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Brasileiros compram casas na Europa

OM | Diversos, Economia, Europa | 15 de abril de 2013

Em meados dos anos 2000, europeus interessados em investir, passar férias ou passar a aposentadoria no outro lado do Atlântico chegaram a ser responsáveis por um terço das compras de imóveis novos em alguns Estados do nordeste brasileiro, como Ceará e Rio Grande do Norte. Agora, com o real valorizado e os preços dos imóveis na Europa pressionados pela crise no continente, alguns brasileiros estão começando a fazer o caminho contrário.
Um exemplo é a terapeuta floral Nair Diniz, de 70 anos. Natural de Belo Horizonte, Nair comprou em 2011 um apartamento no condomínio de luxo Palácio Estoril, em uma praia próxima a Lisboa, e hoje divide seu tempo entre o Brasil e Portugal, onde recebe os netos em suas férias.

“Passo seis meses lá (Portugal) e seis meses aqui (Belo Horizonte). Temos muitos amigos e já me sinto em casa em Portugal, até porque a cultura é muito parecida com a brasileira”, contou Nadir à BBC Brasil.

“A questão da segurança também é um atrativo. E se é verdade que a Europa sempre foi um lugar caro, recentemente o custo de vida no Brasil subiu muito, então a diferença entre o que gasto lá e aqui já não é tão grande”, diz.

O funcionário público aposentado Carlos Cabral concorda. “Gasto mais ou menos o mesmo no Brasil que em Portugal e aqui (Lisboa) consigo manter um estilo de vida parecido com o que levava no Brasil, indo a teatros, restaurantes e etc”, conta.

Carlos foi à Europa pela primeira vez em dezembro e decidiu a passar parte da aposentadoria na terra de Camões. Agora, ele está procurando um apartamento para comprar em Portugal com o dinheiro que deve receber de um processo trabalhista.

“Tomei essa decisão no ano passado, depois que consegui a cidadania portuguesa por ter família no país. Fiz as contas e vi que conseguiria viver aqui com minha pensão brasileira então pensei: Por que não? Agora, quero usar Portugal de ponto de partida para conhecer o resto da Europa.”

Por trás das histórias de Carlos e Nair há um fenômeno que está colocando os brasileiros no radar de agentes imobiliários em diversos pontos do globo.

Foi-se o tempo em que o sonho de quem começava a ascender na pirâmide social brasileira era uma casa à beira mar no Guarujá ou Búzios. A busca por segurança e preços mais baixos que os do superaquecido mercado imobiliário brasileiro nos últimos anos fez muitos se convencerem de que poderiam comprar uma segunda residência além das fronteiras brasileiras.

Destinos

Sem dúvida, Miami tornou-se o destino preferido desses brasileiros, principalmente em função de seus preços atrativos – e que chegaram a cair 50% com a crise.

Por volta de 2011, por exemplo, era relativamente fácil comprar um imóvel de 100 m² em Miami por menos de US$ 200 mil (R$ 380 mil) ou até menos de US$ 100 mil (R$ 190 mil), no caso de casas ocupadas por famílias que não puderam pagar suas hipotecas. Já em Ipanema – onde o valor do m² chega a R$ 17 mil – esses mesmos US$ 200 mil (R$ 380 mil) só seriam suficientes para pagar pela metragem de um quarto (22 m²).

Na época, segundo a Miami Association of Realtors, brasileiros foram responsáveis por 12% de todas as compras de imóveis em Miami. E ainda hoje esse é o principal alvo dos turistas residenciais do país.

Agora, porém, com os preços da Flórida se recuperando a uma média de 10% ao ano nos cálculos de Gabriela Duva, diretora da área internacional da imobiliária Coelho da Fonseca, também começa a crescer o número de interessados em outros destinos – entre eles a Europa.

“Esse movimento ainda é bastante inicial pois, a sensação que se tem é que a economia na Europa tem um ritmo mais lento do que a americana. Mas de fato temos percebido um início de interesse de alguns investidores brasileiros em olhar para o mercado europeu. Principalmente os que compraram imóveis na Flórida na baixa (dos preços dos imóveis) e já revenderam com grandes lucros”, diz Gabriela Haddad, da Hamoral Group que atua na venda de imóveis de luxo no Brasil e no exterior.

Na Coelho da Fonseca, Duva diz ter registrado um aumento de cerca 30% na procura por imóveis no velho continente nos últimos dois anos.

