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Caso Julian Assange em Londres

| Diversos, Europa, Mundo | 6 de setembro de 2012

O chanceler equatoriano, Ricardo Patiño, assegurou que o diálogo com o Reino Unido sobre o caso do fundador de Wikileaks, Julian Assange, será retomado “imediatamente”, informou nesta terça-feira a agência pública de notícias Andes.

Patiño disse que gostou do pedido de seu colega britânico, William Hague, para retomar o mais rápido possível o diálogo sobre a situação jurídica de Assange, que obteve asilo no Equador, mas não pode abandonar a embaixada deste país em Londres, porque o Executivo britânico se nega a dar-lhe um salvo-conduto.

O diálogo entre os países sobre o caso foi suspenso após a denúncia efetuada pelo governo de Quito que o Reino Unido teria ameaçado com a possibilidade de invadir a embaixada equatoriana em Londres para prender Assange e extraditá-lo à Suécia, onde é acusado de supostos delitos sexuais.

Essa “ameaça”, descartada pelo governo britânico, foi rejeitada por vários países e organismos de integração americanos, que respaldaram o Equador.

O governo equatoriano considerou como uma “retratação” de Londres um comunicado oficial no qual descartava a “ameaça”, o que permitiu que se abram novamente as portas do diálogo bilateral.

O governo do Equador reivindicou ao Reino Unido e à Suécia garantias para Assange e disse que o diálogo terá que buscar saídas “pactuadas” sobre o caso.

No último dia 25 de agosto, o presidente equatoriano Rafael Correa detalhou que essa saída poderia ser a garantia que, se Julian Assange “vai responder à Justiça sueca, não seja extraditado para um terceiro país”.

Essas propostas, segundo o Executivo equatoriano, tentam eliminar a possibilidade que Assange possa ser extraditado aos Estados Unidos, onde a justiça desse país o poderia condenar à morte ou à prisão perpétua, sob acusações políticas por ter vazado documentos diplomáticos secretos desse país.

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Rainha Elizabeth II inaugurará Jogos Paralímpicos

| Diversos, Esporte, Londres, Mundo | 24 de agosto de 2012

A rainha Elizabeth II e seu marido, o príncipe Philip de Edimburgo, vão presidir a cerimônia de abertura dos Jogos Paralímpicos de Londres 2012 no próximo dia 29 de agosto no estádio de Stratford.

A soberana será a encarregada de inaugurar pela primeira vez os Jogos Paralímpicos acompanhada de seu marido, que na semana passada esteve hospitalizado cinco dias por conta de uma infecção na bexiga.

Elizabeth II encerra assim os meses de grande atividade pública, que começaram com a celebração de seu Jubileu de Diamante pelos 60 anos no trono e prosseguiram com a abertura dos Jogos Olímpicos, em que protagonizou um salto virtual de pára-quedas no estádio de Stratford junto com o ator Daniel Craig, atual intérprete de James Bond.

A cerimônia de abertura dos Paralímpicos, intitulada ”Enlightenment” (”Ilustração”), acontece na próxima quarta-feira às 16h30 (de Brasília) com um espetáculo aéreo do grupo Aerobility, uma organização beneficente do Reino Unido que treina deficientes para serem pilotos.

Se a abertura dos Jogos Olímpicos foi um louvor ao universo britânico e o encerramento uma ode à riqueza musical inglesa, os protagonistas desta cerimônia – dirigida por Jenny Sealey e Bradley Hemmings – serão as pessoas incapacitadas.

Com cerca de três mil voluntários, entre os quais antigos atletas paralímpicos, soldados feridos e crianças de diferentes bairros do leste de Londres, onde se concentram a maioria das instalações olímpicas, o ato será ”uma celebração espetacular do espírito inspirador destes Jogos”, segundo os organizadores.

A cerimônia, para a qual restam entradas a preços entre 250 e 350 libras (entre R$ 800 e R$ 1,1 mil), prosseguirá com um espetáculo circense protagonizado por 50 artistas, alguns deles profissionais, mas a maioria será de militares em reabilitação e atletas que se prepararam durante dois meses para o evento.

Os diretores, que prometeram um espetáculo ”profundamente humano”, preferem guardar as surpresas para a noite da cerimônia, mas alguns veículos da imprensa britânica especularam a participação do físico inglês Stephen Hawking.

