Bem Vindo, visitante! [ Cadastre-se | Entrarrss  |  tw

Aquisição do Visto por crianças por longa Residência

| Imigração | 5 de julho de 2013

Uma criança nascida no Reino Unido, mas  com seus pais em situação ilegal no país, tem direto de se regularizar no país? E quando a criança é nascida no exterior mas criada no Reino Unido e com pais também em situação ilegal??

Com certeza essa é uma questão muito delicada e polêmica. Geralmente somos capazes de diferenciar o justo do injusto, ou até mesmo o certo do errado

Porém, quando interesses pessoais ou políticos estão em discussão, como na questão imigratória no Reino Unido, aí a diferenciação do certo e errado entra em conflito. Uma coisa é saber o que é correto, outra é fazê-lo, principalmente, transportando para a esfera pessoal quando isso nos prejudica ou vai contra a nossa vontade.

O nosso dia a dia é assim. Se lembrarmos das discussões em casa, no trânsito, no trabalho e etc. Geralmente o ser humano não gosta de admitir que errou e o mais franco tende a perder. Levando isso para o campo legal, notamos o surgimento de um juiz independente, que assegure, a cada um, o direito que é seu.

Por essa razão que a nova regulamentação do Home office nomeada de 276ADE está garantido esse direito para as crianças imigrantes no Reino Unido assim como suas famílias.

Foi criada uma nova regulamentação da qual a mesma absorve o Artigo 8 dos direitos Humanos:

Exigências a serem cumpridas pelo requerente de uma autorização de permanência em razão da vida privada (Artigo 8 dos direitos Humanos 1998)

Artigo 8: Direito à privacidade

(1) Toda pessoa tem direito pela sua vida privada e familiar, do seu domicílio e da sua correspondência.

(2) Não deve haver interferência da autoridade pública no exercício deste direito senão quando esta está de acordo com a lei e, é necessária numa sociedade democrática, no interesse da segurança nacional, segurança pública ou o bem-estar econômico do país, para a prevenção das infracções penais, a proteção da saúde ou da moral, ou a proteção dos direitos e liberdade de outros.

Portanto, dentro dessa regulamentação, os seguintes indivíduos poderão se beneficiar:

Possuir 18 anos de idade e ter vivido continuamente no Reino Unido por pelo menos 7 anos;

  1. Possuir 18 anos de idade e menos de 25 anos e ter vivido metade da sua vida continuamente no Reino Unido;
  2. Possuir 18 anos ou acima e ter vivido continuamente no Reino Unido por menos de 20 anos, mas não tem nenhum vínculo (incluindo social, cultural ou familiar) com o país para o qual ele teria que ir, se obrigado a deixar o Reino Unido.

Para isso será necessário fazer uma aplicação correta junto ao Home Office , usando os serviços de uma assistência jurídica, pois o advogado será essencial nessa solicitação.

Por: Carina Laidens
www.lbhlawservices.com
Consultora de Imigração Senior na LBH Immigration Law Services
Dúvidas? Envie um email para: carina.laidens@lbhlawservices.com
Mais informações  aqui! 

 

 

OM Londres o seu Portal em Língua portuguesa em Londres

 

Divulgue seu produto ou serviço em Londres

Mais informações acesse

Londres + 44 020 8133 0069 Veja detalhes de publicidade no OM + informações entre em contato: info@omlondres.com My status

Fale grátis Facebook Twitter Orkut SKYPE

Não deixe de curtir nossa página no Facebook – www.facebook.com/OMLondres E nos seguir no Twitter twitter.com/#!/melhordelondres

 

 

1,581 visualizações, 2 hoje

Regulamentações da Imigração Reino Unido

| Diversos, Imigração | 16 de janeiro de 2013

Mudanças de 8 de Novembro 2012

No dia 8 de Novembro de 2012, algumas regulamentações da Imigração (Espaço Econômico Europeu) de
2006 sofreram novas mudanças.

Os regulamentos alterados definem os direitos dos cidadãos do EEE (Espaço Econômico Europeu) e seus familiares para entrar e residir no Reino Unido e também confirmam os critérios de direitos de residência permanente.

