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Brasileiros compram casas na Europa

OM | Diversos, Economia, Europa | 15 de abril de 2013

Em meados dos anos 2000, europeus interessados em investir, passar férias ou passar a aposentadoria no outro lado do Atlântico chegaram a ser responsáveis por um terço das compras de imóveis novos em alguns Estados do nordeste brasileiro, como Ceará e Rio Grande do Norte. Agora, com o real valorizado e os preços dos imóveis na Europa pressionados pela crise no continente, alguns brasileiros estão começando a fazer o caminho contrário.
Um exemplo é a terapeuta floral Nair Diniz, de 70 anos. Natural de Belo Horizonte, Nair comprou em 2011 um apartamento no condomínio de luxo Palácio Estoril, em uma praia próxima a Lisboa, e hoje divide seu tempo entre o Brasil e Portugal, onde recebe os netos em suas férias.

“Passo seis meses lá (Portugal) e seis meses aqui (Belo Horizonte). Temos muitos amigos e já me sinto em casa em Portugal, até porque a cultura é muito parecida com a brasileira”, contou Nadir à BBC Brasil.

“A questão da segurança também é um atrativo. E se é verdade que a Europa sempre foi um lugar caro, recentemente o custo de vida no Brasil subiu muito, então a diferença entre o que gasto lá e aqui já não é tão grande”, diz.

O funcionário público aposentado Carlos Cabral concorda. “Gasto mais ou menos o mesmo no Brasil que em Portugal e aqui (Lisboa) consigo manter um estilo de vida parecido com o que levava no Brasil, indo a teatros, restaurantes e etc”, conta.

Carlos foi à Europa pela primeira vez em dezembro e decidiu a passar parte da aposentadoria na terra de Camões. Agora, ele está procurando um apartamento para comprar em Portugal com o dinheiro que deve receber de um processo trabalhista.

“Tomei essa decisão no ano passado, depois que consegui a cidadania portuguesa por ter família no país. Fiz as contas e vi que conseguiria viver aqui com minha pensão brasileira então pensei: Por que não? Agora, quero usar Portugal de ponto de partida para conhecer o resto da Europa.”

Por trás das histórias de Carlos e Nair há um fenômeno que está colocando os brasileiros no radar de agentes imobiliários em diversos pontos do globo.

Foi-se o tempo em que o sonho de quem começava a ascender na pirâmide social brasileira era uma casa à beira mar no Guarujá ou Búzios. A busca por segurança e preços mais baixos que os do superaquecido mercado imobiliário brasileiro nos últimos anos fez muitos se convencerem de que poderiam comprar uma segunda residência além das fronteiras brasileiras.

Destinos

Sem dúvida, Miami tornou-se o destino preferido desses brasileiros, principalmente em função de seus preços atrativos – e que chegaram a cair 50% com a crise.

Por volta de 2011, por exemplo, era relativamente fácil comprar um imóvel de 100 m² em Miami por menos de US$ 200 mil (R$ 380 mil) ou até menos de US$ 100 mil (R$ 190 mil), no caso de casas ocupadas por famílias que não puderam pagar suas hipotecas. Já em Ipanema – onde o valor do m² chega a R$ 17 mil – esses mesmos US$ 200 mil (R$ 380 mil) só seriam suficientes para pagar pela metragem de um quarto (22 m²).

Na época, segundo a Miami Association of Realtors, brasileiros foram responsáveis por 12% de todas as compras de imóveis em Miami. E ainda hoje esse é o principal alvo dos turistas residenciais do país.

Agora, porém, com os preços da Flórida se recuperando a uma média de 10% ao ano nos cálculos de Gabriela Duva, diretora da área internacional da imobiliária Coelho da Fonseca, também começa a crescer o número de interessados em outros destinos – entre eles a Europa.

