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Corintiano vai a Londres espionar o jogos do Chelsea

OM | Brasil, Diversos, Esporte, Londres | 23 de outubro de 2012

O Corinthians teve um “espião” em Londres neste final de semana para assistir aquele que é seu principal candidato a rival na decisão do Mundial de Clubes da Fifa deste ano. O auxiliar técnico Geraldo Delamore foi ao Reino Unido acompanhar o Chelsea ao vivo, e retorna ao Brasil para passar instruções sobre os ingleses a Tite.

Geraldo tirou uns dias de folga e viajou à capital inglesa para passear, mas aproveitou a deixa para ir acompanhar a uma partida do Chelsea, que jogaria em Londres o clássico local contra o Tottenham. E não deve ter gostado do que viu, já que o atual campeão da Liga dos Campeões da Europa venceu por 4 a 2, fora de casa, em White Hart Lane.

No duelo, o Chelsea abriu o placar ainda no início com Gary Cahill, mas viu o Tottenham empatar e virar na etapa complementar. Contudo, o time visitante conseguiu a virada posteriormente, com dois gols de Juan Mata e um de Daniel Sturridge, decretando números finais ao clássico que terminou com triunfo do clube de Stamford Bridge.

Os brasileiros David Luiz, Ramires e Oscar atuaram no embate desde o início pelo lado do possível rival corintiano, e foram “espionados” de perto por Geraldo Delamore. O Chelsea lidera o Campeonato Inglês com 22 pontos, ainda invicto, com sete vitórias e um empate em oito confrontos disputados. O Corinthians, por sua vez, volta a campo pelo Brasileiro no sábado, contra o Vasco.

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Um novo rico da Inglaterra contrata arquitetos de Londres para novo CT

OM | Diversos, Esporte, Londres | 17 de setembro de 2012

O Queens Park Rangers, da Inglaterra, provou nos últimos dias da janela de transferências estar mesmo disposto a bater de frente com os grandes clubes do país. A equipe contratou nomes importantes, como o goleiro Julio Cesar, ex-Inter de Milão, e Granero, que estava no Real Madrid.

Agora, o time quer se elevar ainda mais. E fora das quatro linhas. Por isso, contratou a Populous, empresa de arquitetura que ajudou na estrutura da Olimpíada de Londres e no novo estádio de Wembley. O objetivo é construir um novo centro de treinamento.

Segundo Phillip Beard, a expectativa é que o novo CT, em Warren Farm, fique pronto um pouco antes do início da temporada 2014/15.

“Após conseguir um bom lugar em Warren Farm, queríamos trabalhar com os melhores para construir um centro de excelência, que auxilie não somente nossos jogadores, mas as divisões de base e a comunidade em geral”.

Além de Wembley e de parte da estrutura da Olimpíada de Londres, a Populous também fez o design do estádio do New York Yankees, time de beisebol dos Estados Unidos, e o Estádio Olímpico de Sidney, na Austrália.

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Rainha Elizabeth II inaugurará Jogos Paralímpicos

OM | Diversos, Esporte, Londres, Mundo | 24 de agosto de 2012

A rainha Elizabeth II e seu marido, o príncipe Philip de Edimburgo, vão presidir a cerimônia de abertura dos Jogos Paralímpicos de Londres 2012 no próximo dia 29 de agosto no estádio de Stratford.

A soberana será a encarregada de inaugurar pela primeira vez os Jogos Paralímpicos acompanhada de seu marido, que na semana passada esteve hospitalizado cinco dias por conta de uma infecção na bexiga.

Elizabeth II encerra assim os meses de grande atividade pública, que começaram com a celebração de seu Jubileu de Diamante pelos 60 anos no trono e prosseguiram com a abertura dos Jogos Olímpicos, em que protagonizou um salto virtual de pára-quedas no estádio de Stratford junto com o ator Daniel Craig, atual intérprete de James Bond.

A cerimônia de abertura dos Paralímpicos, intitulada ”Enlightenment” (”Ilustração”), acontece na próxima quarta-feira às 16h30 (de Brasília) com um espetáculo aéreo do grupo Aerobility, uma organização beneficente do Reino Unido que treina deficientes para serem pilotos.