As principais alterações aos regulamentos incluem:

• eliminação da exigência na Regulamentação 8 (2 (a), que dizia que um membro não direto da família (tios, filhos maiores de 21, irmãos, etc) teria quer ter residido, antes de vir para o Reino Unido, em
um país em que o nacional EEE também residiu. Essa alteração fez que entrasse em vigor a decisão do Tribunal de Justiça da União Européia – TJCE (Tribunal de Justiça da Comunidade Européia) no
julgamento do caso Rahman (C83/11);

• alterações nas quais conferem os direitos de entrada e de permanência daqueles que possuem a custódia e uma criança que é cidadã britânica. Isso fez com que entrasse em vigor a decisão do TJCE, no caso de Ruiz Zambrano (C34/09);

• alterações em relação à concessão de vistos e direitos à uma pessoa que está no Reino Unido apenas porque é responsável por um Menor de 18 anos que também residi no Reino Unido e está estudando em tempo integral. Esse menor é europeu, mas o pai ou a mãe não. (Direitos Derivados);

• alteração da Regulamentação 26, aonde uma pessoa que afirma estar num relacionamento estável e duradouro de um nacional do EEE só poderão apelar se possuír evidências suficientes de que a relação com o nacional do EEE realmente existe;

• alterações para permitir que o Secretário do Estado aceite evidências alternativas de identificação e nacionalidade, onde uma pessoa é incapaz de fornecer um cartão de identificação ou passaporte válido devido a circunstâncias que fogem do seu alcançe.

O direito de residir no Reino Unido, com base em acordo do TJCE no caso Ruiz Zambrano não deriva diretamente da Directiva1 2004/38/CE e, portanto, é referido como um “direito derivado”. Isto significa que o reconhecimento desse direito pelo Reino Unido não é igual a direitos previstos na Directiva.

Isto também significa que àqueles que adquirem direitos derivados (por serem responsáveis por um Menor de 18 anos conforme citado acima) não são elegíveis para adquirir residência permanente no Reino Unido, ou patrocinar outros membros da família para o Reino Unido depois de terem adquirido o direito a residir aqui.

Um novo formulário de aplicação para as pessoas que solicitaram residência na Inglaterra com base no caso Ruiz Zambrano estará disponível em breve. Enquanto este formulário não é publicado, os candidatos devem preencher o formulário EEA2 e incluir uma carta explicando o motivo da suaaplicação (em outras palavras a representação jurídica do seu representante). Resumindo, o departamento de fronteira e imigração da Inglaterra está realmente interessado
em diminuir o número de imigrantes no Reino Unido. Por essa razão, estão colocando todas essas  restrições.

Porém, entre todas elas, somente uma tornou-se favorável ao imigrante que é aquela que deixa o dependente de europeu (que não seja membro direto da família-ex: irmão, tio, primo, filhos maiores de 21 e etc), solicitar a residência sem ter que provar que residia com o famliar europeu em outro país antes de residir no Reino Unido.

Consulte-nos. Pré-consulta gratuita através do 0207 993 6298

1. Uma directiva comunitária é uma lei da União Européia que toma precedente sobre as leis dos diferentes estados membros. Todas as directivas comunitárias são votadas pelo Conselho de Ministros apropriado, após consulta junto ao Parlamento Europeu. Após a sua adoção está normalmente previsto um período, que se pode extender até três anos, para que a Directiva seja introduzida na Lei dos estados membros. A autoridade máxima para a interpretação das
Directivas comunitárias é o Tribunal Europeu de Justiça.

Por: Carina Laidens
www.lbhlawservices.com
Consultora de Imigração Senior na LBH Immigration Law Services
Dúvidas? Envie um email para: carina.laidens@lbhlawservices.com
Mais informações  aqui! 

 

OM Londres o seu Portal em Língua portuguesa em Londres

 

Divulgue seu produto ou serviço em Londres

Mais informações acesse

Londres + 44 020 8133 0069 Veja detalhes de publicidade no OM + informações entre em contato: info@omlondres.com

My status

Fale grátis Facebook Twitter Orkut SKYPE

Não deixe de curtir nossa página no Facebook – www.facebook.com/OMLondres E nos seguir no Twitter twitter.com/#!/melhordelondres

 

 

1,628 visualizações, 1 hoje

Mudanças na regulamentação Européia

| Diversos, Europa, Imigração, Londres | 3 de janeiro de 2013

Mais mudanças na regulamentação Européia

A leis (Directiva) que regulam o Espaço Econômico Europeu atuavam da seguinte forma desde 2006:

- Definindo os direitos dos cidadãos da Comunidade Européia e seus familiares, para ser
admitido e residir no Reino Unido em certas capacidades, incluindo a confirmação dos critérios para
direitos de residência permanente.
- Permitindo, através de documentação (passaporte ou identidade para quem é cidadão
europeu e seus familiares) direitos de livre circulação nos países em uma capacidade relevante (em
busca de trabalho, sendo alto suficiente estudante, etc).
- E finalmente, definindo os poderes para negar ou revogar a documentação por razões de
ordem pública, de saúde pública ou de segurança pública.