Enquanto são finalizados os preparativos para a cerimônia e a adaptação do Parque Olímpico e das instalações esportivas para o evento paralímpico, quatro tochas viajam ao longo do Reino Unido transmitindo o espírito de superação deste evento à sociedade britânica.

Cada uma das chamas olímpicas foi acesa ontem nos pontos mais altos das quatro nações do país – Inglaterra, Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte – de onde iniciaram um percurso pelas principais cidades para se unirem, no próximo dia 28 de agosto, em uma única chama em Stoke Mandeville, o berço do movimento paralímpico.

Dali fará uma viagem de 24 horas até a capital britânica, onde vai passar por alguns pontos turísticos como a Abbey Road, o Picadilly Circus e a Tower Bridge de Londres antes de chegar ao estádio de Stratford durante a cerimônia de abertura.

Uma vez acesa, a chama iluminará a capital britânica até o dia 9 de setembro, quando termina a terceira experiência olímpica de Londres em sua história.OM Londres o seu Portal em Língua portuguesa em Londres

 

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Britânico que teve o melhor emprego do mundo conta como era sua rotina

| Diversos, Marketing, Mundo | 24 de abril de 2012

 

O inglês Ben Southall  fala de como é ter o Melhor emprego do Mundo

O inglês Ben Southall fala de como foi ter o Melhor emprego do Mundo

Em 2009, o britânico Ben Southall assumiu o que foi à época chamado de “melhor emprego do mundo” – zelador de uma ilha tropical australiana – depois de bater 34 mil concorrentes.

Ele recebeu um salário anual de 150 mil dólares australianos e acomodação em uma mansão de luxo na ilha Hamilton, no Estado de Queensland.

Acompanhado de sua namorada da época, ele passou os seis meses seguintes viajando pela região para promovê-la.

Hoje, quase três anos depois, o que ele anda fazendo?

Quando partiu para assumir o “melhor emprego do mundo”, Ben deixou o trabalho de arrecadador de fundos de uma agência de caridade em Peterfield, no condado de Hamsphire, e já tinha nas costas uma boa experiência com viagens, tendo completado várias expedições solo pela África.

“Quando vi o anúncio do emprego, pensei que seria como viver em uma ilha deserta, da mesma forma que Tom Hanks em O Náufrago”, diz ele.

“Mas foi depois que venci e fui entrevistado pela Oprah Winfrey, em programa transmitido para 140 países, que pensei como tudo estava se tornando grande demais”, afirma.

Trabalho

Seu trabalho era testar atrações turísticas ao longo da Grande Barreira de Corais, incluindo produzir conteúdo de fotos, texto e vídeo para um blog para divulgar o potencial turístico do local.

Embora alguns suspeitassem que o anúncio do emprego – que obteve grande destaque na mídia mundial – fosse uma jogada de marketing, Ben diz ter trabalhado mais do que o esperado.

“Trabalhei bastante. Este devia ser chamado de emprego mais ocupado do mundo”, diz.

“Cada dia era uma experiência diferente: jet sky, me hospedar em pousadas de cinco estrelas à beira da praia, mergulhando e depois escrevendo sobre isso.”

“Exigi muito de mim por ter uma ética profissional rígida. Há cerca de 150 mil pessoas trabalhando com turismo em Queensland, portanto a pressão era grande por causa da responsabilidade que eu sentia por eles”, completa.

Exceto por uma ferroada de um tipo de água-viva conhecida como Irukandji, uma das criaturas mais perigosas da Austrália, sua experiência foi bastante positiva.

Além disso, ele fez um programa para o canal National Geographic e participou de um programa infantil australiano.

Expedição

Mas Ben não fazia uma viagem longa desde o tempo em que passou na África, e sentia falta do desafio de um projeto maior. Então, em maio de 2011, ele inicou “a melhor expedição do mundo”.

Durante quatro meses, ele remou, pedalou e velejou navegou por 1,6 mil km em um caiaque do tipo Hobie pela Grande Barreira de Corais, refazendo a rota que o capitão James Cook havia feito há mais de 240 anos.

A expedição reacendeu sua sede por viagens, e ele já planeja novas aventuras, dessa vez pela Ásia. Mas, ao contrário de suas viagens pela África, ele não deve embarcar sozinho na próxima aventura, já que vai se casar em novembro com Sophee, que conheceu há 18 meses.