“A Europa é mais cara então acaba atraindo compradores com mais recursos. A questão é que até pouco tempo apenas os super-ricos pensavam em ter uma segunda residência na Itália, França, Portugal ou Espanha, e agora temos um espectro maior de interessados, que inclui, por exemplo investidores em busca de oportunidades criadas pela crise no continente”, conta.

Perfil dos interessados

Segundo consultores como Duva, Guilherme Grossman, da imobiliária Consultant, e Nuno Durão, da portuguesa Irglux, há pelo menos três perfis de brasileiros que estão se interessando em comprar imóveis na Europa.

Primeiro, investidores que acreditam que os preços no mercado de alguns países europeus estão em um patamar interessante e podem se valorizar quando a Europa começar a se recuperar da crise – à semelhança do que já vem acontecendo em Miami.

Segundo Duva, esse seria o caso de muitos dos interessados no mercado espanhol, que foram atraídos pelos descontos de até 60% provocados pela crise. Ainda há muita incerteza, porém, sobre se e quando a economia do país vai reagir – tornando os investimentos rentáveis.

“Por isso os brasileiros ainda estão apenas observando o que fazem outros investidores”, diz a consultora.

De fato. Segundo alguns cálculos, a Espanha teria hoje até 6 milhões de apartamentos vazios – muitos deles imóveis confiscados pelos bancos depois que seus proprietários não puderam honrar suas hipotecas.

De acordo com o Consejo General del Notariado (CGN), um total de 38.312 estrangeiros “não residentes” compraram imóveis na Espanha no ano passado aproveitando esses descontos – 30% a mais que em 2011.

Mas apesar de o número de brasileiros nesse grupo ter quadruplicado desde a crise de 2008, ainda é pouco expressivo. Em 2012, 25 brasileiros compraram imóveis na Espanha totalizando 6,2 milhões de euros (R$ 12,2 milhões), como mostra um levantamento feito pelo CGN.

Turismo residencial

O segundo perfil de brasileiros interessados em comprar imóveis na Europa inclui descendentes de europeus, que sempre quiseram manter um laço com o país ou região de sua família e agora, ao compararem os preços de imóveis europeus e brasileiros, acabam achando a possibilidade de adquirir uma segunda residência nesses lugares bem razoável.

Esse é o caso do engenheiro e empresário Hermes Loyola Costa, por exemplo, que ao viajar para a Espanha e Portugal para fazer turismo e visitar familiares decidiu começar a procurar um imóvel nesses países para passar uma temporada e ter uma base para, possivelmente, também investir em negócios na região.

“Vi que com 150 mil euros (R$ 389 mil) eu compro um bom apartamento de dois quartos no Porto”, diz Hermes. “A minha ideia é passar um tempo aqui para avaliar as possibilidades de investir nesse mercado. Sei que estão em crise, mas crise não dura a vida toda – e operar em momentos de crise é algo que nós, empresários brasileiros, tivemos de aprender a fazer bem.”

No terceiro grupo, estão famílias endinheiradas em busca de uma casa de veraneio ou aposentados interessados em dividir seu tempo entre Brasil e Europa.

É esse o caso de Nair e Carlos, que se dizem atraídos pelo “estilo de vida” de Portugal, a facilidade de acesso a outros países do continente e os custos de vida razoáveis se comparados com os brasileiros.

“Se até pouco tempo era comum ver portugueses aposentados comprando casas para passar o inverno português no nordeste brasileiro, cada vez mais são os aposentados brasileiros que estão atravessando o Atlântico”, diz Grossman.

Portugal

Portugal parece ter percebido esse interesse e é o pais europeu que mais tem se esforçado para explorar o potencial do mercado brasileiro.

Na esperança de vender alguns dos 10 mil imóveis desocupados do país, as agências imobiliárias portuguesas organizaram em dezembro, em parceria com a Câmara Portuguesa de Comércio e Indústria, a primeira Mostra de Imobiliário Português (MIP) no Brasil.

Esse primeiro evento ocorreu no Rio de Janeiro. E no mês que vem, outra feira semelhante será realizada em São Paulo. No segundo semestre, o governo português também quer fazer um road show por capitais brasileiras para promover o mercado imobiliário de seu país e dar informações para quem pretende comprar uma casa em Portugal para passar férias, investir ou se aposentar.

