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Estudante Brasileira pode ser deportada de Londres por estudar em universidade ilegal

OM | Brasil, Londres, Marketing | 5 de setembro de 2012

Após investir mais de R$ 64 mil para fazer um curso de Marketing, a estudante baiana Camila Alvarez, de 25 anos, viu seu sonho de concluir um mestrado em Londres transformar-se no pesadelo de uma ameaça de deportação. Camila faz parte do grupo de 35 brasileiros matriculados na London Metropolitan University (LMU), universidade que perdeu a licença para pedir a emissão de vistos para alunos estrangeiros na semana passada, em uma decisão inédita do governo da Grã-Bretanha.

O caso: Até 2 mil alunos temem deportação após universidade britânica perder licença

Consequência para brasileiros: Incerteza sobre diploma preocupa alunos em Londres

A estudante de Salvador estava no primeiro mês de um curso de 15 meses quando a LMU teve sua licença revogada. De acordo com autoridades britânicas, ela e os outros 2.700 estudantes não-europeus da LMU terão 60 dias para serem aceitos em outra universidade ou deixar o país. Segundo a LMU, o prazo só começará a contar a partir do momento em que os estudantes recebam uma carta da agência de imigração lhes informando oficialmente sobre sua situação.

“Tenho de entregar trabalhos para o curso, mas não consigo avançar porque paro e me pergunto: ‘Por que estou fazendo isso se posso acabar até sendo deportada?’”, disse Camila à BBC Brasil. Ela afirma que pedirá o dinheiro investido no mestrado de volta se tiver de deixar o país. “Uma decisão como essa tem um impacto psicológico muito grande. Não é fácil acordar um belo dia e ver seus planos de estudar no exterior desmoronarem. Em poderia ter ido para os EUA, o Canadá ou a Austrália, mas escolhi vir para cá. Agora, a mensagem que tal medida envia para estudantes estrangeiros é que eles não são bem-vindos na Grã-Bretanha”, completa a estudante.

Segundo a Associação de Brasileiros Estudantes de Pós-Graduação e Pesquisadores no Reino Unido (Abep), a forma como a licença da LMU foi revogada “gera incerteza” sobre os benefícios de trazer estudantes brasileiros à Grã-Bretanha, em um momento em que o governo brasileiro se diz disposto a financiar 10 mil alunos em instituições britânicas dentro do programa “Ciência sem Fronteiras”.

Pelo menos mais um aluno, de doutorado, já procurou a embaixada brasileira em Londres relatando estar em uma situação semelhante a de Camila. Outros, que estavam no fim do curso, não têm certeza de que receberão o diploma. E um número ainda não divulgado de brasileiros que deveriam começar os estudos na LMU entre setembro e outubro também terá de cancelar os planos de viagem.

Tiro no pé

Antes de começar o mestrado em Londres, Camila trabalhou quatro anos em uma empresa de navegação em Salvador. Estava satisfeita com o trabalho, mas ainda assim decidiu largar o emprego e estudar fora do Brasil para expandir suas perspectivas de carreira. O investimento da estudante no projeto foi substancial – tanto em termos financeiros quanto de tempo. Camila começou a trabalhar nos preparativos para sua estadia na Grã-Bretanha em março do ano passado. Só o curso de mestrado em Marketing na LMU custou 12.000 libras (R$ 38.700). Também teve de fazer um exame de inglês, pagar uma tradutora juramentada para traduzir seus documentos e viajar para o Rio de Janeiro para completar o processo de solicitação do visto – procedimentos que lhe consumiram mais de R$2.000. A passagem custou R$ 3.500 e Camila ainda tinha economizado mais R$ 20.000 com os quais estava financiando os custos com alojamento e alimentação na Grã-Bretanha.

“Arranjei um emprego de meio-período, algo permitido quando você tem visto de estudante, para complementar meu orçamento aqui”, conta. “Mas não há dúvida que estudantes como eu trazem muitos recursos para a Grã-Bretanha, o que faz com que a decisão do governo sobre a LMU seja um tiro no pé”, acredita.

Incertezas sobre o diploma

Outro exemplo do drama vivido por brasileiros que estudavam na LMU é o caso do jornalista brasileiro Jonas Oliveira, de 27 anos, que entregou sua dissertação de mestrado na sexta-feira, mas não sabe se receberá o diploma . Segundo Jonas, que pagou 10 mil libras (cerca de R$ 32,2 mil) pelo mestrado em Administração do Esporte iniciado em setembro do ano passado, a universidade tem evitado “dar informações precisas” sobre o que acontecerá com os estudantes estrangeiros matriculados em seus cursos.