“Esse movimento ainda é bastante inicial pois, a sensação que se tem é que a economia na Europa tem um ritmo mais lento do que a americana. Mas de fato temos percebido um início de interesse de alguns investidores brasileiros em olhar para o mercado europeu. Principalmente os que compraram imóveis na Flórida na baixa (dos preços dos imóveis) e já revenderam com grandes lucros”, diz Gabriela Haddad, da Hamoral Group que atua na venda de imóveis de luxo no Brasil e no exterior.

Na Coelho da Fonseca, Duva diz ter registrado um aumento de cerca 30% na procura por imóveis no velho continente nos últimos dois anos.

“A Europa é mais cara então acaba atraindo compradores com mais recursos. A questão é que até pouco tempo apenas os super-ricos pensavam em ter uma segunda residência na Itália, França, Portugal ou Espanha, e agora temos um espectro maior de interessados, que inclui, por exemplo investidores em busca de oportunidades criadas pela crise no continente”, conta.

Perfil dos interessados

Segundo consultores como Duva, Guilherme Grossman, da imobiliária Consultant, e Nuno Durão, da portuguesa Irglux, há pelo menos três perfis de brasileiros que estão se interessando em comprar imóveis na Europa.

Primeiro, investidores que acreditam que os preços no mercado de alguns países europeus estão em um patamar interessante e podem se valorizar quando a Europa começar a se recuperar da crise – à semelhança do que já vem acontecendo em Miami.

Segundo Duva, esse seria o caso de muitos dos interessados no mercado espanhol, que foram atraídos pelos descontos de até 60% provocados pela crise. Ainda há muita incerteza, porém, sobre se e quando a economia do país vai reagir – tornando os investimentos rentáveis.

“Por isso os brasileiros ainda estão apenas observando o que fazem outros investidores”, diz a consultora.

De fato. Segundo alguns cálculos, a Espanha teria hoje até 6 milhões de apartamentos vazios – muitos deles imóveis confiscados pelos bancos depois que seus proprietários não puderam honrar suas hipotecas.

De acordo com o Consejo General del Notariado (CGN), um total de 38.312 estrangeiros “não residentes” compraram imóveis na Espanha no ano passado aproveitando esses descontos – 30% a mais que em 2011.

Mas apesar de o número de brasileiros nesse grupo ter quadruplicado desde a crise de 2008, ainda é pouco expressivo. Em 2012, 25 brasileiros compraram imóveis na Espanha totalizando 6,2 milhões de euros (R$ 12,2 milhões), como mostra um levantamento feito pelo CGN.

Turismo residencial

O segundo perfil de brasileiros interessados em comprar imóveis na Europa inclui descendentes de europeus, que sempre quiseram manter um laço com o país ou região de sua família e agora, ao compararem os preços de imóveis europeus e brasileiros, acabam achando a possibilidade de adquirir uma segunda residência nesses lugares bem razoável.

Esse é o caso do engenheiro e empresário Hermes Loyola Costa, por exemplo, que ao viajar para a Espanha e Portugal para fazer turismo e visitar familiares decidiu começar a procurar um imóvel nesses países para passar uma temporada e ter uma base para, possivelmente, também investir em negócios na região.

“Vi que com 150 mil euros (R$ 389 mil) eu compro um bom apartamento de dois quartos no Porto”, diz Hermes. “A minha ideia é passar um tempo aqui para avaliar as possibilidades de investir nesse mercado. Sei que estão em crise, mas crise não dura a vida toda – e operar em momentos de crise é algo que nós, empresários brasileiros, tivemos de aprender a fazer bem.”

No terceiro grupo, estão famílias endinheiradas em busca de uma casa de veraneio ou aposentados interessados em dividir seu tempo entre Brasil e Europa.

É esse o caso de Nair e Carlos, que se dizem atraídos pelo “estilo de vida” de Portugal, a facilidade de acesso a outros países do continente e os custos de vida razoáveis se comparados com os brasileiros.

“Se até pouco tempo era comum ver portugueses aposentados comprando casas para passar o inverno português no nordeste brasileiro, cada vez mais são os aposentados brasileiros que estão atravessando o Atlântico”, diz Grossman.