Estes regulamentos foram alterados mais uma vez no dia 16 de julho de 2012, a fim de:

- A. Dar efeito aos acordos do Tribunal de Justiça da União Europeia (ECJ) através da
jurisprudência de: Chen (C-200/02), Ibrahim (C-310/08) e Teixeira (C-480/08), que estabelece novos
direitos para entrar e permanecer no Reino Unido.
- B. Dar efeito aos acordos do TJCE, nos casos de Lassal (C-162/09), Dias (C-325/09), McCarthy
(C-434/09) e Ziolkowski e outros (C-424/10 e 425/10) que restringem as condições em que os
direitos de livre circulação podem ser exercidos por esses membros.

Em outras palavras, com tais mudanças, as regras ficaram mais rígidas em relação a implantação da
Directiva no Reino Unido (leis da União Européia). Os direitos de recurso e provas necessárias para
uma apelação também estão limitados.

Enfim, se você teve uma relação com um europeu sem casamento e dessa relação tiveram filhos,
você terá que provar que é auto suficiente para viver no Reino Unido com essa criança até ela
completar 18 anos, assim como terá que possuir um plano de saúde para não utilizar da saúde
pública e, por último, não terá o direito de obter permanência no país após a criança européia
completar 18 anos.

A cada mudança as regras estão ficando mais severas e a mensagem anti-imigração cada vez mais
forte, o que nos faz refletir se o termo “União Européia” ainda é condizente com a realidade na
qual vivemos.

 

Por: Carina Laidens
www.lbhlawservices.com
Consultora de Imigração Senior na LBH Immigration Law Services
Dúvidas? Envie um email para: carina.laidens@lbhlawservices.com
Mais informações  aqui! 

OM Londres o seu Portal em Língua portuguesa em Londres

 

Divulgue seu produto ou serviço em Londres

Mais informações acesse

Londres + 44 020 8133 0069 Veja detalhes de publicidade no OM + informações entre em contato: info@omlondres.com My status

Fale grátis Facebook Twitter Orkut SKYPE

Não deixe de curtir nossa página no Facebook – www.facebook.com/OMLondres E nos seguir no Twitter twitter.com/#!/melhordelondres

 

 

1,088 visualizações, 1 hoje

Novas regras implementadas pela Imigração

| Imigração, Londres | 30 de novembro de 2012

Basicamente as novas regras mudam o tempo que os dependentes de britânicos ou pessoas com visto de permanência (que não pertencem a união européia), poderão permanecer no Reino Unido.

As regras aplicam-se para parceiros de:

  • Britânicos;
  • Pessoas com residência permanente no Reino Unido;
  • Refugiados no Reino Unido;
  • Pertencentes ao programa de proteção humanitária;

Caso você se enquadre em alguma das categorias mencionadas acima,  e pretende solicitar um visto para vir para o Reino Unido ou, já se encontra no país, e quer residir por aqui, você agora precisará esperar  5 anos para poder solicitar sua residência permanente.

A partir do dia 9 de julho deste ano , obrigatoriamente tornou-se necessário passar pela rota dos 5 anos, em outras palavras, se você satisfazer os requerimentos necessários para solicitação do seu visto, o mesmo será concedido por 2/5 anos, sendo renovável para mais 2/5 anos.  Somente após esse período que você poderá solicitar seu visto de permanência no país.

O problema não para por aí…

O dependente de Britânico ou permanente residente no Reino Unido, terá que provar que possui um nível de inglês suficiente para vir residir no país. O ministério de Fronteiras Britânico exige o teste de inglês a nível A1 para nacionais de países não membros da União Européia (UE) que desejam se casar e viver no Reino Unido com um membro do Estado.

Finalmente, devemos relembrar o fator principal: condições financeiras. O seu parceiro (a) deverá ganhar £18,600 por ano. Se possuir filhos que não seja Britânicos ou residente permanentes, deverão receber mais £3.400 para uma criança e £2.400 para cada criança adicional.