“Observamos que os brasileiros estavam ganhando muito peso no mercado americano e percebemos que, com informações e alguns incentivos, poderíamos captar parte desse interesse para os imóveis portugueses”, diz Marlene Fialho, gerente da Câmara Portuguesa de Comércio e Indústria do Rio de Janeiro.

Como resultados da feira no Rio, o banco português Caixa Geral de Depósitos diz estar negociando com 20 investidores brasileiros imóveis avaliados em um total de 55 milhões de euros (R$142 milhões). Grossman, da Consultant, que opera em Portugal, calcula ter fechado 10 negócios e estaria negociando com outros 200 potenciais compradores.

Uma das apostas do governo português para atrair os brasileiros é um visto de residência especial para investidores, que lhes daria livre circulação pelo espaço europeu e após ser estendido por 6 anos poderia ser usado para dar entrada em um pedido de cidadania.

E Portugal não é o único a apostar nessa estratégia. Um projeto semelhante também é estudado pela vizinha Espanha para resolver o seu problema de imóveis desocupados.

É claro que a compra de um imóvel no exterior implica em uma série de complicações e riscos. Consultores alertam, por exemplo, que antes de cada compra é preciso se informar sobre os impostos, taxas, custos de transações e legislações de cada país – e em uma Europa em crise a verdade é há poucas garantias que não haverão mudanças na regulamentação para o setor.

Também não está claro se e quando aqueles que estão comprando imóveis em países em crise, como a Espanha, poderão obter retornos interessantes para seus investimentos – como no caso de Miami. E para os que compram casa de veraneio vale lembrar que os custos de manutenção do imóvel em moeda estrangeira sempre estarão sujeitos a variações no câmbio.

Nair, por exemplo, confessa que não sabe avaliar se o imóvel que comprou será um bom investimento. “O que mais importa para mim é o que ganho em qualidade de vida”, diz.

Para comprar ou vendes imóveis acesse:
www.rogeriomoura.com

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Polícia identifica homem que caiu de avião em Londres

OM | Diversos, Justiça, Londres | 15 de abril de 2013

Jose Matada o homem que "caiu do céu" em Londres

A polícia britânica identificou como José Matada o homem que caiu de um avião em Londres em setembro.

O corpo de Matada, de 30 anos, foi encontrado no oeste de Londres, e sua identidade era um mistério até agora.

Originalmente identificado como um imigrante ilegal de Angola, José Matada é na verdade de Moçambique.

Um chip de celular encontrado no bolso da vitíma permitiu que a polícia descobrisse quem era a vítima.

A confusão a respeito da identidade aconteceu porque Matada carregava dinheiro angolano.

O corpo de José Matada foi encontrado logo após um vôo vindo de Luanda, em Angola, ter sobrevoado uma área residencial próxima ao aeroporto de Heathrow.

Uma autópsia determinou que José Matada morreu de ferimentos múltiplos.

A Polícia está tentando entrar em contato com a família.

Matada teria entrado sem ser percebido no minúsculo compartimento do trem de pouso da aeronave, ainda na capital angolana, Luanda.

Como proteção à baixa temperatura e à alta pressão, o jovem teria tomado uma única precaução. Segundo os investigadores, ele encheu os ouvidos com pedaços de lenços de papel.

Porém, oito horas depois, quando o avião já se aproximava da cidade de Mortlake, no sudoeste de Londres, para pousar no Aeroporto Internacional de Heathrow, o homem “caiu do céu”, segundo relatos de moradores da região.

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Formação acadêmica no Reino Unido em alta

OM | Diversos, Londres | 16 de fevereiro de 2013

A busca por cursos superiores no Reino Unido cresceu 3,5% no primeiro ciclo de candidaturas para o ano letivo de 2013. O aumento ocorreu no número de candidatos a cursos superiores em período integral comparado com a mesma época no ano letivo anterior. O número de candidatos vindos de países que não pertencem à União Europeia aumentou em 9,9%, são os chamados overseas students. Mesmo entre os europeus, que enfrentam atualmente uma grande crise econômica, o número de interessados em fazer a graduação no Reino Unido aumentou quase 5%. As estatísticas compreendem todas as candidaturas realizadas até o dia 15 de janeiro deste ano e foram divulgadas pela UCAS, entidade responsável por gerenciar inscrições para diferentes cursos universitários no país.