Portugal

Portugal parece ter percebido esse interesse e é o pais europeu que mais tem se esforçado para explorar o potencial do mercado brasileiro.

Na esperança de vender alguns dos 10 mil imóveis desocupados do país, as agências imobiliárias portuguesas organizaram em dezembro, em parceria com a Câmara Portuguesa de Comércio e Indústria, a primeira Mostra de Imobiliário Português (MIP) no Brasil.

Esse primeiro evento ocorreu no Rio de Janeiro. E no mês que vem, outra feira semelhante será realizada em São Paulo. No segundo semestre, o governo português também quer fazer um road show por capitais brasileiras para promover o mercado imobiliário de seu país e dar informações para quem pretende comprar uma casa em Portugal para passar férias, investir ou se aposentar.

“Observamos que os brasileiros estavam ganhando muito peso no mercado americano e percebemos que, com informações e alguns incentivos, poderíamos captar parte desse interesse para os imóveis portugueses”, diz Marlene Fialho, gerente da Câmara Portuguesa de Comércio e Indústria do Rio de Janeiro.

Como resultados da feira no Rio, o banco português Caixa Geral de Depósitos diz estar negociando com 20 investidores brasileiros imóveis avaliados em um total de 55 milhões de euros (R$142 milhões). Grossman, da Consultant, que opera em Portugal, calcula ter fechado 10 negócios e estaria negociando com outros 200 potenciais compradores.

Uma das apostas do governo português para atrair os brasileiros é um visto de residência especial para investidores, que lhes daria livre circulação pelo espaço europeu e após ser estendido por 6 anos poderia ser usado para dar entrada em um pedido de cidadania.

E Portugal não é o único a apostar nessa estratégia. Um projeto semelhante também é estudado pela vizinha Espanha para resolver o seu problema de imóveis desocupados.

É claro que a compra de um imóvel no exterior implica em uma série de complicações e riscos. Consultores alertam, por exemplo, que antes de cada compra é preciso se informar sobre os impostos, taxas, custos de transações e legislações de cada país – e em uma Europa em crise a verdade é há poucas garantias que não haverão mudanças na regulamentação para o setor.

Também não está claro se e quando aqueles que estão comprando imóveis em países em crise, como a Espanha, poderão obter retornos interessantes para seus investimentos – como no caso de Miami. E para os que compram casa de veraneio vale lembrar que os custos de manutenção do imóvel em moeda estrangeira sempre estarão sujeitos a variações no câmbio.

Nair, por exemplo, confessa que não sabe avaliar se o imóvel que comprou será um bom investimento. “O que mais importa para mim é o que ganho em qualidade de vida”, diz.

Para comprar ou vendes imóveis acesse:
www.rogeriomoura.com

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Jornalista brasileiro é indicado ao Air Europa Latin UK Awards

OM | Brasil, Cultura, Diversos, Entretenimento, Europa | 1 de fevereiro de 2013

Foto: Simone Bello

O jornalista brasileiro radicado em Londres, Márcio Delgado, é um dos finalistas do Air Europa Latin UK Awards – o Lukas – prêmio que reconhece o trabalho de artistas, empresas e profissionais Latinos no exterior. O profissional concorre na categoria  ‘Personalidades’ pelo trabalho realizado na capital inglesa desde 2004.
A indicação do jornalista, natural do Rio de Janeiro, é o resultado de vários anos trabalhando em Londres na cobertura de eventos na área de entretenimento como semana de Moda de Londres, Jogos Olímpicos, premiéres de filmes e notícias do cenário musical para publicações locais e do exterior.

Paralelo ao trabalho jornalístico, Márcio Delgado também criou projetos que contribuíram para a comunição entre a comunidade latina do Reino Unido e o seu projeto ‘ Pocket London’, um guia para imigrantes que escolheram a capital inglesa como residência fixa lançado em 2009 já foi traduzido para o Inglês, o espanhól e Polonês.