Caso o Britânico ou residente permanente não for funcionário de uma empresa; o mesmo poderá ser autônomo desde que comprove dois anos de imposto de renda,e  que os mesmos demonstrem a renda necessária (£18,600 se não tiver nem uma criança dependente que não britânica ou residente permanente).

Ainda no conto da Alice no país das maravilhas (obviamente é quase que impossível uma pessoa possuir esse salário atual), você poderá também provar que possui uma poupança, caso não satisfaça nenhum dos itens acima: ser funcionário ou autônomo ganhando £18.600 por ano.

Porém o cálculo da poupança funciona da seguinte forma:

16,000 + 18.600 x 2.5 (o tempo inicial de visto concedido) =£62.500.

O valor de 16 mil libras é o mínimo que o governo Britânico acredita que alguém precisa para uma emergência.

Essa poupança, por sua vez, deverá estar disponível em forma de dinheiro (podendo sacar o mesmo se necessitar a qualquer momento), e esse valor tem que estar na conta por 6 meses mínimo.

Vale lembrar que existe uma série de documentos solicitados, e que desde que essa regulamentação foi implementada, já houve alteração através da jurisprudência de R (on the application of Alvi) v SSHD, aonde um appendix foi criado para estabelecer exatamente os tipos de documentos necessários para solicitar o visto.

Bem , as dificuldades não param por aí, pois o autônomo por exemplo; não pode apresentar poupança e trabalho autônomo juntos como evidência para os requerimentos financeiros. O empregado pode.

Enfim, o governo de Coalisão do Cameron, especificamente sua Secretária de Estado para assuntos Internos, Theresa May, estão deixando uma mensagem bem clara: pobre não tem direito a casar e constituir família.

Por: Carina Laidens 
www.lbhlawservices.com
Consultora de Imigração Senior na LBH Immigration Law Services 
Dúvidas? Envie um email para: carina.laidens@lbhlawservices.com

Mais informações  aqui!

 

OM Londres o seu Portal em Língua portuguesa em Londres

 

Divulgue seu produto ou serviço em Londres

Mais informações acesse

Londres + 44 020 8133 0069 Veja detalhes de publicidade no OM + informações entre em contato: info@omlondres.com My status

Fale grátis Facebook Twitter Orkut SKYPE

Não deixe de curtir nossa página no Facebook – www.facebook.com/OMLondres E nos seguir no Twitter twitter.com/#!/melhordelondres

 

 

1,645 visualizações, 1 hoje

Se você tem débito com o NHS, fique atento para não ter dor de cabeça na hora de renovar seu visto

| Diversos, Imigração, Londres | 9 de novembro de 2012

Receber atendimento médico no Reino Unido geralmente não custa nada. Mas nem todos os procedimentos são cobertos pelo sistema público de saúde britânico. Eles dependem da complexidade do caso do paciente, da nacionalidade dele e da situação em que ele se encontra no país. E o que muita gente não sabe é que deixar de pagar débitos referentes a algum tratamento feito pelo NHS pode gerar problemas na hora de pedir a extensão de visto, cidadania britânica ou algum serviço de imigração. Com as mudanças na lei de imigração, em novembro do ano passado, estrangeiros que estiverem devendo mil libras ou mais a qualquer órgão ligado ao NHS correm o risco de ter o pedido de visto negado.

A regra vale para débitos adquiridos a partir de 1 de novembro de 2011. Mas mesmo aqueles que deixaram de pagar antes desta data devem ficar atentos. A Secretaria de Saúde está fazendo um trabalho de rastreamento de todos os débitos e caso algum seja encontrado, a regra vai ser aplicada. A intenção é localizar até 96% dos casos em que pagamentos devidos ao órgão não foram feitos. Ainda não se tem dados oficiais que apontem o impacto da medida, mas o governo deixou claro que quer rever o acesso de pacientes estrangeiros ao atendimento médico gratuito e que não pretende que o Reino Unido se transforme em um sistema internacional de saúde.

Por isso, para não correr o risco de ter o pedido de permanência ou entrada no país negado, o mais indicado é pagar o que deve para evitar dor de cabeça. Esta lei também vale para quem quer renovar os vistos de estudante, de esposo/esposa e de trabalho.