Estes dados demonstram que a última reforma no sistema educacional da Grã-Bretanha não diminuiu o interesse de estudantes pelas universidades locais. Para o Ministro da Imigração Mark Harper, o crescimento no interesse de estudantes estrangeiros é a prova de que o Reino Unido continua aberto aos melhores e mais brilhantes estudantes do mundo. “Ao protegermos a reputação do sistema educacional britânico, estaremos aptos a competir em uma corrida global”, afirma Harper. “Este é um relatório encorajador”, afirma Mary Cook, chefe- executiva da UCAS. Com as melhorias contínuas no sistema de ensino “jovens com histórico menos favorecido tem 80% mais chances de aplicar para a Universidade do que há uma década”, completa.

Confiança e credibilidade

Para uma candidatura de sucesso, o aluno estrangeiro deve atentar para diversos detalhes. Se estiver realizando a inscrição através de uma agência de intercâmbio, o estudante deve pesquisar se os cursos oferecidos são reconhecidos pelo governo britânico.  A LondonHelp4U, agência e consultoria de imigração, oferece todo o apoio ao estudante, que conta com um escritório em Londres para apoio. A empresa tem um portfólio de escolas e universidades conveniadas que oferecem cursos de inglês, graduação, pós-graduação, MBA e mestrado. Fundadora da LondonHelp4U, Francine Mendonça acredita que “para vencer no exterior, você precisa da informação correta e de pessoas nas quais possa confiar”.

Com o apoio de uma boa agência, a viagem de estudos pode ser melhor aproveitada. Mas é preciso tomar alguns cuidados. Uma rápida busca online pode trazer informações preciosas sobre a empresa: há quantos anos está no mercado, localização dos escritórios e telefones, nome e reconhecimento das escolas conveniadas pelo governo e associações. A LondonHelp4U tem o reconhecimento de diferentes instituições britânicas que controlam e regulamentam agências e consultorias de imigração: Office of The Immigration Services Comissioner (OISC), Immigration Law Practioners Association (ILPA), Joint Council for the Welfare of Immigrants (JCWI), Companies House e membro do Bar Council. A agência também é associada à Câmara Brasileira do Comércio e Indústria. Boas agências também estão presentes nas redes sociais. Em perfis corporativos, as empresas divulgam seus produtos e serviços, publicam textos e sites úteis para o viajante e mantêm um espaço aberto para que clientes e entusiastas participem e publiquem sua opinião sobre os serviços prestados pela empresa. O ambiente online propicia uma troca transparente de informações e recomendações, o que favorece maior segurança no momento da decisão.

Por: London Help4U.co.uk
Mais informações de contato aqui!

 

 

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Assessoria Juridica em Londres

OM | Diversos | 1 de fevereiro de 2013

Meu visto de estudante está acabando e não sei se conseguirei renovar.

Estou casado há 5 anos com uma italiana e não se poderei pegar meu visto de permanência, pois não tenho como provar.

Casei-me com um português, mas tivemos uma briga e ele me deixou. E agora como fico no país legalmente?

Se você tem alguma dúvida jurídica, não adianta tentar achar respostas no Google, Yahoo respostas ou ainda sites similares. A experiência de alguém não é a melhor resposta quando se trata de assuntos jurídicos. Se o visto do seu amigo deu certo e o mesmo te deu dicas de como fazer o seu, não será garantido que o seu dará certo. Por quê? Porque nenhum deles, é qualificado para aplicar a lei de acordo com o seu caso. O melhor que você tem a fazer é conversar com quem é profissional na área. Marque uma consulta (essa será paga, claro) e esclareça todas as suas dúvidas. Assim poderá aplicar descansado, pois estará recebendo conselhos com quem realmente entende do assunto, não é mesmo?

Na consulta, pergunte o preço do processo pois todos profissionais qualificados, tem que ter uma tabela de preço aonde o cliente poderá conferir.

Outra dica: fique atento àquelas pessoas que lhe atendem em cafés ou te encontram em algum lugar. O profissional tem que ter seu escritório e te provar que é regulamentado acima de tudo.