Se a abertura dos Jogos Olímpicos foi um louvor ao universo britânico e o encerramento uma ode à riqueza musical inglesa, os protagonistas desta cerimônia – dirigida por Jenny Sealey e Bradley Hemmings – serão as pessoas incapacitadas.

Com cerca de três mil voluntários, entre os quais antigos atletas paralímpicos, soldados feridos e crianças de diferentes bairros do leste de Londres, onde se concentram a maioria das instalações olímpicas, o ato será ”uma celebração espetacular do espírito inspirador destes Jogos”, segundo os organizadores.

A cerimônia, para a qual restam entradas a preços entre 250 e 350 libras (entre R$ 800 e R$ 1,1 mil), prosseguirá com um espetáculo circense protagonizado por 50 artistas, alguns deles profissionais, mas a maioria será de militares em reabilitação e atletas que se prepararam durante dois meses para o evento.

Os diretores, que prometeram um espetáculo ”profundamente humano”, preferem guardar as surpresas para a noite da cerimônia, mas alguns veículos da imprensa britânica especularam a participação do físico inglês Stephen Hawking.

Enquanto são finalizados os preparativos para a cerimônia e a adaptação do Parque Olímpico e das instalações esportivas para o evento paralímpico, quatro tochas viajam ao longo do Reino Unido transmitindo o espírito de superação deste evento à sociedade britânica.

Cada uma das chamas olímpicas foi acesa ontem nos pontos mais altos das quatro nações do país – Inglaterra, Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte – de onde iniciaram um percurso pelas principais cidades para se unirem, no próximo dia 28 de agosto, em uma única chama em Stoke Mandeville, o berço do movimento paralímpico.

Dali fará uma viagem de 24 horas até a capital britânica, onde vai passar por alguns pontos turísticos como a Abbey Road, o Picadilly Circus e a Tower Bridge de Londres antes de chegar ao estádio de Stratford durante a cerimônia de abertura.

Uma vez acesa, a chama iluminará a capital britânica até o dia 9 de setembro, quando termina a terceira experiência olímpica de Londres em sua história.OM Londres o seu Portal em Língua portuguesa em Londres

 

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Londres mostrou o caminho para se fazer uma festa.

OM | Cultura, Diversos, Esporte | 20 de agosto de 2012

Foto: Nilton Bibiano

Mas aguardem até o Brasil mostrar como é que faz o maior evento do planeta.

Marcio Delgado

Durante os últimos dois anos, trabalhando na Inglaterra para a TV Record, a emissora oficial para a transmissão dos Jogos Olímpicos deste ano para o Brasil, o assunto Londres 2012 foi tema quase diário. E, como todo mundo, eu também entrei em pânico com a possibilidade de não ser capaz de chegar ao trabalho devido ao caos dos transportes públicos e fiquei frustrado com as tentativas de comprar ingressos para o evento e acabar não conseguindo.

Mas, então, a maratona de jogos começou. E de repente tudo mudou.

O humor nacional pareceu mudar da noite para o dia, e para melhor.

O sistema de transporte público não falhou, nem se tornou impossível de fazer na cidade tudo o que faríamos em um dia normal.

Como brasileiro, vivendo em Londres há quase uma década, eu vi a atitude da população local em relação ao Brasil mudar dramaticamente ao longo dos últimos anos.

O país mais conhecido por ser um exótico destino de férias, pelo samba e futebol, transformou-se em um sério centro de negócios com uma economia que fica mais forte a cada dia. E com os preparativos para o Rio 2016 já a caminho, nas últimas semanas eu realmente senti como se a capital inglesa já estivesse, de alguma forma, um pouco “verde e amarela” – a expressão que usamos fazendo referência às cores da bandeira nacional para descrever o famoso estilo esportivo brasileiro. Para nós é a jornada – com toda a diversão e altos e baixos do caminho – o que realmente importa no final.

As ruas de Londres, de repente, tornaram-se muito mais coloridas.

As pessoas arriscaram sorrir para estranhos.

E todos estavam tão ocupados curtindo cada etapa dos Jogos Olímpicos de 2012, que não sobrou tempo para se preocupar com os riscos, tumultos, ataques terroristas e todas aquelas ameaças que podem comprometer um grande evento como este. (Eu tenho certeza de uma equipe especial foi cautelosamente selecionada e estava a postos para cuidar da segurança, mas eu estou contente que a mídia não recorreu ao sensacionalismo barato e fez deste tema a pauta do dia).

