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Polícia identifica homem que caiu de avião em Londres

| Diversos, Justiça, Londres | 15 de abril de 2013

Jose Matada o homem que "caiu do céu" em Londres

A polícia britânica identificou como José Matada o homem que caiu de um avião em Londres em setembro.

O corpo de Matada, de 30 anos, foi encontrado no oeste de Londres, e sua identidade era um mistério até agora.

Originalmente identificado como um imigrante ilegal de Angola, José Matada é na verdade de Moçambique.

Um chip de celular encontrado no bolso da vitíma permitiu que a polícia descobrisse quem era a vítima.

A confusão a respeito da identidade aconteceu porque Matada carregava dinheiro angolano.

O corpo de José Matada foi encontrado logo após um vôo vindo de Luanda, em Angola, ter sobrevoado uma área residencial próxima ao aeroporto de Heathrow.

Uma autópsia determinou que José Matada morreu de ferimentos múltiplos.

A Polícia está tentando entrar em contato com a família.

Matada teria entrado sem ser percebido no minúsculo compartimento do trem de pouso da aeronave, ainda na capital angolana, Luanda.

Como proteção à baixa temperatura e à alta pressão, o jovem teria tomado uma única precaução. Segundo os investigadores, ele encheu os ouvidos com pedaços de lenços de papel.

Porém, oito horas depois, quando o avião já se aproximava da cidade de Mortlake, no sudoeste de Londres, para pousar no Aeroporto Internacional de Heathrow, o homem “caiu do céu”, segundo relatos de moradores da região.

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Britânicos comemoram nas ruas morte de Margaret Thatcher

| Celebridade, Londres | 9 de abril de 2013

Homem segura cartaz comemorando morte de Thatcher em Glasgow

Grupos de pessoas se reuniram em Londres e em Glasgow, na Escócia, entre outros lugares, para celebrar nas ruas, abertamente, a morte da ex-primeira-ministra britânica Margaret Thatcher, ocorrida nesta segunda (8).

As comemorações mostram como a ex-premiê, importante figura política que mudou o Reino Unido, diminuindo drasticamente o papel do Estado, é polêmica ainda hoje.

Uma celebração improvisada acontecia em Brixton, na zona sul de Londres, cenário de intensos distúrbios sociais na década de 1980.

“Thatcher em si representa muito do que o povo odeia que aconteceu na Grã-Bretanha nos últimos 20, 30 anos”, disse o designer gráfico Ben Windsor, de 40 anos, ao lado de um homem que segurava um cartaz com uma caricatura grosseira da baronesa e as palavras “júbilo, júbilo”.

Sob o olhar de policiais, outros manifestantes chegaram com latas de cerveja e garrafas de vinho, gritando “ela está morta!”.

No começo da noite, 199 mil pessoas já haviam “curtido” o site isthatcherdeadyet.co.uk (“Thatcher já morreu?”). O site havia recebido uma atualização em grandes letras maiúsculas: “SIM”.

A página incentivava os visitantes a festejarem a morte de Thatcher, e oferecia a trilha sonora.

“Margaret Thatcher morreu. A senhora não vai voltar”, dizia o site. A frase fazia um trocadilho com um famoso discurso em que ela, reagindo a pedidos de moderação do seu Partido Conservador, disse que “a senhora não é de recuar”.

Thatcher, que foi primeira-ministra entre 1979 e 1990, adotou radicais políticas direitistas que, embora vistas como modernizadoras por muitos, alienaram outros tantos, que a viam como uma destruidora de empregos e de setores econômicos tradicionais.

As palavras de ódio dedicadas a ela, 23 anos após o fim do seu governo, mostram que muitos não a esqueceram nem perdoaram.

“A melhor notícia que eu recebi no ano todo”, disse uma pessoa no Facebook, dizendo-se ex-mineiro.