E por último: fique extremamente atento áquelas pessoas que dizem que trabalham pro HOME OFFICE ou que conhecem alguem que trabalha lá e seu visto será mais fácil. É MENTIRA! Pense que o Home Office é o departamento de imigração e fronteiras da Inglaterra e que uma pessoa que trabalha no Home Office como funcionária pública (isso mesmo, são funcionários públicos), não poderá estar atuando como advogada ou consultora de imigração de forma ALGUMA!!!

Portanto, fuja de pessoas assim, pois é uma grande mentira.

Espero ter ajudado algumas pessoas através dessa informação.

Seja qual for sua necessidade jurídica, estamos aqui para lhe ajudar!


Por: Carina Laidens
www.lbhlawservices.com
Consultora de Imigração Senior na LBH Immigration Law Services
Dúvidas? Envie um email para: carina.laidens@lbhlawservices.com
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Jornalista brasileiro é indicado ao Air Europa Latin UK Awards

OM | Brasil, Cultura, Diversos, Entretenimento, Europa | 1 de fevereiro de 2013

Foto: Simone Bello

O jornalista brasileiro radicado em Londres, Márcio Delgado, é um dos finalistas do Air Europa Latin UK Awards – o Lukas – prêmio que reconhece o trabalho de artistas, empresas e profissionais Latinos no exterior. O profissional concorre na categoria  ‘Personalidades’ pelo trabalho realizado na capital inglesa desde 2004.
A indicação do jornalista, natural do Rio de Janeiro, é o resultado de vários anos trabalhando em Londres na cobertura de eventos na área de entretenimento como semana de Moda de Londres, Jogos Olímpicos, premiéres de filmes e notícias do cenário musical para publicações locais e do exterior.

Paralelo ao trabalho jornalístico, Márcio Delgado também criou projetos que contribuíram para a comunição entre a comunidade latina do Reino Unido e o seu projeto ‘ Pocket London’, um guia para imigrantes que escolheram a capital inglesa como residência fixa lançado em 2009 já foi traduzido para o Inglês, o espanhól e Polonês.

Em 2010, o curta-metragem ‘We get used to …’ dirigido pelo jornalista brasileiro, foi selecionado para fazer parte da programação oficial do tradicional Portobello Film Festival.

No ano seguinte, o profissional multimídia esteve a frente do programa ‘Latin Hits’ no canal 203 da Sky, no Reino Unido, e em 2012 fez a cobertura das olimpíadas de Londres para TV e mídia impressa.

Antes de fixar residência em Londres, Márcio Delgado teve passagens bem sucedidas em Rádio, TV e veículos impressos no Brasil, onde iniciou a carreira em 1997, aos 16 anos, na afiliada da TV Cultura no Rio Grande do Norte, tenho passado ainda pelas afiliadas Band e SBT.

Como votar:

No site www.thelukas.co.uk escolha a opção ‘Community’ e depois basta clicar em ‘Personality of the year’ e votar. É preciso um e-mail para confirmar o voto.

O prazo de votação termina no dia 17 de fevereiro de 2013.

Para quem quiser saber mais, basta visitar o site do evento: www.thelukas.co.uk ou www.marciodelgado.com

 

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Você vive no Reino Unido sem falar inglês?

Londonhelp4u.co.uk | Cultura, Diversos, Londres | 28 de janeiro de 2013

Há pessoas em todo o Reino Unido, embora não nascidos na Inglaterra, conseguindo ter seu próprio negócio ou manter um emprego, sem saber falar Inglês corretamente. Mas será que é mesmo possível viver aqui sem conhecimento adequado da língua nativa?

A comunidade romena é um dos maiores grupos de imigrantes no Reino Unido, com um número estimado de 150.000 pessoas residindo no nordeste de Londres. Petru Clej, intérprete romeno trabalhando em Londres, diz que dentro dessas “comunidades locais” é bem possível viver sem falar e aprender Inglês. “Eles se estabelecem aqui em grupos. Há bairros inteiros cheios de romenos. Eles têm as suas próprias lojas, suas próprias igrejas, assinam a TV romena, e ainda trabalham juntos. É fácil encontrar romenos vivendo aqui por mais de 10 anos sem falar uma palavra de Inglês. Embora não tenham uma vida integrada, conseguem sobreviver. Se têm filhos, eles vão para a escola, aprendem Inglês e os filhos acabam como intérpretes para os pais. Portanto, não há sempre um incentivo para aprender” diz Petru Clej.

