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História de Londres contada em Pubs tradicionais da cidade

| Cultura, Londres, Turismo | 11 de agosto de 2012

O tradicional Argyll Arms dá uma mostra do ambiente de relaxamento que pode ser encontrado num pub londrino. Construído em 1742, o pub fica localizado em Oxford Circus, coração do centro comercial de Londres, um dos mais movimentados do mundo

O interior do Argyll Arms tem muito pouco do tumulto encontrado nas ruas e lojas em torno do pub.

Este pub da cadeia irlandesa O´Neils chama atenção na principal rua de Muswell Hill, bairro do norte de Londres, por estar instalado numa igreja convertida em bar

A clientela do O´Neils aproveita a tranquilidade do interior pacífico da antiga igreja para relaxar, fugindo à balbúrdia do centro comercial de Muswell Hill.

Um dos mais antigos pubs remanescentes da capital, o Ye Olde Cheshire Cheese foi construído em 1538, destruído pelo grande incêndio que devastou boa parte do centro de Londres, e reconstruído em 1666. Seu interior ainda conserva alguns materiais da instalação original.

Localizado na junção da Commercial Road com a Fournier Street, no leste de Londres, o The Ten Bells é famoso por ter sido escolhido por Jack, o Estripador, para selecionar duas de suas vítimas. As investigações dos famosos crimes indicam que tanto Annie Chapman quanto Mary Kelly tinham estado no Ten Bells antes de serem assassinadas por Jack.

O Star Tavern, em Belgravia, um dos bairros mais exclusivos de Londres, é famoso pela lista de clientes ilustres que já incluiu os atores Peter O´Toole e Diana Doors, no auge da fama, e também criminosos que se tornaram milionários.

Relatos garantem que o Grande Assalto ao Trem dos Correios, que garantiu ao grupo o equivalente a £40 milhões em valores atuais, foi tramado nos salões do Star Tavern. O grupo incluiu o ladrão Ronald Biggs que ganhou notoriedade ao viver foragido no Brasil por décadas.

O Spanniard´s Inn, no topo de Hampstead, no norte de Londres, foi construído em 1585 como estalagem que abrigava os viajantes que se dirijiam à capital

Uma das primeiras tabernas estabelecidas às margens do rio Tâmisa, o Prospect of Whitby tem uma longa e rica história para contar. Desde 1520 o bar foi frequentado por marinheiros, contrabandistas, ladrões e assassinos foragidos. Segundo relatos, criminosos eram amarrados em suas pilastras na maré baixa para morrerem afogados pela água trazida pela maré alta. Foi reconstruído no começo do século 19 após ter sido destruído por um incêndio.

O Prince Alfred, em Maida Vale, é um perfeito exemplar do esplendor da era Vitoriana. Construído em 1863, o pub ostenta na fachada vidros curvos, um dos orgulhos da indústria britânica, líder mundial na época.

O interior do Prince Alfred é dividido em vários compartimentos que eram usados por diferentes classes sociais, um exemplo da segregação que vigorava na Grã-Bretanha da rainha Vitória.

Vizinho da Suprema Corte, o Old Bank of England foi construído em 1888 para abrigar o departamento jurídico do banco central britânico. Foi convertido em pub em 1995, mas ainda conserva mobiliário e aparência originais.

Erguido em 1870 no Soho londrino, o John Snow acabou recebendo o nome do médico que descobriu que a epidemia de cólera de 1854 era causada pela contaminação de uma fonte de água que abastecia o local. Relatos contam que, por segurança, cerveja era consumida pelos moradores do Soho, inclusive por crianças, no lugar de água

Segundo a lenda, o ladrão Dick Turpin operava na estrada que levava ao centro de Londres, saqueando os viajantes, antes e depois de beber tranquilamente no Spanniard´s Inn.

Construído em 1837 na área do monastério onde foi consumado o divórcio do rei Henrique 8º da sua primeira mulher, Catarina de Aragão, o pub Black Friar impressiona pelo interior em estilo Art Nouveau.

O George Inn, no extremo sul da London Bridge, é o único exemplar restante das estalagens com galerias da capital. Construído na idade média, o local abrigava os viajantes com suas carruagens e carroças, que entravam em Londres pela única ponte que cruzava o rio Tâmisa na época. O escritor Charles Dickens era frequentador do George Inn.

Poucas referências britânicas são mais onipresentes no cotidiano do país do que os pubs, os tradicionais bares que se encontram por todos os cantos.

Com origem anterior à própria monarquia, os pubs derivam das estalagens criadas ao longo das estradas construídas pelos romanos logo após invadirem a ilha no começo da era cristã.

Os primeiros estabelecimentos romanos garantiam ao viajante acomodação, comida e bebida revigorantes.

