda do mundo no outono de 2012, que poderia fazer com que suas datas coincidissem com as da mais prestigiada passarela, a de Milão.

 

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Versão alterada de capa de disco dos Beatles é eleita a mais rara do mundo

OM | Cultura, Diversos, Mundo | 5 de novembro de 2011

Uma versão da capa do disco Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band, dos Beatles, com fotografias de executivos no lugar dos músicos foi eleita por uma revista especializada a mais rara do mundo.

A arte adaptada vale cerca de 70 mil libras (cerca de R$ 194 mil), de acordo com a revista Record Collector, que elaborou uma lista com as dez capas de disco mais raras do mundo.

A capa original, criada pelo artista pop britânico Peter Blake, foi alterada para substituir os Beatles e as personalidades que aparecem na foto pelos rostos dos executivos do selo Capitol, responsável por lançar os discos da banda nos Estados Unidos.

A versão, que possui cerca de cem cópias, foi criada para comemorar o sucesso de vendas do disco para o Natal de 1967 (ele havia sido lançado em junho daquele ano).

Cinco capas de discos dos Beatles estão entre as “dez mais” da Record Collector.

Em segundo lugar, valendo 7 mil libras, estão as dez primeiras cópias numeradas do disco conhecido como “Álbum Branco”, de 1968.

Nessas cópias, o nome da banda de Liverpool aparece em alto relevo sobre a capa branca do LP, criada pelo artista pop Richard Hamilton, junto de um número de série.

Lições de espanhol

Em terceiro lugar na lista, estão duas capas criadas pelo artista americano Andy Warhol. As artes feitas para os dois volumes do disco de lições de espanhol Madrigal’s Magic Key To Spanish, de 1953, e dos programas de rádio The Nation’s Nightmare, de 1951, valem 3,5 mil libras e 3 mil libras, respectivamente.

Em quarto lugar na lista da Record Collector, está a capa do disco Introducing… The Beatles, lançado nos EUA em janeiro de 1964. Em quinto, aparece a capa da coletânea Jolly What! England’s Greatest Recording Stars: The Beatles and Frank Ifield on Stage, lançado nos EUA em 1964.

O disco, que contém apresentações ao vivo dos Beatles e do cantor britânico Frank Ifield, vale 3 mil libras, segundo a revista.

Capa polêmica

Em sexto e sétimo lugares, aparecem, respectivamente, as capas dos discos Tinkerbell’s Fairydust, de 1969, da banda inglesa de mesmo nome, e 12 Of The Best (1978), da banda australiana AC/DC.

Os Beatles também aparecem em oitavo lugar, com a capa criada para a coletânea Yesterday and Today, de 1966.

A arte, que mostrava os quatro integrantes da banda posando com bonecas desmembradas e pedaços de carne, causou polêmica e foi rapidamente retirada do mercado americano. Segundo a revista, a capa vale hoje 2 mil libras.

Em nono lugar da lista, está a arte do LP Dark Round The Edges (1972), da banda inglesa Dark. Em décimo, aparece Hank Mobley (1957), do saxofonista americano de mesmo nome.

O criador da lista, Ian Shirley, afirma que, embora um estado perfeito de conservação do vinil e dos encartes seja vital para assegurar um valor máximo de venda para um disco, a numeração da capa do álbum é sempre a “principal atração” dos itens.

“O apetite para colecionar números de série baixos continua intacta entre os fãs de Beatles”, diz Shirley, que também é editor do guia de discos raros Rare Record Price Guide 2012.

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Musical dos Beatles inspirado no filme Backbeat estreia em Londres em outubro

OM | Cultura | 4 de agosto de 2011

Um dos filmes mais aclamados sobre a trajetória dos Beatles vai migrar para os palcos. Backbeat: Os cinco rapazes de Liverpool, lançado em 1994, inspirou um musical que estreia em outubro no West End londrino. Assim como o longa, o espetáculo vai retomar o início da carreira dos Beatles, com direito a abordar a seminal turnê por Hamburgo e o romance do ex-baixista Stuart Sutcliffe e a fotógrafa Astrid Kirchherr.

“Backbeat vai permitir que as pessoas experimentem o nascimento dos Beatles. O espetáculo conta uma história que muitos fãs de música podem não conhecer, com uma trilha musical que define o início da década de 60″, explica Karl Sydow, produtor da peça. Canções como Twist & shout, Rock ′n` roll music, Long tall Sally, Please Mr. Postman e Money, que marcaram os fãs do filme por serem interpretadas por um supergrupo batizado Backbeat Band formado por músicos do Nirvana, Afghan Whigs, R.E.M. e Sonic Youth. As informações são do semanário NME.

 

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Começou a venda de ingressos para os shows que Ringo Starr fará pelo Brasil

OM | Brasil | 19 de julho de 2011

Começou segunda-feira a venda de ingressos para os shows que Ringo Starr fará pelo Brasil em novembro. Vindo ao país pela primeira vez, o músico irá se apresentar em Porto Alegre, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília e Recife.