Para a comunidade brasileira a situação não é muito diferente. Há uma estimada de 200.000 brasileiros vivendo no Reino Unido, onde 130.000 moram em Londres. Se você andar pelas ruas do noroeste de Londres ouvirá Português, língua nativa do Brasil, por onde passar. Assim como para os romenos, é possível encontrar brasileiros naturalizados britânicos que vivem no Reino Unido por mais de 10 anos, mas mal conseguem manter uma conversa com um nativo. Por isso, suas vidas também são limitadas a um status de conveniência e dependência de parentes e amigos da mesma nacionalidade.

Apesar certos campos dos serviços sociais oferecerem ajuda com interpretação, como o sistema de justiça criminal, por exemplo, conseguir viver no Reino Unido sem falar Inglês a um nível avançado está ficando mais e mais difícil. Habib Rahman, do Conselho para o Bem-Estar dos Imigrantes, diz que as pessoas geralmente querem aprender Inglês para se integrar na sociedade britânica. Mas o problema é que não querem fazer esforço, porque são dependentes de outras pessoas ou porque vivem aqui ilegalmente. Líder do Partido Trabalhista, Ed Miliband, disse que “não muito tem sido feito para garantir a integração na sociedade em geral das comunidades imigrantes. Mas se as pessoas querem se estabelecer no Reino Unido falar Inglês é fundamental. É de seu próprio interesse aprender a língua nativa para que tenham acesso a oportunidades de emprego melhores, e educação para si e seus filhos.”

Mas agora as coisas estão mudando, principalmente para aqueles que desejam residir no Reino Unido, especialmente para os que desejam se naturalizar. O teste life inthe UK foi idealizado para preencher esta lacuna, e encorajar as pessoas a aprender não só a língua como também a história do local onde escolheram para viver. Então, se você mora no Reino Unido e quer aprender Inglês, bem como se preparar para o teste life in the UK entre em contato conosco. Oferecemos cursos de preparação regularmente, com um professor britânico. Além disso, temos parcerias com as melhores escolas de inglês no Reino Unido para fornecer aos nossos clientes os melhores programas de aprendizado.

Por: London Help4U.co.uk
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Regulamentações da Imigração Reino Unido

lbhimmigration | Diversos, Imigração | 16 de janeiro de 2013

Mudanças de 8 de Novembro 2012

No dia 8 de Novembro de 2012, algumas regulamentações da Imigração (Espaço Econômico Europeu) de
2006 sofreram novas mudanças.

Os regulamentos alterados definem os direitos dos cidadãos do EEE (Espaço Econômico Europeu) e seus familiares para entrar e residir no Reino Unido e também confirmam os critérios de direitos de residência permanente.

As principais alterações aos regulamentos incluem:

• eliminação da exigência na Regulamentação 8 (2 (a), que dizia que um membro não direto da família (tios, filhos maiores de 21, irmãos, etc) teria quer ter residido, antes de vir para o Reino Unido, em
um país em que o nacional EEE também residiu. Essa alteração fez que entrasse em vigor a decisão do Tribunal de Justiça da União Européia – TJCE (Tribunal de Justiça da Comunidade Européia) no
julgamento do caso Rahman (C83/11);

• alterações nas quais conferem os direitos de entrada e de permanência daqueles que possuem a custódia e uma criança que é cidadã britânica. Isso fez com que entrasse em vigor a decisão do TJCE, no caso de Ruiz Zambrano (C34/09);

• alterações em relação à concessão de vistos e direitos à uma pessoa que está no Reino Unido apenas porque é responsável por um Menor de 18 anos que também residi no Reino Unido e está estudando em tempo integral. Esse menor é europeu, mas o pai ou a mãe não. (Direitos Derivados);

• alteração da Regulamentação 26, aonde uma pessoa que afirma estar num relacionamento estável e duradouro de um nacional do EEE só poderão apelar se possuír evidências suficientes de que a relação com o nacional do EEE realmente existe;

• alterações para permitir que o Secretário do Estado aceite evidências alternativas de identificação e nacionalidade, onde uma pessoa é incapaz de fornecer um cartão de identificação ou passaporte válido devido a circunstâncias que fogem do seu alcançe.

O direito de residir no Reino Unido, com base em acordo do TJCE no caso Ruiz Zambrano não deriva diretamente da Directiva1 2004/38/CE e, portanto, é referido como um “direito derivado”. Isto significa que o reconhecimento desse direito pelo Reino Unido não é igual a direitos previstos na Directiva.