Ao olhar para trás e fazer um balanço dos últimos três anos, Southall diz que, se não houvesse ganhado a competição, teria continuado dividindo seu tempo entre trabalhos na Grã-Bretanha e viagens para lugares inóspitos.

“O emprego me permitiu viver aventuras e continuar explorando, escrever sobre isso e aprender novas coisas, como filmagem, edição, apresentação em público e trabalho de TV”, diz Southall, que hoje vive na cidade australiana de Brisbane.

“São coisas ótimas que, se não fosse a competição, eu nunca teria feito.”OM Londres o seu Portal em Língua portuguesa em Londres

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Falta presença feminina nas Olimpíadas de Londres

| Diversos, Esporte, Mundo | 20 de abril de 2012

O Comitê Olímpico Internacional (COI) está trabalhando para convencer países que nunca tiveram atletas mulheres em suas delegações olímpicas a incluí-las nos Jogos de Londres 2012.

A ideia é fazer com que a Olimpíada deste ano seja a primeira a contar com a presença feminina nas delegações esportivas de todos os 204 países participantes dos Jogos.

A questão é sensível para três países que nunca tiveram mulheres competindo em Olimpíadas – Arábia Saudita, Brunei e Catar.

No caso do Catar – que vai sediar a Copa do Mundo de 2022 e quer ser sede da Olimpíada de 2020 -, três mulheres já se qualificaram para os Jogos de Londres, nas modalidades de tiro, nado e corrida, o que foi louvado em comunicados oficiais do país. Este também prometeu construir um centro de treinamento de alta performance para atletas femininas em Doha.

A questão é mais sensível, porém, no que diz respeito à Arábia Saudita e a Brunei.

Nas últimas semanas, o chefe do comitê olímpico saudita, Nawaf Bin Faisal, afirmou em coletiva que, apesar dos apelos do COI, o país oficialmente não enviará atletas mulheres às Olimpíadas britânicas.

O comitê olímpico do país “não vai endossar a participação feminina no momento”, afirmou Faisal.

Ressaltou, porém, que tampouco impedirá que atletas possam competir de maneira independente, mas que estas serão orientadas a “não violar a sharia (lei islâmica)”.

Já Brunei ainda não deixou claro se levará atletas mulheres a Londres.

O presidente do COI, Jacques Rogge, afirmou no último fim de semana que o órgão está “em discussão” com o comitê saudita para pleitear pela participação de mulheres nos Jogos de Londres e que “ainda é cedo para chegar a conclusões”.

Arábia Saudita

A posição da Arábia Saudita provocou uma grita entre ativistas, que citam o histórico ruim do ultraconservador país árabe na questão de direitos femininos – as mulheres sauditas são proibidas de estudar, trabalhar ou ter acesso a serviços de saúde sem a permissão de um “guardião masculino”, critica a ONG Human Rights Watch.

A ONG preparou um relatório chamado “Let Them Play” (Deixem-nas competir, em tradução livre), dizendo que “não é suficiente” que a Arábia Saudita não impeça suas mulheres de competir de maneira independente em Londres 2012.

“O país não oferece educação física para meninas em escolas públicas, e apenas homens entram em clubes desportivos ou trabalham com treinadores profissionais. Na prática, as restrições do governo às mulheres as banem de todos os esportes”, diz o relatório. “Negá-las a chance de competir contrasta com os princípios olímpicos, que afirmam que a prática do esporte é um direito humano.”

Outra ONG britânica chegou a pedir a expulsão da Arábia Saudita do Comitê Olímpico Internacional, evocando decisão anterior do órgão, que excluiu o Afeganistão dos Jogos de Sydney-2000, entre outras razões, por conta da discriminação feminina promovida pelo regime do Talebã.

Do seu lado, o COI tem posição contemporizadora. Em e-mail à BBC Brasil, o órgão diz que os comitês políticos locais estão sendo “estimulados” a manter o espírito universal e não-discriminatório dos Jogos Olímpicos.

“O COI não dá ultimatos ou prazos (aos países), e sim acredita que muito pode ser conquistado por meio de diálogo”, diz o organismo, agregando ter mandado à Arábia Saudita uma lista de potenciais atletas olímpicas locais que poderiam tentar obter índice olímpico. O COI também lembra que o país incluiu mulheres na delegação dos Jogos Olímpicos da Juventude, em Cingapura, no ano passado.