Foi uma longa espera para os Jogos de Londres começarem. Anos. Meses.

E então, quando finalmente foi dada a largada para as Olimpíadas, tudo chegou ao fim rapidamente, como uma refeição muito boa e sofisticada em um restaurante caro.

E, desde o início, com uma cerimônia cinematográfica para a abertura que custou milhões de libras, o mundo percebeu que Londres colocaria o nível do evento em um patamar bem alto.

O Brasil certamente terá que trabalhar duro para oferecer um cardápio do mesmo quilate, investindo no sistema de transporte, segurança e estrutura geral para sediar as próximas Olimpíadas.

No entanto, a boa notícia é que, com o passar do tempo, a percepção do público em relação a cada nação anfitriã do evento melhora. Ou seja: com mais tecnologia, melhor acesso para que as pessoas participem e uma cobertura mais ampla, cada cidade tem a oportunidade de superar a anterior porque tudo evolui. E a expectativa aumenta com isso. Agora o mundo inteiro vai ficar de olho no Rio de Janeiro e esperar que o evento que acontece pela primeira vez em uma cidade da América Latina seja acolhedor, criativo e inesquecível. Uma pressão das grandes!

Como um país democrático, o Brasil não tem uma rainha para “saltar” de um helicóptero no meio de um estádio na cerimônia de abertura: Inglaterra 1. Brasil 0. E também, infelizmente, não temos um James Bond: Inglaterra 2. Brasil 0.

No entanto, se uma atitude positiva perante a vida e um talento natural para festas incríveis é algo a ser levado em conta, tenho certeza que os próximos Jogos Olímpicos irão ser o que as pessoas realmente irão recordar por muitos anos. Placar esperado para o Brasil: nota 10!

*Marcio Delgado é profissional de marketing e jornalista brasileiro baseado em Londres trabalhando para ‘TV Record’ (Sky 801) e correspondente da Revista Glam Brasil.
twitter.com / @marcio_delgado

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Jornais estrangeiros veem ‘rivalidade’ entre Rio e Londres

OM | Brasil, Esporte, Londres | 17 de agosto de 2012

Um dia depois da cerimônia em que o prefeito de Londres, Boris Johnson, passou a bandeira olímpica para o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, o jornal britânico Independent e o americano Washington Post publicaram matérias destacando o que veem como uma rivalidade entre Rio e Londres.

De acordo com o Independent, os brasileiros estão olhando para a organização da Olimpíada de Londres com “inveja” e prometem fazer “uma festa melhor” em 2016.

O jornal britânico elogiou a breve apresentação do Rio na cerimônia de encerramento dos Jogos – que contou com Marisa Monte, Seu Jorge, a modelo Alessandra Ambrósio e até uma breve participação de Pelé -, no domingo, dizendo que ela “recriou o entusiasmo contagiante do carnaval do Rio de Janeiro” – mas defendeu que será difícil para o Brasil superar a capital britânica.

‘Dose de ‘ansiedade’

Segundo o Independent, o sucesso de Londres 2012 adicionou uma dose de “ansiedade” na preparação brasileira para os Jogos.

A reportagem diz que a reputação da Grã-Bretanha no Brasil é de “uma sociedade organizada, em que os trens sempre chegam a tempo” e todos são pontuais. Em seguida, afirma que os cariocas reconhecem que nada disso é o forte do Rio.

Já o Washington Post defendeu que Londres e o Rio parecem estar “desenvolvendo uma rivalidade”.

A publicação mencionou uma entrevista coletiva em Londres na qual Paes teria dito que as competições cariocas seriam melhores. “É claro que os Jogos no Rio serão os melhores. Serão no Rio”, disse o prefeito.

O jornal americano também deu destaque a uma reportagem, publicada pelo britânico The Observer no domingo, segundo a qual preocupações com “atrasos nas construções, subornos e um submundo oculto” estariam lançando “sombras” sobre os Jogos no Rio.

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Personalidades brasileiras revelam como fariam a cerimônia de abertura do Rio 2016

OM | Brasil, Celebridade, Cultura, Esporte | 16 de agosto de 2012

Em meio à passagem de bastão de Londres para o Rio de Janeiro, cidade-sede das próximas Olimpíadas, cresce a expectativa do público brasileiro e internacional sobre como será a cerimônia de abertura dos Jogos de 2016.