“Ficamos sabendo de tudo pela imprensa”, ele diz. “Alguns brasileiros deveriam receber o diploma em dezembro, mas foram à secretaria da universidade perguntar o que vai acontecer e receberam a mesma resposta: ‘não sabemos’”, contou Diego Scardone, diretor-executivo da Abep. De acordo com Scardone, nesta época do ano não será fácil para alunos que estão no meio do curso conseguirem transferência para outras universidades, porque a maioria das instituições já finalizou seus processos seletivos.

Na sexta-feira, a Abep enviou uma carta ao ministro britânico da Imigração, Damian Green, condenando a revogação da licença da LMU e chamando atenção para o “impacto devastador” sobre “milhares de estudantes internacionais, muitos deles brasileiros”. “A ameaça de deportação, a incerteza sobre o futuro e o risco de que os investimentos de muitas famílias e indivíduos sejam jogados pela janela depois de muito trabalho árduo são totalmente inaceitáveis”, diz o texto. “Essa decisão arbitrária pode gerar incerteza sobre os benefícios de trazer estudantes brasileiros ao Reino Unido e questionamentos sobre se vale a pena promover intercâmbio com um país no qual esses estudantes não são bem-vindos ou respeitados.”OM Londres o seu Portal em Língua portuguesa em Londres

 

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Britânico que teve o melhor emprego do mundo conta como era sua rotina

OM | Diversos, Marketing, Mundo | 24 de abril de 2012

 

O inglês Ben Southall  fala de como é ter o Melhor emprego do Mundo

O inglês Ben Southall fala de como foi ter o Melhor emprego do Mundo

Em 2009, o britânico Ben Southall assumiu o que foi à época chamado de “melhor emprego do mundo” – zelador de uma ilha tropical australiana – depois de bater 34 mil concorrentes.

Ele recebeu um salário anual de 150 mil dólares australianos e acomodação em uma mansão de luxo na ilha Hamilton, no Estado de Queensland.

Acompanhado de sua namorada da época, ele passou os seis meses seguintes viajando pela região para promovê-la.

Hoje, quase três anos depois, o que ele anda fazendo?

Quando partiu para assumir o “melhor emprego do mundo”, Ben deixou o trabalho de arrecadador de fundos de uma agência de caridade em Peterfield, no condado de Hamsphire, e já tinha nas costas uma boa experiência com viagens, tendo completado várias expedições solo pela África.

“Quando vi o anúncio do emprego, pensei que seria como viver em uma ilha deserta, da mesma forma que Tom Hanks em O Náufrago”, diz ele.

“Mas foi depois que venci e fui entrevistado pela Oprah Winfrey, em programa transmitido para 140 países, que pensei como tudo estava se tornando grande demais”, afirma.

Trabalho

Seu trabalho era testar atrações turísticas ao longo da Grande Barreira de Corais, incluindo produzir conteúdo de fotos, texto e vídeo para um blog para divulgar o potencial turístico do local.

Embora alguns suspeitassem que o anúncio do emprego – que obteve grande destaque na mídia mundial – fosse uma jogada de marketing, Ben diz ter trabalhado mais do que o esperado.

“Trabalhei bastante. Este devia ser chamado de emprego mais ocupado do mundo”, diz.

“Cada dia era uma experiência diferente: jet sky, me hospedar em pousadas de cinco estrelas à beira da praia, mergulhando e depois escrevendo sobre isso.”

“Exigi muito de mim por ter uma ética profissional rígida. Há cerca de 150 mil pessoas trabalhando com turismo em Queensland, portanto a pressão era grande por causa da responsabilidade que eu sentia por eles”, completa.

Exceto por uma ferroada de um tipo de água-viva conhecida como Irukandji, uma das criaturas mais perigosas da Austrália, sua experiência foi bastante positiva.

Além disso, ele fez um programa para o canal National Geographic e participou de um programa infantil australiano.

Expedição

Mas Ben não fazia uma viagem longa desde o tempo em que passou na África, e sentia falta do desafio de um projeto maior. Então, em maio de 2011, ele inicou “a melhor expedição do mundo”.

Durante quatro meses, ele remou, pedalou e velejou navegou por 1,6 mil km em um caiaque do tipo Hobie pela Grande Barreira de Corais, refazendo a rota que o capitão James Cook havia feito há mais de 240 anos.