As conversas com o comitê saudita estão em curso, e estamos todos trabalhando para garantir a participação das mulheres sauditas em Londres”, informa o COI. Uma reunião a respeito será realizada em maio, no Canadá.

Estrutura

Dentro do país, segundo a imprensa local, a pressão internacional provocou reações diversas.

Artigo publicado no jornal Saudi Gazette defende que a Arábia Saudita “tem o direito de selecionar os atletas que quer que a represente, sem receber ordens”.

Entrevistada pelo jornal, a cofundadora do grupo Jeddah United, que promove a prática desportiva entre mulheres sauditas, disse que a questão vai além da permissão governamental: sem estrutura, o esporte feminino não tem como florescer no país a ponto de se formarem atletas olímpicas.

“Precisamos de ações sérias para desenvolver atividades físicas em escolas de meninas e criar empregos para elas no comitê olímpico saudita, para preparar equipes profissionais”, declarou Lina Al Maeena.

No momento, a atleta saudita mais cotada para uma eventual participação em Londres 2012 é a amazona Dalma Rushdi Malhas, medalhista nos Jogos da Juventude. Por enquanto, porém, ela só poderia participar das Olimpíadas por conta própria, sem o endosso de seu país. OM Londres o seu Portal em Língua portuguesa em Londres

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Al-Qaeda ameaça atacar se Londres extraditar radical isllâmico Abu Qatada

| Diversos, Mundo | 11 de abril de 2012

   Al-Qaeda ameaça atacar se Londres extraditar radical isllâmico Abu Qatada para a Jordânia

A Al-Qaeda ameaçou atacar o Reino Unido se Londres extraditar o radical Abu Qatada para a Jordânia, afirmando que tal decisão “abrirá a porta do Mal” para as autoridades britânicas.

“Advertimos o governo britânico contra a extradição para a Jordânia de Abu Qatada”, num comunicado assinado por “Al-Qaeda – Comando geral” e divulgado hoje em sites “jihadistas”.

Se o governo britânico extraditar Abu Qatada “qualquer que seja o pretexto abrirá a porta do Mal para si próprio e para os seus cidadãos presentes em toda a parte”, referiu o texto.

A Al-Qaeda convida Londres a “agir com razão e sabdoria (…) para não se arrepender” com as consequências de uma tal decisão.

O Reino Unido tenta encontrar um meio para se desembaraçar do radical, que em tempos foi considerado o chefe espiritual da Al-Qaeda na Europa.

O jordano, de 51 anos, que passou grande parte dos seis últimos anos na prisão no Reino Unido apesar da ausência de acusação, foi libertado a 13 de fevereiro mas sujeito a medidas de coação. No prazo de três meses, o radical islâmico poderá ficar totalmente livre.

No início de março, a ministra do Interior britânica, Theresa May, reuniu-se com o homólogo jordano para debater o caso Abu Qatada, que Londres quer reenviar para a Jordânia.

O governo jordano assegurou a 15 de fevereiro a James Brokenshire, secretário de Estado britânico para a Segurança, que Abu Qatada seria julgado “com justiça” se regressasse ao país natal.

No comunicado de ontem, a Al-Qaeda propõs que Abu Qatada possa escolher o país de acolhimento entre os países árabes palco de revoluções, denominadas por “primavera árabe” e afirmou que o radical islâmico “não tem qualquer ligação organizacional com a Al-Qaeda”.

Entretanto, o Tribunal Europeu de Direitos Humanos autorizou hoje o pedido de extradição para os Estados Unidos de Abu Hamza e de cinco alegados terroristas islâmicos detidos no Reino Unido.

O tribunal, com sede em Estrasburgo, considerou que não existe violação de direitos humanos por o Reino Unido aceitar o pedido de extradição.

Tanto Hamza, como os cinco presumíveis terroristas detidos no Reino Unido alegavam uma violação de direitos humanos para evitarem serem enviados para os Estados Unidos.

Hamza e os cinco detidos estão acusados de cometer atos terroristas em território norte-americano.

Nos Estados Unidos, Hamza enfrenta 11 acusações, incluindo uma por alegada participação no sequestro de 16 turistas ocidentais no Iémen em 1998, do qual resultou a morte de quatro reféns.

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Favelas brasileira made in exportação em Mumbai na Índia

| Brasil, Cultura, Diversos, Mundo | 7 de abril de 2012

Dharavi, em Mumbai, é uma das maiores favelas do mundo

Um grupo de arquitetos da Índia quer levar algumas lições aprendidas nas favelas brasileiras para Mumbai para melhorar as condições de moradia em regiões pobres da cidade indiana.