Em 2010, o curta-metragem ‘We get used to …’ dirigido pelo jornalista brasileiro, foi selecionado para fazer parte da programação oficial do tradicional Portobello Film Festival.

No ano seguinte, o profissional multimídia esteve a frente do programa ‘Latin Hits’ no canal 203 da Sky, no Reino Unido, e em 2012 fez a cobertura das olimpíadas de Londres para TV e mídia impressa.

Antes de fixar residência em Londres, Márcio Delgado teve passagens bem sucedidas em Rádio, TV e veículos impressos no Brasil, onde iniciou a carreira em 1997, aos 16 anos, na afiliada da TV Cultura no Rio Grande do Norte, tenho passado ainda pelas afiliadas Band e SBT.

Como votar:

No site www.thelukas.co.uk escolha a opção ‘Community’ e depois basta clicar em ‘Personality of the year’ e votar. É preciso um e-mail para confirmar o voto.

O prazo de votação termina no dia 17 de fevereiro de 2013.

Para quem quiser saber mais, basta visitar o site do evento: www.thelukas.co.uk ou www.marciodelgado.com

 

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Mudanças na regulamentação Européia

lbhimmigration | Diversos, Europa, Imigração, Londres | 3 de janeiro de 2013

Mais mudanças na regulamentação Européia

A leis (Directiva) que regulam o Espaço Econômico Europeu atuavam da seguinte forma desde 2006:

- Definindo os direitos dos cidadãos da Comunidade Européia e seus familiares, para ser
admitido e residir no Reino Unido em certas capacidades, incluindo a confirmação dos critérios para
direitos de residência permanente.
- Permitindo, através de documentação (passaporte ou identidade para quem é cidadão
europeu e seus familiares) direitos de livre circulação nos países em uma capacidade relevante (em
busca de trabalho, sendo alto suficiente estudante, etc).
- E finalmente, definindo os poderes para negar ou revogar a documentação por razões de
ordem pública, de saúde pública ou de segurança pública.

Estes regulamentos foram alterados mais uma vez no dia 16 de julho de 2012, a fim de:

- A. Dar efeito aos acordos do Tribunal de Justiça da União Europeia (ECJ) através da
jurisprudência de: Chen (C-200/02), Ibrahim (C-310/08) e Teixeira (C-480/08), que estabelece novos
direitos para entrar e permanecer no Reino Unido.
- B. Dar efeito aos acordos do TJCE, nos casos de Lassal (C-162/09), Dias (C-325/09), McCarthy
(C-434/09) e Ziolkowski e outros (C-424/10 e 425/10) que restringem as condições em que os
direitos de livre circulação podem ser exercidos por esses membros.

Em outras palavras, com tais mudanças, as regras ficaram mais rígidas em relação a implantação da
Directiva no Reino Unido (leis da União Européia). Os direitos de recurso e provas necessárias para
uma apelação também estão limitados.

Enfim, se você teve uma relação com um europeu sem casamento e dessa relação tiveram filhos,
você terá que provar que é auto suficiente para viver no Reino Unido com essa criança até ela
completar 18 anos, assim como terá que possuir um plano de saúde para não utilizar da saúde
pública e, por último, não terá o direito de obter permanência no país após a criança européia
completar 18 anos.

A cada mudança as regras estão ficando mais severas e a mensagem anti-imigração cada vez mais
forte, o que nos faz refletir se o termo “União Européia” ainda é condizente com a realidade na
qual vivemos.

 

Por: Carina Laidens
www.lbhlawservices.com
Consultora de Imigração Senior na LBH Immigration Law Services
Dúvidas? Envie um email para: carina.laidens@lbhlawservices.com
Mais informações  aqui! 

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Irmãs siamesas britânicas separadas ao nascer passam bem

OM | Diversos, Europa, Londres, Saúde | 19 de outubro de 2012

Uma britânica mãe de gêmeas siamesas descreveu sua alegria após a realização de uma operação bem-sucedida para separá-las. Rosie e Ruby Formosa nasceram unidas pelo abdome e compartilhavam parte do intestino. As gêmeas, de apenas 12 semanas de idade, foram operadas no Great Ormond Street Hospital, de Londres, um dia após terem nascido, em 27 de julho.