A expedição reacendeu sua sede por viagens, e ele já planeja novas aventuras, dessa vez pela Ásia. Mas, ao contrário de suas viagens pela África, ele não deve embarcar sozinho na próxima aventura, já que vai se casar em novembro com Sophee, que conheceu há 18 meses.

Ao olhar para trás e fazer um balanço dos últimos três anos, Southall diz que, se não houvesse ganhado a competição, teria continuado dividindo seu tempo entre trabalhos na Grã-Bretanha e viagens para lugares inóspitos.

“O emprego me permitiu viver aventuras e continuar explorando, escrever sobre isso e aprender novas coisas, como filmagem, edição, apresentação em público e trabalho de TV”, diz Southall, que hoje vive na cidade australiana de Brisbane.

“São coisas ótimas que, se não fosse a competição, eu nunca teria feito.”OM Londres o seu Portal em Língua portuguesa em Londres

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O canal Bandsports comprou dois Red Bus de Londres

OM | Brasil, Esporte, Marketing | 5 de abril de 2012

O canal Bandsports comprou dois ônibus de Londres(Red Bus), fez as adaptações necessárias e vai utilizá-los na cobertura e na divulgação das Olimpíadas de Londres.

Um veículo ficará em Londres, estacionado cada dia num ponto turístico da cidade, e será utilizado como estúdio principal do canal para a transmissão de jornais, realização de entrevistas e debates. Câmaras, apresentadores e entrevistados ficarão instalados no segundo andar do veículo, que foi adaptado para fazer as transmissões ao vivo.

Os estúdios do centro de imprensa de Londres serão usados apenas de forma alternativa, como instrumento de apoio. “Desse modo, vamos sempre mostrar a cidade ao vivo e pulsante durante as Olimpíadas”, comenta Elia Jr., que será o âncora do ônibus londrino. Ele conta que esse esquema de estúdio itinerante só foi possível porque houve total apoio da VisitBritain, a agência inglesa de turismo.

O segundo veículo veio para São Paulo e vai circular pela cidade durante todo o período das Olimpíadas, com o objetivo de divulgar o canal. O busão inglês já está na cidade, pronto para sair às ruas.

Equipe

Os narradores principais do BandSports serão Luciano do Vale e Oliveira Andrade, recém-contratado. A equipe de comentaristas será ampliada, com a contratação de vários atletas e técnicos, como Marcelo Negrão (campeão olímpico 92 de vôlei) e Cléberson Yamada (técnico de atletismo). Os principais apresentadores da canal  farão seus programas e jornais diretamente de Londres. No total, cerca de 200 profissionais vão trabalhar exclusivamente para as Olimpíadas, instalados em Londres e em São Paulo.

Com o slogan “Bandsports, muito além do esporte”, a campanha publicitária preparada para marcar as transmissões das Olimpíadas terá vinhetas com depoimento de oito atletas olímpicos: Maurren (atletismo), Leandro Guilheiro (judô). Marcelinho Machado (basquete), Marta (futebol), Henzo (esgrima), Esquiva (boxe), Marilson (Maratona) e Hugo Oyama (tênis de mesa).

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Câmera de segurança mostra menina brincando antes de ser baleada no Sul de Londres

OM | Diversos, Marketing | 28 de março de 2012

Três homens foram condenados nesta quarta-feira por um tiroteio que deixou paralisada uma menina de cinco anos. O incidente ocorreu no sul de Londres, no ano passado. Thusha Kamaleswaran levou um tiro no peito durante um ataque de uma gangue local, que visava integrantes de um grupo rival.

O circuito interno de TV captou os momentos que antecederam os disparos. As imagens mostram a menina brincando nos fundos da loja de seu tio.

Os autores dos tiros foram condenados por tentativa de assassinato e lesão corporal grave.

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Rihanna gasta mais que £3,600 em banho de champanhe

OM | Marketing | 29 de dezembro de 2011


Rihanna resolveu festejar o fim de sua turnê pela Europa. De acordo com o jornal The Mirror, a cantora de Barbados não poupou esforços, nem dinheiro, para tomar um banho de champanhe após seu show em Londres. O preço da brincadeira foi £3,600 (pouco mais de R$ 10 mil).

A intérprete de We Found Love comemorou a data com uma dúzia de champanhes Armand de Birgnac, levadas especialmente da França para Londres, na semana passada. De acordo com a publicação, a champanhe teria sido jogada sobre ela no banheiro de seu camarim.