Arquitetos e urbanistas do Institute of Urbanology – uma fundação dedicada à pesquisa e difusão de ideias de urbanismo, com sede em Mumbai – acreditam que várias iniciativas do governo indiano de reconstruir conjuntos habitacionais acabaram produzindo apenas corrupção, prédios decrépitos e vizinhanças miseráveis.

Em alguns casos, as condições de vida dos moradores nos novos blocos até mesmo piorou quando eles trocaram seus casebres nas favelas por esses novos apartamentos.

Os arquitetos indianos visitaram a favela de Paraisópolis, em São Paulo, este ano e ficaram empolgados com o que viram. Em vez de destruir casebres e construir conjuntos habitacionais novos, a maioria dos moradores da favela deu um “jeitinho” na sua própria casa.

Segundo os profissionais do Institute of Urbanology, isso é muito mais eficaz para melhorar as condições de moradia do que simplesmente destruir favelas inteiras.

Casas-ferramentas

Matias Echanove, que participa do coletivo acadêmico de urbanismo Urbz, envolvido na viagem à Paraisópolis, aponta quatro problemas na construção de novos conjuntos habitacionais para substituição de favelas.

Primeiro, para que os apartamentos tenham preços acessíveis, os construtores precisam reduzir muito o custo da obra, o que compromete a qualidade do material usado.

Outro problema é que os conjuntos habitacionais acabam com o que Echanove chama de “casas-ferramentas” – moradias que são usadas também como estabelecimentos comerciais.

“Quando as pessoas perdem as suas casas nas comunidades, elas também perdem os seus negócios. Para a economia local, isso pode ser uma coisa ruim”, disse Echanove à BBC Brasil.

O terceiro fator é o convívio social, que fica comprometido, pois as pessoas em prédios habitacionais interagem menos do que em comunidades como favelas.

“(Em conjuntos habitacionais) é possível se sentir ainda mais inseguro do que em favelas. As favelas e comunidades de Mumbai têm algo que os urbanistas chamam de ‘olho na rua’, ou seja, sempre tem alguém circulando pelas ruas”, diz o urbanista.

“Uma coisa que nos chamou a atenção em Paraisópolis é que em partes da favela nós tínhamos uma sensação maior de segurança do que em outros pontos de São Paulo, como no Centro da cidade, onde havia vários traficantes e usuários de drogas. Nas favelas, há mais famílias e trabalhadores circulando, o que torna o ambiente bem mais agradável.”

Por fim, o urbanista acredita que a construção de prédios leva à corrupção.

“O setor de construção é sempre um dos mais corruptos da economia. Em geral, são sempre os mesmos agentes que ganham os contratos públicos.”

Vantagem

Outra vantagem observada pelos urbanistas em sua visita à Paraisópolis é o que os profissionais chamam de “desenvolvimento incremental” – moradores que usam suas rendas para melhorar as próprias moradias, construindo mais andares em uma casa e “puxadinhos”.

“Nós vimos casos bem curiosos em Paraisópolis, como um morador que havia melhorado sua casa ao longo de 18 anos. Isso forma um ciclo muito mais rico de desenvolvimento urbano e econômico.”

Ele reconhece que há também problemas graves nas favelas, sobretudo quando o poder público não provê boas ruas, saneamento e energia elétrica. Outra falha é que favelas sem nenhum tipo de planejamento urbanístico – sobretudo as construídas em áreas de risco – são mais vulneráveis em eventos como enchentes. Para Echanove, no entanto, isso pode ser resolvido com obras por parte das autoridades, e não com a remoção das favelas.

As lições podem ser aproveitadas em lugares como Dharavi, uma das cinco maiores favelas do mundo, cuja população total é estimada entre 600 mil e 1 milhão de pessoas.

Escola Dharavi-Paraisópolis

O Institute of Urbanology pretende realizar uma série de oficinas e debates em junho de 2013 sobre as experiências de arquitetura na Índia e no Brasil. Com apoio da Prefeitura de São Paulo e da multinacional de cimento Lafarge, profissionais da área passarão duas semanas em Dharavi e duas semanas em Paraisópolis para o evento que foi batizado de Escola de Urbanologia Dharavi-Paraisópolis.