Quando o tratamento é de graça

Há alguns serviços do NHS que são gratuitos, independentemente da situação de residência do paciente ou do tempo que ele mora aqui. São eles:

• casos de acidentes e emergência

• tratamento de doenças infecciosas (no caso de HIV, a primeira consulta com o diagnóstico e o aconselhamento são de graça)

• tratamento psiquiátrico obrigatório

• planejamento familiar

Para quem tem residência permanente no Reino Unido ou é residente com baixa renda, alguns outros tratamentos também podem ser obtidos sem que seja preciso pagar nada, como:

• prescrição de medicamentos

• cuidado odontológico

• teste de visão e voucher para compra de óculos

Caso você esteja apenas visitando o Reino Unido, é bom saber que quase nenhum tratamento é oferecido gratuitamente a turistas. Pessoas que vêm de países da União Europeia ou de nações que têm acordo bilateral de saúde com o governo britânico têm acesso a alguns serviços sem precisar pagar por isso.

Para mais informações, consulte o site do NHS – www.nhs.uk ou ligue na linha direta do Sistema Nacional de Saúde. O número é 0845 4647.

Por: London Help4U.co.uk

OM Londres o seu Portal em Língua portuguesa em Londres

 

Divulgue seu produto ou serviço em Londres

Mais informações acesse

Londres + 44 020 8133 0069 Veja detalhes de publicidade no OM + informações entre em contato: info@omlondres.com My status

Fale grátis Facebook Twitter Orkut SKYPE

Não deixe de curtir nossa página no Facebook – www.facebook.com/OMLondres E nos seguir no Twitter twitter.com/#!/melhordelondre

959 visualizações, 2 hoje

Reino Unido: o lugar mais seguro para se fazer um curso, dizem estudantes

| Diversos, Imigração, Londres | 5 de novembro de 2012

Na hora de escolher em que país estudar, a qualidade de ensino oferecido por uma instituição é geralmente algo levado em conta. Mas ultimamente um outro aspecto tem sido apontado com uma das prioridades entre os estudantes: a segurança. Em um ranking de 19 fatores que influenciam a decisão do aluno, ela aparece na quinta posição.  Seis anos atrás, ela estava lá embaixo na lista, em décimo sétimo lugar, de acordo com um estudo anual do British Council, uma instituição que difunde a língua inglesa. Números que sugerem que para um estudante estrangeiro longe de casa, sentir-se confortável diante de novos companheiros de classe e de moradia e tranquilo para andar nas ruas que passam a fazer parte de sua nova rotina são elementos bastante importantes.

Mas então onde estudar bem e com segurança? Alunos de 80 países participaram de uma pesquisa online feita pelo British Council. A conclusão é que mais de 25% deles apontam o Reino Unido como lugar mais seguro para se estudar no mundo. O Canadá ficou em segunda posição. Os Estados Unidos aparecem logo atrás. O baixo índice de criminalidade contra estudantes e a melhoria na forma como a polícia e outras autoridades britânicas têm reagido a incidentes foram as razões apontadas pela entidade para o bom posicionamento do país no estudo. A integração entre estudantes internacionais e domésticos também pode influenciar na percepção de segurança que os alunos têm.

Para Elizabeth Shepherd, diretora de pesquisa do time de Inteligência Educacional do British Council, ‘oferecer um ambiente seguro para estudantes internacionais requer que as instituições e organizações nacionais sejam proativas em relação à segurança, e não que elas só reajam depois do problema. O Reino Unido não está imune às ameaças contra estudantes, mas a sua reputação de ser um destino seguro para se estudar não foi manchada, graças às ações imediatas diante de incidentes. Ele é visto como um país onde a prioridade máxima é garantir a segurança pessoal. ‘

Se você já estava pensando em vir para o Reino Unido para melhorar seu currículo fazendo um curso de graduação ou aprimorar o inglês no país berço da língua, agora tem mais esse motivo para levar em consideração no momento de fazer a sua escolha. E o destino é bastante popular. Estimativas apontam que cerca de 370 mil estudantes estrangeiros estão fazendo algum curso no Reino Unido. E as opções para eles não se restringem à capital inglesa. Em Birmingham, por exemplo, existem mais de 65 mil alunos estrangeiros. Uma forma de interagir com diferentes culturas e ainda aumentar sua rede de contatos.