A mãe das crianças, Angela Formosa, do sudeste de Londres, relata que elas já estão ganhando peso e começando a sorrir, após terem sido submetidas à cirurgia de emergência.

Chocada e triste
“Realizei um ultrassom no início da gravidez que mostrou que as gêmeas estavam muito próximas uma da outra, então realizei outro ultrassom, feito quando estava entre 16 e 20 semanas da gravidez. O exame revelou que elas estavam unidas. Não sabia o que pensar. Fiquei chocada e triste”, afirma.

“Não sabíamos o que esperar até o nascimento delas. Os médicos não sabiam dizer por que órgãos do corpo elas estavam conectadas. Os médicos decidiram forçar um parto prematuro após 34 semanas da gravidez”, comenta Angela.

A equipe comandada pelo pediatra Agostino Pierro realizou a cirurgia separando-as pelo abdome, na altura do cordão umbilical. “Elas tiveram de ser submetidas a uma cirurgia de emergência, devido a um bloqueio no intestino”, relata Pierro.

“Estamos felizes com a operação. As bebês precisarão de tratamento no futuro, mas esperamos que elas possam levar vidas felizes e normais”, diz o médico.

Siameses
Gêmeos coligados, siameses ou xifópagos são gêmeos idênticos formados a partir do mesmo zigoto, mas como o óvulo acaba não se dividindo por completo, eles nascem conectados por uma parte do corpo ou com uma parte do corpo comum aos dois.

A frequência de nascimento de gêmeos siameses é de um para cada 75 mil nascimentos em geral ou 1% dos nascimentos de gêmeos monozigóticos. Gêmeos siameses tendem a ser unidos por uma região específica do corpo. Os casos mais frequentes são pelo tórax (70%), o osso sacro (18%), a região pélvica (6%) ou a cabeça (2%).

Cirurgias para separar gêmeos coligados costumam envolver riscos de vida para ambos os irmãos e podem ser altamente complexas, dependendo do ponto de ligação dos gêmeos e de quais os órgãos internos que eles compartilham. Entre as recentes cirurgias de sucesso estão a das americanas Angelica e Angelina Sabuco, em 2011. As irmãs estavam unidas pelo tórax e foram separadas após meses de intensa preparação.

Em 1987, o médico Ben Carson entrou para a história da medicina ao ser o primeiro cirurgião mundial a separar duas gêmeas coligadas pelo crânio. OM Londres o seu Portal em Língua portuguesa em Londres

 

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Visto para fins religiosos na Inglaterra

OM | Europa, Imigração, Londres | 18 de setembro de 2012

Caro leitor, em resposta aos muitos emails que temos recebido com perguntas sobre visto para fins religiosos decidimos escrever esse artigo para melhor informá-lo. Primeiro de tudo, se você deseja vir para o Reino Unido como um Ministro Religioso – em pregação pastoral – ou para ocupar um cargo como membro de uma ordem religiosa na comunidade você deve ter certeza que o seu patrocinador (o ministério religioso que o convida) é uma organização religiosa genuína (bona fide), e possui registro junto ao Ministério de Fronteiras. Uma ordem religiosa é definida, para esse fim, como uma linha de pensamento ou comunidade de pessoas que vivem, de alguma forma, de acordo com suas especificidades e crenças religiosas. A instituição religiosa deve:

• Ser registrada, como órgão de caridade, no Reino Unido de acordo com a legislação pertinente em vigor; ou

• Uma corporação eclesiástica (ou empresa individual ou coletiva), criada para fins de caridade;

• Se o patrocinador é uma instituição de caridade que não é registrado de acordo com a legislação pertinente você deverá explicar a razão do não-registro em sua aplicação;