Isto também significa que àqueles que adquirem direitos derivados (por serem responsáveis por um Menor de 18 anos conforme citado acima) não são elegíveis para adquirir residência permanente no Reino Unido, ou patrocinar outros membros da família para o Reino Unido depois de terem adquirido o direito a residir aqui.

Um novo formulário de aplicação para as pessoas que solicitaram residência na Inglaterra com base no caso Ruiz Zambrano estará disponível em breve. Enquanto este formulário não é publicado, os candidatos devem preencher o formulário EEA2 e incluir uma carta explicando o motivo da suaaplicação (em outras palavras a representação jurídica do seu representante). Resumindo, o departamento de fronteira e imigração da Inglaterra está realmente interessado
em diminuir o número de imigrantes no Reino Unido. Por essa razão, estão colocando todas essas  restrições.

Porém, entre todas elas, somente uma tornou-se favorável ao imigrante que é aquela que deixa o dependente de europeu (que não seja membro direto da família-ex: irmão, tio, primo, filhos maiores de 21 e etc), solicitar a residência sem ter que provar que residia com o famliar europeu em outro país antes de residir no Reino Unido.

Consulte-nos. Pré-consulta gratuita através do 0207 993 6298

1. Uma directiva comunitária é uma lei da União Européia que toma precedente sobre as leis dos diferentes estados membros. Todas as directivas comunitárias são votadas pelo Conselho de Ministros apropriado, após consulta junto ao Parlamento Europeu. Após a sua adoção está normalmente previsto um período, que se pode extender até três anos, para que a Directiva seja introduzida na Lei dos estados membros. A autoridade máxima para a interpretação das
Directivas comunitárias é o Tribunal Europeu de Justiça.

Por: Carina Laidens
www.lbhlawservices.com
Consultora de Imigração Senior na LBH Immigration Law Services
Dúvidas? Envie um email para: carina.laidens@lbhlawservices.com
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Mudanças na regulamentação Européia

lbhimmigration | Diversos, Europa, Imigração, Londres | 3 de janeiro de 2013

Mais mudanças na regulamentação Européia

A leis (Directiva) que regulam o Espaço Econômico Europeu atuavam da seguinte forma desde 2006:

- Definindo os direitos dos cidadãos da Comunidade Européia e seus familiares, para ser
admitido e residir no Reino Unido em certas capacidades, incluindo a confirmação dos critérios para
direitos de residência permanente.
- Permitindo, através de documentação (passaporte ou identidade para quem é cidadão
europeu e seus familiares) direitos de livre circulação nos países em uma capacidade relevante (em
busca de trabalho, sendo alto suficiente estudante, etc).
- E finalmente, definindo os poderes para negar ou revogar a documentação por razões de
ordem pública, de saúde pública ou de segurança pública.

Estes regulamentos foram alterados mais uma vez no dia 16 de julho de 2012, a fim de:

- A. Dar efeito aos acordos do Tribunal de Justiça da União Europeia (ECJ) através da
jurisprudência de: Chen (C-200/02), Ibrahim (C-310/08) e Teixeira (C-480/08), que estabelece novos
direitos para entrar e permanecer no Reino Unido.
- B. Dar efeito aos acordos do TJCE, nos casos de Lassal (C-162/09), Dias (C-325/09), McCarthy
(C-434/09) e Ziolkowski e outros (C-424/10 e 425/10) que restringem as condições em que os
direitos de livre circulação podem ser exercidos por esses membros.

Em outras palavras, com tais mudanças, as regras ficaram mais rígidas em relação a implantação da
Directiva no Reino Unido (leis da União Européia). Os direitos de recurso e provas necessárias para
uma apelação também estão limitados.

Enfim, se você teve uma relação com um europeu sem casamento e dessa relação tiveram filhos,
você terá que provar que é auto suficiente para viver no Reino Unido com essa criança até ela
completar 18 anos, assim como terá que possuir um plano de saúde para não utilizar da saúde
pública e, por último, não terá o direito de obter permanência no país após a criança européia
completar 18 anos.

A cada mudança as regras estão ficando mais severas e a mensagem anti-imigração cada vez mais
forte, o que nos faz refletir se o termo “União Européia” ainda é condizente com a realidade na
qual vivemos.

 

Por: Carina Laidens
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