Se você quiser fazer parte desse grupo, a LondonHelp4U pode ajudar. Nós oferecemos programas de intercâmbio que se adequam a sua necessidade. Eles vão desde cursos de idiomas até doutoradas, com longa ou curta duração. Nossos parceiros são instituições oficialmente reconhecidas pelo governo britânico. Entre em contato com a gente.Saiba mais

Por: London Help4U.co.uk

OM Londres o seu Portal em Língua portuguesa em Londres

 

Divulgue seu produto ou serviço em Londres

Mais informações acesse

Londres + 44 020 8133 0069 Veja detalhes de publicidade no OM + informações entre em contato: info@omlondres.com My status

Fale grátis Facebook Twitter Orkut SKYPE

Não deixe de curtir nossa página no Facebook – www.facebook.com/OMLondres E nos seguir no Twitter twitter.com/#!/melhordelondres

 

 

725 visualizações, 1 hoje

Nova opção de registro na polícia é oferecida a estudantes estrangeiros

| Diversos, Imigração, Justiça, Londres | 26 de outubro de 2012

Está na lei britânica. Alunos brasileiros que vêm estudar no Reino Unido precisam se registrar em um posto policial local, no máximo 7 dias depois do desembarque. A regra, além de valer para o Brasil, é mandatória para estrangeiros de 42 países. O estudante deve ir até à Repartição de Registro dos Visitantes Estrangeiros – Overseas Visitors’ Record Office – , em Londres, para fazer o procedimento. O problema é que, com o crescente número de pessoas vindo fazer cursos na terra da rainha, o local tem ficado lotado. O movimento na repartição tem sido tão grande que há reclamações de que estudantes estão demorando para ser atendidos e acabam ficando horas na fila, que muitas vezes começa a se formar antes mesmo do lugar abrir as portas para o atendimento do público.

Para tentar controlar a situação, a polícia da capital inglesa colocou em ação este mês um plano temporário. Agora, candidatos que não quiserem ficar esperando para completar o processo de registro têm a opção de só receber um documento carimbado pela polícia e retornar à repartição em uma outra data para completar o processo. Setembro e outubro são os meses de muito movimento. Os estudantes que escolherem essa possibilidade também vão receber uma carta de apresentação, que seria a prova de que eles tentaram se registrar na polícia, como está previsto na legislação. A Polícia Metropolitana de Londres fica com uma cópia do formulário do estudante, que terá até o dia 31 de dezembro deste ano para retornar à repartição e finalizar o registro. Mas quem preferir fazer apenas uma viagem ao local vai precisar aguardar na fila.

Procurando facilitar a vida do estudante, algumas instituições de ensino firmaram um acordo que permite que o aluno preencha o formulário online da Repartição de Registro dos Visitantes Estrangeiros e a própria escola fica encarregada de submeter o documento à polícia. Mesmo assim, o estudante ainda vai precisar ir pessoalmente até o final do ano ao departamento policial para terminar o processo. Cheque se a instituição educacional de sua escolha oferece essa possibilidade.

Depois de completar o processo, será emitido um Certificado de Registro da Polícia, o Police Registration Certificate (PRC). Entretanto, toda vez que você mudar de endereço ou de escola, é necessário ir até a delegacia mais próxima de sua casa para atualizaçãp de dados.

Caso você precise se registrar na polícia, fique atento às dicas:

• leve o passaporte

• uma taxa de £34 será cobrada

• a Repartição de Registro dos Visitantes Estrangeiros fica na Brandon House, Ground Floor,180, Borough High Street, Londres, SE1 1LH

• o horário de funcionamento é das 9h às 16h

Se você pensa em estudar no Reino Unido, a LondonHelp4U oferece várias possibilidades de programas de estudos, que vão desde cursos de idiomas até doutorados. Nós trabalhamos com uma equipe de profissionais qualificados que estão prontos para lhe atender e discutir qual opção se encaixa a sua necessidade. Temos mais de 10 anos de experiência no mercado, sempre oferecendo os melhores serviços aos nossos clientes. Saiba mais

Por: London Help4U.co.uk

OM Londres o seu Portal em Língua portuguesa em Londres

 

Divulgue seu produto ou serviço em Londres

Mais informações acesse

Londres + 44 020 8133 0069 Veja detalhes de publicidade no OM + informações entre em contato: info@omlondres.com My status

Fale grátis Facebook Twitter Orkut SKYPE

Não deixe de curtir nossa página no Facebook – www.facebook.com/OMLondres E nos seguir no Twitter twitter.com/#!/melhordelondres

 