• A organização religiosa também deve ser a estrutura de uma comunidade baseada na fé com um sistema comum de crenças espirituais, códigos de conduta e prática religiosa, que existe para apoiar e / ou propagar práticas comuns;

• Não excluir de sua comunidade religiosa com base no sexo, nacionalidade ou etnia;

• Receber apoio financeiro e material para o ministério religioso da congregação de forma voluntária, sem o uso de coerção;

• Não violar, ou encorajar outros a violar qualquer legislação do Reino Unido, e

• Não operar contra o interesse público, ou de forma negativa, sobre a vida pessoal ou familiar como estes são comumente entendidos no Reino Unido.

Existem duas categorias de visto para fins religiosos dentro do sistema baseado em pontos – Tier 2 e Tier 5. Existem algumas diferenças entre ambas as categorias, veja quais são:

 

Tier 2 Tier 5
Duração 3 anos – podendo ser prorrogado por mais 3 anos, mas não dá o direito a permanência difinitiva 24 meses 

 

 

Valor mínimo de dinheiro em conta para obtenção do visto carta do banco comprovando valor mínimo de 3.000,00 reais por pelo menos 90 dias antes da aplicação do visto 

 

carta do banco comprovando valor mínimo de 2.680,00 reais por pelo menos 90 dias antes da aplicação do visto 

 

Nível mínimo de inglês B2 Não há necessidade
Pontos necessários 70 pontos: 50 para certificado de patrocínio, 10 para evidência financeira, e 10 para nível de Inglês 40 pontos: 30 para certificado de patrocínio, e 10 para evidência financeira

Seu patrocinador deseja comprovar sua manutenção financeira

Seu patrocinador deve providenciar uma carta em papel timbrado oficial, contendo os dados do aplicante, número do certificado de patrocínio e confirmação da manutenção financeira por escrito. Mas, lembre-se que você deve fornecer o certificado com número de registro do patrocinador mesmo se o seu patrocinador não for financiar a sua estadia, esse documento é fundamental para o sucesso de sua aplicação e só pode ser obtido se o seu patrocinador tiver registro junto ao ministério de Fronteiras britânico.

Na LondonHelp4U temos uma equipe de consultores de imigração experientes para ajudá-lo. Garantimos 100% de sucesso em seu pedido de visto ou o seu dinheiro de volta!

Saiba mais

Por: London Help4U.co.uk

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Britânica conta como perdeu visão em um dos olhos ao nadar de lente

OM | Diversos, Europa, Saúde | 11 de setembro de 2012

Uma mulher ficou cega de um olho após nadar na piscina do spa de um hotel usando lentes de contato.

A britânica Jennie Hurst, da cidade de Southampton, contraiu acanthamoeba keratitis, uma rara e dolorosa infecção causada por amebas encontrada na água.

A infecção causa hipersensibilidade à luz. A mulher de 28 anos disse ter ficado confinada a um quarto escuro por três meses.

Ela agora adverte para os perigos de se nadar ou tomar banho usando lentes de contato.

Jennie Hurst foi submetida a quatro operações e permanece no hospital. O tratamento exigia que colírio fosse pingado em seus olhos a cada meia hora.

”Durante o tempo em que fiquei confinada ao meu quarto, com persianas nas janelas, a única coisa que eu podia fazer era ouvir rádio”, relata.

”Uma noite, eu estava tão ávida em olhar para fora da janela, para poder ter uma visão do mundo externo, que eu abri as minhas cortinas, no meio da noite. Assim que fiz isso, a lua brilhou nos meus olhos e realmente os feriu. Nunca mais voltei a fazer isso de forma apressada.”

Ela conta que perdeu a visão do olho esquerdo e que os danos à sua córnea podem ser permanentes.

Poucas braçadas

Hurst trabalha como coordenadora ambiental e vinha usando lentes de contato há cinco anos. Ela resolveu nadar quando estava em um hotel, onde recebia um treinamento ligado ao seu trabalho.