No bairro de Belgravia, uma garrafa de leite foi deixada na porta da casa dela, numa alusão ao corte no fornecimento de leite a escolas primárias, adotada por ela quando ministra da Educação, na década de 1970.

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Corpo de Margaret Thatcher é retirado do Hotel Ritz em Londres

| Celebridade, Londres | 9 de abril de 2013

Corpo de Margaret Thatcher é retirado do Hotel Ritz em Londres. Dama de Ferro morreu na véspera aos 87 anos, vítima de derrame. Funeral da ex-premiê britânica vai ser em 17 de abril.

O caixão com o corpo de Margaret Thatcher foi retirado nesta terça-feira (9) do hotel Ritz de Londres, onde a ex-primeira-ministra britânica morreu na véspera, aos 87 anos, vítima de um derrame cerebral.

Uma ambulância, com escolta policial, chegou pouco depois da meia-noite ao hotel para transportar o caixão a um local desconhecido.

Thatcher estava hospedada no hotel desde que deixou o hospital em dezembro, quando foi submetida a uma cirurgia na bexiga.

O funeral da Dama de Ferro acontecerá em 17 de abril, uma quarta-feira, segundo o governo britânico, com a presença da Rainha Elizabeth II.

“Foi alcançado um acordo esta manhã na reunião de coordenação do governo com a família Thatcher e o Palácio de Buckingham que o funeral de Lady Thatcher acontecerá na quarta-feira 17 de abril na catedral de Saint Paul”, anunciou Downing Street em um comunicado.

A ex-primeira-ministra, cuja política e legado continuam provocando polêmica, receberá honras militares na cerimônia.

Será um “funeral cerimonial”, um nível abaixo do funeral de Estado, similiar ao que foi organizado em 2002 para a rainha-mãe, a mãe de Elizabeth II.

O Palácio anunciou em um comunicado separado que a rainha Elizabeth II, acompanhada do marido, o duque de Edimburgo, comparecerá ao funeral cerimonial com honras militares.

A rainha da Inglaterra não costuma comparecer a este tipo de evento, mas também esteve presente em 1965 no funeral de Estado de outro ilustre ex-primeiro-ministro, Winston Churchill.

A cerimônia, fechada ao público, será exibida pelos canais de televisão. Os moradores de Londres poderão acompanhar nas ruas a procissão entre a capela no Palácio de Westminster, sede do Parlamento, para onde o caixão será levado na véspera da cerimônia, e a catedral.

O primeiro-ministro David Cameron e seu vice, Nick Clegg, também estarão no funeral, ao lado da família e daqueles que trabalharam com Margaret Thatcher, que será posteriormente cremada em uma cerimônia de caráter privado.

Vários deputados conservadores defenderam que Thatcher merecia um funeral de Estado, como Winston Churchill em 1965.

Mas, segundo o porta-voz da Dama de Ferro, Tim Bell, nem ela nem a família desejavam um funeral de Estado.

“Em particular não queria que seu corpo fosse exposto publicamente porque pensava que não era apropriado. E não queria um desfile de aviões porque acreditava que era um desperdício de dinheiro”, disse Bell.

O Parlamento, que está em recesso, terá uma sessão na quarta-feira para homenagear a ex-primeira-ministra, que formalmente permanecia como membro da Câmara dos Lordes.

Durante a noite, centenas de críticos das políticas de Margaret Thatcher participaram em celebrações improvisadas nas ruas do bairro londrino de Brixton e na cidade escocesa de Glasgow. Muitos gritaram “a bruxa morreu”.

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Formação acadêmica no Reino Unido em alta

| Diversos, Londres | 16 de fevereiro de 2013

A busca por cursos superiores no Reino Unido cresceu 3,5% no primeiro ciclo de candidaturas para o ano letivo de 2013. O aumento ocorreu no número de candidatos a cursos superiores em período integral comparado com a mesma época no ano letivo anterior. O número de candidatos vindos de países que não pertencem à União Europeia aumentou em 9,9%, são os chamados overseas students. Mesmo entre os europeus, que enfrentam atualmente uma grande crise econômica, o número de interessados em fazer a graduação no Reino Unido aumentou quase 5%. As estatísticas compreendem todas as candidaturas realizadas até o dia 15 de janeiro deste ano e foram divulgadas pela UCAS, entidade responsável por gerenciar inscrições para diferentes cursos universitários no país.