 

1,110 visualizações, 1 hoje

Visto para fins religiosos na Inglaterra

| Europa, Imigração, Londres | 18 de setembro de 2012

Caro leitor, em resposta aos muitos emails que temos recebido com perguntas sobre visto para fins religiosos decidimos escrever esse artigo para melhor informá-lo. Primeiro de tudo, se você deseja vir para o Reino Unido como um Ministro Religioso – em pregação pastoral – ou para ocupar um cargo como membro de uma ordem religiosa na comunidade você deve ter certeza que o seu patrocinador (o ministério religioso que o convida) é uma organização religiosa genuína (bona fide), e possui registro junto ao Ministério de Fronteiras. Uma ordem religiosa é definida, para esse fim, como uma linha de pensamento ou comunidade de pessoas que vivem, de alguma forma, de acordo com suas especificidades e crenças religiosas. A instituição religiosa deve:

• Ser registrada, como órgão de caridade, no Reino Unido de acordo com a legislação pertinente em vigor; ou

• Uma corporação eclesiástica (ou empresa individual ou coletiva), criada para fins de caridade;

• Se o patrocinador é uma instituição de caridade que não é registrado de acordo com a legislação pertinente você deverá explicar a razão do não-registro em sua aplicação;

• A organização religiosa também deve ser a estrutura de uma comunidade baseada na fé com um sistema comum de crenças espirituais, códigos de conduta e prática religiosa, que existe para apoiar e / ou propagar práticas comuns;

• Não excluir de sua comunidade religiosa com base no sexo, nacionalidade ou etnia;

• Receber apoio financeiro e material para o ministério religioso da congregação de forma voluntária, sem o uso de coerção;

• Não violar, ou encorajar outros a violar qualquer legislação do Reino Unido, e

• Não operar contra o interesse público, ou de forma negativa, sobre a vida pessoal ou familiar como estes são comumente entendidos no Reino Unido.

Existem duas categorias de visto para fins religiosos dentro do sistema baseado em pontos – Tier 2 e Tier 5. Existem algumas diferenças entre ambas as categorias, veja quais são:

 

Tier 2 Tier 5
Duração 3 anos – podendo ser prorrogado por mais 3 anos, mas não dá o direito a permanência difinitiva 24 meses 

 

 

Valor mínimo de dinheiro em conta para obtenção do visto carta do banco comprovando valor mínimo de 3.000,00 reais por pelo menos 90 dias antes da aplicação do visto 

 

carta do banco comprovando valor mínimo de 2.680,00 reais por pelo menos 90 dias antes da aplicação do visto 

 

Nível mínimo de inglês B2 Não há necessidade
Pontos necessários 70 pontos: 50 para certificado de patrocínio, 10 para evidência financeira, e 10 para nível de Inglês 40 pontos: 30 para certificado de patrocínio, e 10 para evidência financeira

Seu patrocinador deseja comprovar sua manutenção financeira

Seu patrocinador deve providenciar uma carta em papel timbrado oficial, contendo os dados do aplicante, número do certificado de patrocínio e confirmação da manutenção financeira por escrito. Mas, lembre-se que você deve fornecer o certificado com número de registro do patrocinador mesmo se o seu patrocinador não for financiar a sua estadia, esse documento é fundamental para o sucesso de sua aplicação e só pode ser obtido se o seu patrocinador tiver registro junto ao ministério de Fronteiras britânico.

Na LondonHelp4U temos uma equipe de consultores de imigração experientes para ajudá-lo. Garantimos 100% de sucesso em seu pedido de visto ou o seu dinheiro de volta!

Saiba mais

Por: London Help4U.co.uk

OM Londres o seu Portal em Língua portuguesa em Londres

 

Divulgue seu produto ou serviço em Londres

Mais informações acesse

Londres + 44 020 8133 0069 Veja detalhes de publicidade no OM + informações entre em contato: info@omlondres.com My status

Fale grátis Facebook Twitter Orkut SKYPE

Não deixe de curtir nossa página no Facebook – www.facebook.com/OMLondres E nos seguir no Twitter twitter.com/#!/melhordelondres

 

 

2,233 visualizações, 2 hoje

Cadastre-se e receba novidades

Insira seu e-mail:

Delivered by Mix Mais

Oferta




Translate

EnglishFrenchGermanItalianPortugueseRussianSpanish

Anúncios populares

Link em destaque

Twitter