”A ironia é que eu nem mesmo gosto de nadar. Só dei algumas braçadas. Meus médicos ficaram surpresos que eu fui nadar e provavelmente acharam que eu fui preguiçosa. Mas na verdade eu nem estava ciente do problema. Nem passou pela minha cabeça tirar as lentes.”

”Eu me senti culpada de ter deixado isso acontecer quando eu poderia tê-las tirado e poupado tempo e aborrecimento a todos, e me poupado de dor. Sempre fui cuidadosa com minhas lentes de contato. Sempre as tiro quando vou dormir e sempre uso uma solução química para limpá-las”, conta.

Segundo a Associação de Lentes de Contato Britânica, há 3,7 milhões de pessoas na Grã-Bretanha que usam lentes de contato, o que representa 7,5% da população do país.

A associação aconselha usuários de lentes a evitar usar água da pia para lavar lentes ou não secar as mãos de forma adequada antes manuseá-las. A entidade também recomenda que pessoas com lentes tirem-nas quando forem nadar (sem óculos de merguho) ou tomar banho.

Os sintomas da acanthamoeba keratitis incluem a sensação de ter algo nos olhos, olhos lacrimejantes, visão embaçada, sensibilidade à luz, inchaço da pálpebra superior e dor extrema.

O oftamologista que vem tratando Jennie Hurst no Hospital de Southampton, Parwez Hossain, aconselha: “Se você vem usando lentes de contato e começa a desenvolver irritação nos olhos e sensibilidade à luz que não diminui após poucas horas, você precisa procurar um médico ou um oculista”.

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Brasileiras vendem óvulos e barrigas de aluguel a estrangeiros na internet

OM | Brasil, Europa, Saúde | 11 de setembro de 2012

Barrie e Tony Drewitt-Barlow e seus filhos: 'nova família' com ajuda de doadora de óvulos brasileira

A compra e a venda de óvulos e sêmen e a prática de barriga de aluguel remunerada são ilegais no Brasil, mas isso não tem impedido que as brasileiras participem deste mercado que está em crescimento no mundo.

Muitas brasileiras têm oferecido seus serviços em sites internacionais e se dizem dispostas a viajar para países em que a prática é permitida, e algumas já moram no exterior.

Para se ter uma ideia de como funciona o movimentado – e polêmico – mercado internacional de barrigas de aluguel e doação de óvulos, basta visitar o site surrogatefinder.com (na tradução livre algo como “buscador de barriga de aluguel”) e dar uma espiada nos perfis das centenas de mulheres, entre elas dezenas de brasileiras, que oferecem seus serviços por ali.

O site é uma mistura de Facebook com a página de compra e vendas Ebay. Mulheres com idades que variam de 20 a 45 anos montam seus perfis e colocam fotos de si mesmas, dos filhos e da família. O objetivo da apresentação, porém, obviamente não é fazer amigos, mas dar aos casais ou solteiros interessados nos serviços oferecidos ali uma amostra de seu fenótipo, perfil genético e, dependendo do caso, capacidade de gestação.

Algumas se oferecem para doar óvulos para mulheres inférteis ou casais homossexuais que querem realizar o sonho de ter um filho – prática que pode lhes render de US$ 8 mil (R$ 16,4 mil) a US$ 50 mil (R$ 102 mil). Outras estão dispostas a carregar bebês de outras mulheres – serviço pelo qual pode-se ganhar até US$ 100 mil nos EUA (R$ 204 mil).

Uma estudante brasileira da Universidade de Edimburgo, por exemplo, se diz disposta a doar óvulos para pagar o curso de pós-graduação que começará em setembro. Uma professora de inglês de Santa Catarina diz que precisa do dinheiro da doação para ajudar a sustentar a filha. E uma estudante de psicologia do Espírito Santo se oferece para carregar o filho de outra mulher porque o marido ficou desempregado.

Todas mencionam também uma razão altruísta para a oferta: a vontade de ajudar casais com problemas de fertilidade a realizar o sonho de ter filhos.