“Pedreiros e moradores das favelas vão ensinar urbanistas, arquitetos e políticos algumas de suas técnicas. Nós queremos reverter a hierarquia tradicional de autoridade pública e mostrar que temos coisas a aprender como profissionais”, diz o diretor da Urbz.

Este ano, a entidade indiana levou estudantes da prestigiosa faculdade Sir JJ College of Architecture, de Mumbai, para o Brasil, onde eles passaram horas observando as técnicas desenvolvidas pelos pedreiros das favelas brasileiras. Esta semana foi lançada uma exposição com fotos tiradas da favela em São Paulo.

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Londres abre centro de medição de emissões de dióxido de carbono

| Mundo | 28 de março de 2012

Londres abriu nesta segunda-feira o CMM (Centro de Medição do Carbono), que permitirá coletar dados mais precisos sobre as emissões de dióxido de carbono na atmosfera.

O centro, cuja inauguração coincide com a cúpula de especialistas climáticos Planet Under Pressure (“Planeta Sob Pressão) na capital britânica, terá números mais precisos sobre os efeitos da mudança climática e promoverá o desenvolvimento de tecnologias benéficas ao meio ambiente, informou a emissora BBC.

As medições do CCM, que fica no Laboratório Nacional de Física londrina, melhorarão as projeções dos cientistas sobre a evolução da mudança climática e o aquecimento global.

“Os dados das estações terrestres e os satélites são introduzidos nos modelos científicos para tirar conclusões sobre o aumento do nível do mar e outros impactos sobre o clima. Portanto, quanto melhor forem estes dados, mais confiáveis serão os modelos e as previsões”, disse Jane Burston, diretora do CCM.

O centro colaborará ainda com outras instituições científicas e provedores comerciais para melhorar a precisão dos instrumentos de medição e sua avaliação.

Também serão verificados se os produtos das emissões de dióxido de carbono estão cumprindo com os requisitos para serem considerados como tal já que, em algumas ocasiões, os cientistas alertaram sobre diferenças entre o que as companhias anunciam e a poluição real que geram.

Outro de seus objetivos será promover o desenvolvimento de tecnologia com baixo nível de emissões na atmosfera, especialmente no setor energético.

“O CCM foi criado para fornecer medições científicas confiáveis que permitam melhorar a compreensão do clima, apoiar as políticas para frear a mudança climática e acelerar o desenvolvimento de tecnologias limpas ao meio ambiente”, disse David Willets, o secretário de Estado britânico de Universidades e Ciência.

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Reino Unido enviará seus navios de guerra mais modernos às Malvinas

| Diversos, Mundo | 31 de janeiro de 2012

A marinha britânica enviará nos próximos meses um de seus navios de guerra mais modernos, o “HMS Dauntless”, ao Atlântico Sul, anunciou nesta terça-feira o ministério da Defesa, em meio à tensão crescente entre o Reino Unido e a Argentina pela soberania das Malvinas.

O ministério indicou, no entanto, que se tratava de um deslocamento de rotina e não de uma resposta à recente escalada verbal entre ambos os países ante a aproximação do aniversário de 30 anos da guerra que os confrontou em 1982.

“O deslocamento do HMS Dauntless ao Atlântico Sul está previsto há tempos, é totalmente de rotina e substituirá outro navio de patrulha”, declarou um porta-voz da marinha citado num comunicado divulgado pelo ministério.

O “HMS Dauntless”, um destróier de classe 45 que entrou em serviço em 2010, substituirá a fragata que patrulha atualmente a zona, a “HMS Montrose”.

Seu navio gêmeo, “HMS Darging”, foi enviado recentemente ao Golfo para sua primeira missão em meio a tensões crescentes com o Irã e depois da ameaça de Teerã em bloquear o estreito de Ormuz, uma rota de trânsito fundamental para o fornecimento de petróleo mundial.

Estes destróieres transportam mísseis antiaéreos Sea Viper e helicópteros do tipo Chinook.

A notícia acontece em um momento de aumento da tensão verbal entre Argentina e Grã-Bretanha, em especial após a decisão das nações do Mercosul (Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai) de impedir que navios com bandeira das Malvinas ingressem em seus respectivos portos.

Além disso, em 2 de abril é o 30º aniversário da guerra de 74 dias mantida pelos dois países, na qual 649 argentinos e 255 britânicos morreram e que terminou com a rendição da nação sul-americana.

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