Estes dados demonstram que a última reforma no sistema educacional da Grã-Bretanha não diminuiu o interesse de estudantes pelas universidades locais. Para o Ministro da Imigração Mark Harper, o crescimento no interesse de estudantes estrangeiros é a prova de que o Reino Unido continua aberto aos melhores e mais brilhantes estudantes do mundo. “Ao protegermos a reputação do sistema educacional britânico, estaremos aptos a competir em uma corrida global”, afirma Harper. “Este é um relatório encorajador”, afirma Mary Cook, chefe- executiva da UCAS. Com as melhorias contínuas no sistema de ensino “jovens com histórico menos favorecido tem 80% mais chances de aplicar para a Universidade do que há uma década”, completa.

Confiança e credibilidade

Para uma candidatura de sucesso, o aluno estrangeiro deve atentar para diversos detalhes. Se estiver realizando a inscrição através de uma agência de intercâmbio, o estudante deve pesquisar se os cursos oferecidos são reconhecidos pelo governo britânico.  A LondonHelp4U, agência e consultoria de imigração, oferece todo o apoio ao estudante, que conta com um escritório em Londres para apoio. A empresa tem um portfólio de escolas e universidades conveniadas que oferecem cursos de inglês, graduação, pós-graduação, MBA e mestrado. Fundadora da LondonHelp4U, Francine Mendonça acredita que “para vencer no exterior, você precisa da informação correta e de pessoas nas quais possa confiar”.

Com o apoio de uma boa agência, a viagem de estudos pode ser melhor aproveitada. Mas é preciso tomar alguns cuidados. Uma rápida busca online pode trazer informações preciosas sobre a empresa: há quantos anos está no mercado, localização dos escritórios e telefones, nome e reconhecimento das escolas conveniadas pelo governo e associações. A LondonHelp4U tem o reconhecimento de diferentes instituições britânicas que controlam e regulamentam agências e consultorias de imigração: Office of The Immigration Services Comissioner (OISC), Immigration Law Practioners Association (ILPA), Joint Council for the Welfare of Immigrants (JCWI), Companies House e membro do Bar Council. A agência também é associada à Câmara Brasileira do Comércio e Indústria. Boas agências também estão presentes nas redes sociais. Em perfis corporativos, as empresas divulgam seus produtos e serviços, publicam textos e sites úteis para o viajante e mantêm um espaço aberto para que clientes e entusiastas participem e publiquem sua opinião sobre os serviços prestados pela empresa. O ambiente online propicia uma troca transparente de informações e recomendações, o que favorece maior segurança no momento da decisão.

Por: London Help4U.co.uk
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Você vive no Reino Unido sem falar inglês?

| Cultura, Diversos, Londres | 28 de janeiro de 2013

Há pessoas em todo o Reino Unido, embora não nascidos na Inglaterra, conseguindo ter seu próprio negócio ou manter um emprego, sem saber falar Inglês corretamente. Mas será que é mesmo possível viver aqui sem conhecimento adequado da língua nativa?

A comunidade romena é um dos maiores grupos de imigrantes no Reino Unido, com um número estimado de 150.000 pessoas residindo no nordeste de Londres. Petru Clej, intérprete romeno trabalhando em Londres, diz que dentro dessas “comunidades locais” é bem possível viver sem falar e aprender Inglês. “Eles se estabelecem aqui em grupos. Há bairros inteiros cheios de romenos. Eles têm as suas próprias lojas, suas próprias igrejas, assinam a TV romena, e ainda trabalham juntos. É fácil encontrar romenos vivendo aqui por mais de 10 anos sem falar uma palavra de Inglês. Embora não tenham uma vida integrada, conseguem sobreviver. Se têm filhos, eles vão para a escola, aprendem Inglês e os filhos acabam como intérpretes para os pais. Portanto, não há sempre um incentivo para aprender” diz Petru Clej.