Aos poucos as tabernas proliferaram também nas vilas romanas na forma de bares em pequenos hotéis onde era servida comida e todo o tipo de bebida alcoólica disponível.

Os temas das galerias foram escolhidos pelos jornalistas da BBC Brasil para retratar ângulos curiosos da capital britânica que servem como exemplo da singularidade da cidade.

Ao longo dos tempos, os pubs se modificaram, se adaptaram e se diversificaram, criando uma rica variedade em torno de temas comuns: bebida, comida, bom papo, novas amizades e possíveis aventuras.

O termo pub vem de Public House, como esse tipo de estabelecimento é caracterizado, atribuindo a este tipo de bar um caráter popular e democrático distinto, que difere do de cafés e restaurantes.

Em pequenas cidades e bairros, os pubs desempenham importante função comunitária, servindo de ponto de encontro dos moradores locais, que podem aproveitar o frescor de um almoço ao ar livre no verão e se refugiar do rigor do frio durante o inverno.

Presentes em toda a história do país, os pubs tiveram seu apogeu durante a era de prosperidade vivida no reinado da rainha Vitória (1837 – 1901) com a consolidação do império britânico e têm resistido à modernização imposta pelos novos tempos.

A introdução da lei de proibição ao fumo em ambientes fechados (1º julho 2007) fez com que alguns temessem pela extinção dos pubs. Mas os bares se renovaram, instalando telões para acompanhamento de eventos esportivos, criando zonas de acesso gratuito à internet e modernizando o interior com a sofisticação do cardápio para competir com os restaurantes.

Mas, alguns pubs apostaram na originalidade e mantiveram as características mais tradicionais.

Atualmente, os inúmeros pubs preservados são exemplos perfeitos das distintas épocas atravessadas pelo país.

Aqui em Londres, se encontram alguns dos melhores exemplares existentes. Se olhados com atenção, podem ajudam a traçar o passado da sociedade local, através de sinais marcantes de cada uma destas eras presentes em sua arquitetura e ambientes.

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Conheça a Londres escondida sob a terra

| Londres, Turismo | 10 de agosto de 2012

Os mais interessados em história podem visitar as salas de guerra de Churchill, parte do Imperial War Museum.

O local oferece um ambiente incomum para quem quer uma refeição leve ou apenas um café, e atualmente promove noites de jazz às quartas-feiras.

Londres tem um mundo de atrações quase secretas a oferecer aos turistas mais atentos. Embaixo da terra, há criptas, túneis antigos, abrigos de guerra e canais subterrâneos. Na foto, o domo da entrada do túnel de pedestres de Greenwich, no sudeste da cidade.

O bairro de Greenwich abriga atrações conhecidas, como o famoso meridiano, no observatório astronômico real, e o mercado de mesmo nome. Mas basta descer alguns degraus ou pegar um elevador para descobrir um túnel vitoriano que passa por baixo do rio Tâmisa.

Batizada de Old Vic Tunnels, a área antes abandonada agora aposta em novos talentos artísticos e tem até um piano bar.

Graças ao investimento do Old Vic Theatre, que tem direção artística do ator americano Kevin Spacey, uma série de passagens ferroviárias e túneis, escondidos embaixo da estação de Waterloo, no centro de Londres, se transformou em um espaço para filmes, peças e exposições de arte.

Outra opção para saber mais sobre o que há embaixo da terra em Londres é fazer a caminhada com guia Subterranean London, da empresa London Walks, que revela os segredos subterrâneos da cidade sem que você precise entrar em túneis ou rastejar no esgoto. O passeio é todo feito na superfície.

As Docklands, antigas docas situadas na margem oposta do rio a Greenwich, são hoje uma região com prédios modernos entrecortados por canais.

O túnel de pedestres de Greenwich foi inaugurado em 1902 para que os trabalhadores das docas, do outro lado do rio, não precisassem mais depender do serviço de barcas.

Em uma das saídas do túnel está o famoso veleiro histórico Cutty Sark, transformado em atração turística. Construído em 1869 para o transporte de chá, ele foi recentemente restaurado após um incêndio em 2007

Os mais interessados em história podem visitar as salas de guerra de Churchill, parte do Imperial War Museum.

O local abrigava as figuras mais importantes do governo britânico durante os bombardeios da Segunda Guerra Mundial. E foi na sala do gabinete de guerra que algumas das decisões mais importantes do governo do primeiro-ministro Winston Churchill foram tomadas

Londres tem muito mais a oferecer aos turistas do que pode parecer à primeira vista. Enquanto a maioria deles caminha pelas ruas cheias de gente, com sacolas de compras e câmeras fotográficas nas mãos, um

mundo diferente fica escondido debaixo da terra.