O mercado de gametas e barrigas de aluguel vem crescendo nos últimos anos em diversos países, impulsionado, do lado da demanda, por tendências sociais e demográficas – como o fenômeno da maternidade tardia e a oficialização de uniões civis homossexuais. Do lado da oferta, pelo desenvolvimento de novas técnicas de reprodução assistida.

Exemplo

O casal britânico formado pelos empresários milionários Barrie and Tony Drewitt-Barlow e seus cinco filhos são exemplo da “nova família” que essas novas tecnologias viabilizaram.

Em 1999, os dois viajaram para a Califórnia, onde a prática de barriga de aluguel e doação de óvulos remunerada é permitida e voltaram para casa, na Grã-Bretanha, com os gêmeos Saffron e Aspen. Depois disso, tiveram mais três filhos. E agora pensam em ter uma segunda menina (nos EUA é permitido escolher o sexo do bebê).

Barrie e Tony também têm uma clínica que ajuda outros casais a terem bebês com óvulos de estrangeiras e serviços de barriga de aluguel contratados no exterior – o British Surrogacy Centre.

Em entrevista à BBC Brasil, Barrie contou que as brasileiras são muito procuradas para as doações de gametas por terem “fama de bonitas” e porque, entre elas, é fácil encontrar um perfil procurado por casais inter-raciais estrangeiros. Por isso, segundo o empresário, sua agência teria “olheiros” que buscam doadoras no Brasil.

“Foi uma brasileira que doou o óvulo para que eu pudesse ter dois de meus filhos – o segundo casal de gêmeos”, conta Barrie. “Nos últimos 12 meses, ajudamos 63 casais a terem filhos. Desses, 15 usaram doadoras brasileiras.”

Para Artur Dzik, presidente da Sociedade Brasileira de Reprodução Humana, porém, a prática é preocupante. “Um esquema em que as brasileiras são aliciadas para prestar esse serviço em outros países poderia estar explorando a miséria e a necessidade dessas mulheres”, acredita.

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Caso Julian Assange em Londres

OM | Diversos, Europa, Mundo | 6 de setembro de 2012

O chanceler equatoriano, Ricardo Patiño, assegurou que o diálogo com o Reino Unido sobre o caso do fundador de Wikileaks, Julian Assange, será retomado “imediatamente”, informou nesta terça-feira a agência pública de notícias Andes.

Patiño disse que gostou do pedido de seu colega britânico, William Hague, para retomar o mais rápido possível o diálogo sobre a situação jurídica de Assange, que obteve asilo no Equador, mas não pode abandonar a embaixada deste país em Londres, porque o Executivo britânico se nega a dar-lhe um salvo-conduto.

O diálogo entre os países sobre o caso foi suspenso após a denúncia efetuada pelo governo de Quito que o Reino Unido teria ameaçado com a possibilidade de invadir a embaixada equatoriana em Londres para prender Assange e extraditá-lo à Suécia, onde é acusado de supostos delitos sexuais.

Essa “ameaça”, descartada pelo governo britânico, foi rejeitada por vários países e organismos de integração americanos, que respaldaram o Equador.

O governo equatoriano considerou como uma “retratação” de Londres um comunicado oficial no qual descartava a “ameaça”, o que permitiu que se abram novamente as portas do diálogo bilateral.

O governo do Equador reivindicou ao Reino Unido e à Suécia garantias para Assange e disse que o diálogo terá que buscar saídas “pactuadas” sobre o caso.

No último dia 25 de agosto, o presidente equatoriano Rafael Correa detalhou que essa saída poderia ser a garantia que, se Julian Assange “vai responder à Justiça sueca, não seja extraditado para um terceiro país”.

Essas propostas, segundo o Executivo equatoriano, tentam eliminar a possibilidade que Assange possa ser extraditado aos Estados Unidos, onde a justiça desse país o poderia condenar à morte ou à prisão perpétua, sob acusações políticas por ter vazado documentos diplomáticos secretos desse país.

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