Para a comunidade brasileira a situação não é muito diferente. Há uma estimada de 200.000 brasileiros vivendo no Reino Unido, onde 130.000 moram em Londres. Se você andar pelas ruas do noroeste de Londres ouvirá Português, língua nativa do Brasil, por onde passar. Assim como para os romenos, é possível encontrar brasileiros naturalizados britânicos que vivem no Reino Unido por mais de 10 anos, mas mal conseguem manter uma conversa com um nativo. Por isso, suas vidas também são limitadas a um status de conveniência e dependência de parentes e amigos da mesma nacionalidade.

Apesar certos campos dos serviços sociais oferecerem ajuda com interpretação, como o sistema de justiça criminal, por exemplo, conseguir viver no Reino Unido sem falar Inglês a um nível avançado está ficando mais e mais difícil. Habib Rahman, do Conselho para o Bem-Estar dos Imigrantes, diz que as pessoas geralmente querem aprender Inglês para se integrar na sociedade britânica. Mas o problema é que não querem fazer esforço, porque são dependentes de outras pessoas ou porque vivem aqui ilegalmente. Líder do Partido Trabalhista, Ed Miliband, disse que “não muito tem sido feito para garantir a integração na sociedade em geral das comunidades imigrantes. Mas se as pessoas querem se estabelecer no Reino Unido falar Inglês é fundamental. É de seu próprio interesse aprender a língua nativa para que tenham acesso a oportunidades de emprego melhores, e educação para si e seus filhos.”

Mas agora as coisas estão mudando, principalmente para aqueles que desejam residir no Reino Unido, especialmente para os que desejam se naturalizar. O teste life inthe UK foi idealizado para preencher esta lacuna, e encorajar as pessoas a aprender não só a língua como também a história do local onde escolheram para viver. Então, se você mora no Reino Unido e quer aprender Inglês, bem como se preparar para o teste life in the UK entre em contato conosco. Oferecemos cursos de preparação regularmente, com um professor britânico. Além disso, temos parcerias com as melhores escolas de inglês no Reino Unido para fornecer aos nossos clientes os melhores programas de aprendizado.

Por: London Help4U.co.uk
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Mudanças na regulamentação Européia

| Diversos, Europa, Imigração, Londres | 3 de janeiro de 2013

Mais mudanças na regulamentação Européia

A leis (Directiva) que regulam o Espaço Econômico Europeu atuavam da seguinte forma desde 2006:

- Definindo os direitos dos cidadãos da Comunidade Européia e seus familiares, para ser
admitido e residir no Reino Unido em certas capacidades, incluindo a confirmação dos critérios para
direitos de residência permanente.
- Permitindo, através de documentação (passaporte ou identidade para quem é cidadão
europeu e seus familiares) direitos de livre circulação nos países em uma capacidade relevante (em
busca de trabalho, sendo alto suficiente estudante, etc).
- E finalmente, definindo os poderes para negar ou revogar a documentação por razões de
ordem pública, de saúde pública ou de segurança pública.

Estes regulamentos foram alterados mais uma vez no dia 16 de julho de 2012, a fim de:

- A. Dar efeito aos acordos do Tribunal de Justiça da União Europeia (ECJ) através da
jurisprudência de: Chen (C-200/02), Ibrahim (C-310/08) e Teixeira (C-480/08), que estabelece novos
direitos para entrar e permanecer no Reino Unido.
- B. Dar efeito aos acordos do TJCE, nos casos de Lassal (C-162/09), Dias (C-325/09), McCarthy
(C-434/09) e Ziolkowski e outros (C-424/10 e 425/10) que restringem as condições em que os
direitos de livre circulação podem ser exercidos por esses membros.