A cidade tem uma infinidade de criptas, túneis secretos, abrigos de guerra e canais subterrâneos, e muitos deles podem ser explorados pelos visitantes.

Esta é a quinta da série de galerias que a BBC Brasil vem publicando nas semanas que antecedem a abertura dos Jogos Olímpicos de 2012.

Os temas das galerias foram escolhidos pelos jornalistas da BBC Brasil para retratar ângulos pouco conhecidos da capital britânica que servem como exemplo da diversidade e da singularidade da cidade.

No bairro de Greenwich, que abriga atrações como o famoso meridiano e o mercado de mesmo nome, basta descer alguns degraus ou pegar um elevador para descobrir um túnel vitoriano que passa por baixo do rio Tâmisa.

O túnel de pedestres de Greenwich foi inaugurado em 1902 para que os trabalhadores das docas, do outro lado do rio, não precisassem mais depender do serviço de barcas.

Hoje, a região das docas ainda se chama Docklands, mas além do novo centro de negócios da cidade, com prédios modernos entrecortados por canais, a região conta com atrações como uma fazenda urbana, a Mudchute Farm, o Museum of London Docklands, e o shopping centre de Canary Wharf.

Cultura ‘underground’

Graças ao investimento do Old Vic Theatre, que tem direção artística do ator americano Kevin Spacey, uma série de passagens ferroviárias e túneis, escondidos embaixo da estação de Waterloo, no centro de Londres, se transformou em um espaço para filmes, peças e exposições de arte.

Batizada de Old Vic Tunnels, a área antes abandonada agora aposta em novos talentos artísticos e tem até um piano bar.

Também próximo a alguns dos locais mais conhecidos de Londres, como a Trafalgar Square e a estação de Charing Cross, fica a igreja St. Martin-in-the Fields. Além de concertos de música clássica gratuitos, há, embaixo do agito da superfície, o café da cripta, que oferece um ambiente incomum para quem quer uma refeição leve ou apenas um café.

Os mais interessados em história podem visitar as salas de guerra de Churchill (Churchill War Rooms), parte do Imperial War Museum.

O local abrigava as figuras mais importantes do governo britânico durante os bombardeios da Segunda Guerra Mundial. E foi na sala do gabinete de guerra que algumas das decisões mais importantes do governo do primeiro-ministro Winston Churchill foram tomadas.

Outra opção para saber mais sobre o que se passa embaixo da terra em Londres é fazer a caminhada com guia Subterranean London, da empresa London Walks, que revela os segredos subterrâneos da cidade sem que você precise entrar em túneis ou rastejar no esgoto. O passeio é todo feito na superfície.

Túnel de pedestres de Greenwich

Old Vic Tunnels

Café in the Crypt (St. Martin-in-the-Fields)

Churchill War Rooms

London Walks

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Londres instala telões em diversos parques da cidade para os Jogos Olímpicos

| Esporte, Londres, Turismo | 24 de julho de 2012

A organização dos Jogos Olímpicos de Londres instalou telões em vários parques da cidade para que as pessoas que não adquirirem entradas para as competições possam acompanhá-las de qualquer lugar.

A três dias da cerimônia de abertura, funcionários acertam os últimos detalhes nos dois principais palcos onde os telões serão instalados: o Hyde Park, que tem capacidade para até 50 mil pessoas, e no Victoria Park, com capacidade para até 40 mil pessoas.

O Comitê Organizador (Locog) controlará o acesso nas áreas onde os telões serão instalados, apesar de garantirem que a entrada será gratuita.

Outro telão também será colocado no Parque de Potter’s Fields, que tem capacidade para 4 mil pessoas. A transmissão do evento ficará a cargo da ‘BBC’.

Além disso, o Locog também instalou um telão dentro do Parque Olímpico de Stratford, onde cerca de 10 mil pessoas poderão assistir às competições durante os Jogos.OM Londres o seu Portal em Língua portuguesa em Londres

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London Eye deve mudar de cor a partir do humor de tuiteiros

| Diversos, Londres, Turismo | 20 de julho de 2012

Se a maioria das mensagens for negativa, a cor será roxa. Se for neutra, será o verde. E se a maioria for positiva, a London Eye será amarela.

Às vésperas das olimpíadas de Londres, a London Eye, um dos principais equipamentos turísticos da cidade, vestirá cores de acordo com o humor britânico acerca dos jogos olímpicos no Twitter.

Se a maioria das mensagens for negativa, a cor será roxa. Se for neutra, será o verde. E se a maioria for positiva, a London Eye será amarela.

Para a realização desse recurso, estudiosos do Massachusetts Institute of Technology (MIT) desenvolveram um algoritmo que irá filtrar as mensagens postadas na rede, atribuindo valores positivos ou negativos.
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