 

 

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Pai de Amy Winehouse quer Lady Gaga interpretando a filha no cinema

OM | Diversos, Marketing | 15 de dezembro de 2011

Mitch Winehouse, pai da cantora Amy Winehouse, deu sinal verde para que Lady Gaga (25) interprete a filha no cinema. Em entrevista ao jornal Mirror, ele declarou que Gaga seria perfeita para o filme que vai contar a história brilhante e trágica de Amy.

“Ouvi dizer que Lady Gaga está ansiosa para interpretar Amy em um filme. Eu não sei como é a pronúncia do inglês britânico dela, mas isso não é só uma pronúncia britânica que ela tem que fazer com perfeição. É algo como uma mistura de Inglês-Cockney-Judeu. Então ela precisa começar a praticar agora”, brincou. “Mas ela seria ótima”. Mitch contou ainda que conheceu os pais de Gaga e considerou-os pessoas “muito agradáveis”.

O tablóide britânico Daily Star informou em agosto, algumas semanas após a morte de Amy, que Gaga estaria negociando com produtores de Hollywood para viver a polêmica nas telonas. Há algumas semanas, Gaga visitou o apartamento onde Amy morava em Londres

 

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A cerveja Corona leva jardim tropical ao inverno de Londres

OM | Diversos, Marketing | 14 de dezembro de 2011

Com a ação, a companhia mexicana busca criar uma experiência de marca, oferecendo imagens, aromas, sons e sabores para que os consumidores sintam-se na estação mais quente

A cerveja Corona Extra criou um espaço tropical no inverno de Londres para divulgar a marca, aproveitando o fim de ano. A empresa construiu um jardim fechado, com aquecimento para deixar a temperatura bem mais quente, decoração de palmeiras e elementos dos trópicos.

A pop-up store chama-se Corona Extra Summer e tem o objetivo de levar o verão à época fria da cidade, funcionando apenas de 15 a 17 de dezembro.

Com a ação, a companhia mexicana busca criar uma experiência de marca, oferecendo imagens, aromas, sons e sabores para que os consumidores sintam-se na estação mais quente.

Para isso, serão servidas as cervejas com rodelas de limão e haverá músicas relacionadas ao tema.

Outro ponto é oferecer uma alternativa aos festejos tradicionais do Natal. Na divulgação na fan page, a marca chama os consumidores a escaparem do frio e das canções natalinas.

 

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Conheça o novo escritório do Google em Londres

OM | Diversos, Marketing | 12 de dezembro de 2011

Para garantir a boa produtividade de seus engenheiros, o escritório do Google em Londres passou por uma reforma radical. A empresa, que antes ocupava três andares de um prédio, inaugurou agora um quarto piso para seus 350 funcionários.

O novo andar possui salas de reuniões e ambientes que se assemelham aos cenários do “Big Brother”, com alguns espaços que simulam também naves espaciais.

A proposta é criar um local onde os funcionários possam exercer ao máximo a sua criatividade. Para isso o novo escritório oferece também alimentação e bebidas de forma farta e gratuita. Além de um ginásio, há uma sala à prova de som com bateria e guitarras e sala de jogos com mesa de bilhar e videogames.

Os representantes do Google destacam o novo escritório como um ponto estratégico na sua operação global e aposta que de lá sairão as novidades mais populares da empresa.

O escritório é situado em Victoria, na área central da capital inglesa.

As salas de descanso e de reunião contam com sofás angulosos.

Os corredores são desenhados para dar a impressão a quem trabalha de estar em uma nave espacial.

As estações de trabalho e as chamadas “baias”, que nas outras empresas são meramente um cubículo sem graça, devem ganhar decoração ainda mais hi-tech.

O setor de engenharia, chamado de L4 e que ocupa um andar inteiro do prédio, recebeu uma decoração moderna.

Hora do café

As mesas de bilhar não são privilégio apenas dos engenheiros. A equipe formada por 350 pessoas pode utilizar o espaço para relaxar ou até montar torneios.

O ambiente para conversar ou para fazer reuniões informais poderia figurar em qualquer revista de decoração.

Nos intervalos, os funcionários também podem jogar videogames, sem ter que se esconder dos chefes.

As salas para teleconferência mais parecem bibliotecas modernas para estudantes.

E as salas de reunião para discussão de projetos

Google Londres

 

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