Em outras palavras, com tais mudanças, as regras ficaram mais rígidas em relação a implantação da
Directiva no Reino Unido (leis da União Européia). Os direitos de recurso e provas necessárias para
uma apelação também estão limitados.

Enfim, se você teve uma relação com um europeu sem casamento e dessa relação tiveram filhos,
você terá que provar que é auto suficiente para viver no Reino Unido com essa criança até ela
completar 18 anos, assim como terá que possuir um plano de saúde para não utilizar da saúde
pública e, por último, não terá o direito de obter permanência no país após a criança européia
completar 18 anos.

A cada mudança as regras estão ficando mais severas e a mensagem anti-imigração cada vez mais
forte, o que nos faz refletir se o termo “União Européia” ainda é condizente com a realidade na
qual vivemos.

 

Por: Carina Laidens
www.lbhlawservices.com
Consultora de Imigração Senior na LBH Immigration Law Services
Dúvidas? Envie um email para: carina.laidens@lbhlawservices.com
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Metro de Londres usa vídeo de quedas como alerta

| Diversos, Londres | 13 de dezembro de 2012

Nos últimos doze meses, mais de três mil pessoas caíram no metro de Londres. Preocupada com o bem-estar dos passageiros, a Network Rail decidiu divulgar imagens de videovigilância para mostrar como as quedas são frequentes.

As imagens envolvem apenas mulheres, porque são um dos maiores alvos de queda devido a saltos altos ou à tendência de correrem demasiado carregadas – este tipo de quedas cresceu, segundo o ‘Daily Mail’, 70 por cento em sete anos.

Entre Abril do ano passado e Março deste ano, o metropolitano londrino registou 3118 quedas, 1120 das quais nas escadas. Foram registados 19 danos graves e uma morte (uma pessoa que caiu na linha da estação London Bridge).

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Pela primeira vez, britânicos brancos são minoria em Londres

| Diversos, Londres | 13 de dezembro de 2012

Atualmente, os brancos nascidos no Reino Unido representam 45% da população total da capital britânica, em comparação com os 58% de 2001

Pela primeira vez, os britânicos de raça branca não chegam a 50% da população de Londres, cidade que conta com 8,2 milhões de habitantes, segundo os resultados do censo de 2011 que foram divulgados nesta terça-feira pelo Escritório Nacional de Estatísticas (ONS, por sua sigla em inglês).

Atualmente, os brancos nascidos no Reino Unido representam 45% da população total da capital britânica, em comparação com os 58% de 2001, quando foi realizado o último censo na Inglaterra e no País de Gales.

A razão principal para este descenso de 13 pontos percentuais acontece por conta do forte aumento de residentes estrangeiros, que cresceu 63% desde 2001 na Inglaterra e em Gales.

Em Londres, 37% dos habitantes nasceram fora do Reino Unido, quando há dez anos este segmento da população representava apenas 25%.

A maioria dos estrangeiros residentes em Londres procedem da Índia e já chega a 3% do total de habitantes da capital britânica, seguidos dos originários da Polônia, que chega a 2%.

Também influenciou nos números o grande aumento dos britânicos de raça negra, asiática e mestiça, segundo os resultados deste censo realizado em 27 de março de 2011, nos 348 municípios da Inglaterra e do País de Gales, que foi divulgado nesta terça-feira pela ONS.

Assim, os britânicos de raça asiática somam 18,4% da população londrina, enquanto os de raça negra são 13,3%.

A imigração é a causa de mais da metade do aumento da população britânica, que cresceu 7% até chegar aos 56,1 milhões em 2011 (53 milhões na Inglaterra e 3,1 milhões em Gales), frente aos 52,4 milhões em 2001.

Os residentes de origem estrangeira passaram de 4,6 milhões em 2001 para 7,5 milhões em 2011 e já representam 13% do total da população.

 

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