Apenas os ingressos para a apresentação em Recife ainda não podem ser comprados. A venda para o show único na capital pernambucana terá início no dia 25.

Os ingressos estão sendo vendidos pelo site Tickets for Fun, pelo telefone (4003-5588), em pontos de venda e em bilheterias oficiais. Confira a lista de pontos de venda no site.

Em São Paulo, Ringo fará duas apresentações dias 12 e 13 no Credicard Hall. Os ingressos para ver o ex-beatle na capital paulista custam de R$ 130 (visão parcial) a R$ 800 (cadeira platinum, disponível apenas na segunda apresentação)

Confira abaixo as datas da turnê completa de Ringo Starr no Brasil:

PORTO ALEGRE

QUANDO 10 de novembro
ONDE Ginásio do Gigantinho (R. Padre Cacique, 891)
QUANTO de R$ 150 a R$ 300

SÃO PAULO

QUANDO 12 e 13 de novembro
ONDE Credicard Hall (Av. das Nações Unidas, 17.981)
QUANTO de R$ 130 a R$ 800

RIO DE JANEIRO

QUANDO 15 de novembro
ONDE Citibank Hall (Av. Ayrton Senna, 3000)
QUANTO de R$ 200 a R$ 500

BELO HORIZONTE

QUANDO 16 de novembro
ONDE Chevrolet Hall (Av. Nossa Senhora do Carmo, 230)
QUANTO de R$ 160 a R$ 240

BRASÍLIA

QUANDO 18 de novembro
ONDE Ginásio Centro de Convenções Ulysses Guimarães
QUANTO de R$ 150 a R$ 1.000

RECIFE

QUANDO 20 de novembro
ONDE Chevrolet Hall (Rua Agamenon Magalhães s/nº)
QUANTO de R$ 180 a R$ 2.000

 

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Jogos Olímpicos de Londres arrancam ao som dos Beatles

OM | Esporte | 17 de julho de 2011

Os Jogos Olímpicos de Londres podem ter um início inesquecível, com os dois Beatles vivos e os filhos de John Lennon e George Harrison a atuarem na cerimónia de abertura, noticiou, o jornal inglês “The Sun”.

“Paul McCartney tem conversado com os organizadores a quem afirmou que gostava de estar envolvido, de alguma forma, na abertura dos jogos”, disse uma fonte ao jornal.

A mesma fonte referiu que “os organizadores querem que os Beatles apareçam, em palco, com outros artistas britânicos e Ringo para tornar o evento especial.”

McCartney, ao ser entrevistado para um canal de televisão, fez um aceno positivo sobre a possibilidade a aparecer nos Jogos de Londres, mas foi comedido: “ouvi rumores sobre isso”.

Paul e Ringo já tocaram juntos algumas vezes após o fim dos Beatles e, em 2009, estiveram no palco da Microsoft para apresentar um videogame inspirado na banda.

No aniversário de 70 anos de Ringo, em 2010, Paul subiu ao palco para tocar “Birthday”, do Álbum Branco.

Lennon deixou dois filhos, Julian e Sean, que também optaram pela carreira musical, apesar do segundo ter alcançado mais êxito.

Julian teve um dos maiores sucessos dos Beatles, “Hey Jude”, escrito em sua homenagem. O filho de George, Dhani Harrison, também é músico.

 

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Álbum autografado por John Lennon é vendido por £ 23,7 mil em leilão milionário em Londres

OM | Sem categoria | 16 de junho de 2011

Uma cópia do álbum Double fantasy, autografada poucas horas antes da morte de John Lennon, foi vendida por £ 23,7 mil (R$ 61,1 mil) num leilão em Londres. O disco foi um dos ítens ligados à história do rock que foram à leilão nesta terça-feira, alcançando um total de £ 500 mil (R$ 1,29 milhão) em vendas. Uma guitarra usada por Pete Townshend, do The Who, durante a turnê americana do disco Quadrophenia, entre 1973 e 1974, saiu por £ 31,2 (R$ 80,5 mil) e um bumbo de Dave Grohl destruído por Kurt Cobain durante um show em 1991 foi vendido por £ 8,1 mil (R$ 20,9 mil).

Leia mais sobre os Beatles

O leilão deu uma indicação de que lendas do rock se valorizam mais com o tempo do que ídolos pop. Enquanto um salto plataforma da ex-Spice Girl Geri Halliwell foi comprado por £ 500 (R$ 1,29 mil), um par de botas de couro de Jimi Hendrix saiu por £ 9,3 mil (R$ 24,2 mil). Uma jaqueta verde de Marc Bolan, do T-Rex, foi vendida por £ 9,3 mil (R$ 24,2 mil) e um cartão assinado por Paul McCartney, saiu a £ 1,2 mil (R$ 3,2 mil).

Esta semana, um leilão ainda mais aguardado terá entre seus itens a jaqueta vermelha usada por Michael Jackson no clipe Thriller. Espera-se que ela seja vendida por algum valor entre US$ 200 mil e US$ 400 mil.

 

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