No Rio, a festa ficará a cargo do cenógrafo português Abel Gomes, radicado há décadas no país.

Em Londres, a abertura foi dirigida pelo tarimbado cineasta britânico Danny Boyle, vencedor do Oscar de Melhor Diretor em 2009 por Quem quer ser um milionário?, e recebeu elogios proporcionais ao tamanho do público que assistiu ao evento pela televisão, estimado em 1 bilhão de pessoas ao redor do mundo.

Boyle utilizou referências de suas produções passadas para fazer uma viagem no tempo, pontuando a história da Inglaterra com personagens de época e grandes inventores do país.

Entre os pontos altos da festa destacados pela imprensa mundial, um dublê da Rainha Elizabeth 2ª pulou de pára-quedas de um helicóptero que sobrevoava o Estádio Olímpico, após uma cena em que a própria monarca contracenava com Daniel Craig, intérprete do lendário herói James Bond.

Com vistas à cerimônia de abertura das Olimpíadas de 2016 no Rio de Janeiro, a BBC Brasil convidou personalidades brasileiras para responder à seguinte questão: Se você fosse responsável pelo evento, o que você faria e como organizaria essa festa?.

Confira os depoimentos.

“O que o Brasil tem de mais particular em relação ao resto do mundo é a maior floresta do planeta, os maiores aquíferos e nossa biodiversidade, também campeã. Faria da preservação deste patrimônio o tema central da festa da abertura. Do que nós temos é o que mais interessa ao resto do mundo”.

Fernando Meirelles é cineasta, produtor e roteirista. Foi indicado ao Oscar de Melhor Diretor em 2004 pelo filme Cidade de Deus.

“Acredito que a cerimônia de abertura no Rio deveria tomar como referência a festa de Parintins pela dimensão do evento. O que os índios fazem no meio da Floresta Amazônica é incrível e não tem comparação com qualquer outra festa no mundo. Nunca vi nada igual na vida.

Embora eu esteja acostumado a fazer abertura para televisão, o que é muito diferente, acho que devemos valorizar o que o Brasil tem de mais espetacular. Temos de recorrer a tecnologias de grande escala; tem de ser algo gigantesco.

Em resumo: temos de passar ao público a genialidade dos ritmos musicais brasileiros, começando na África até os dias de hoje. Seria como contar uma história da música brasileira sob o prisma histórico. Porque, ao fim e ao cabo, é por isso que o Brasil é reconhecido mundialmente. Pela sua música”.

Hans Donner é designer e responsável por inúmeras vinhetas e peças de abertura dos programas da Rede Globo de Televisão, incluindo a criação do logotipo da emissora.

“Achei um fracasso a cerimônia de abertura em Londres. Por quê? Porque tentar sintetizar ou reduzir ou sumarizar toda uma cultura (desde os tempos feudais / rurais até a Revolução Industrial até os tempos de hoje), num espaço basicamente esportivo (…) vira propaganda xenofóbica super patriótica em um mundo infestado por sectarismos e tribos umas matando as outras. Sem graça.

A cerimônia em Pequim há quatro anos foi mais “stunning” porque esse é o espirito da coisa mesmo: arrepiar as pessoas!!!

Se me dessem ampla verba pro evento e com liberdade total de criação, acho que tentaria montar um evento de abertura sobre o SOBREHUMANO ou a nossa vontade de superar nossos limites como humanos! Acho que eu faria algo em torno dos sonhos eternos que o ser humano tem em ser um voador, um super-herói, em descobrir outros planetas, em querer descobrir de onde veio e pra onde vai isso tudo”.

Gerald Thomas é diretor de teatro, além de criador e fundador da Companhia Ópera Seca.

“A abertura deveria mostrar a identidade cultural do Rio e sua originalidade. Os gênereos musicais aqui criados: o samba, o choro, o maxixe, a marchinha, a bossa nova e o funk. O espetáculo deve ter muito colorido, grandes orquestras, bons dançarinos. Crianças, jovens e velhos devem integrar nossa apresentação. O encerramento, como não poderia deixar de ser, seria um desfile de Escolas de Samba do carnaval carioca com alas, fantasias e baterias”.

Rosa Maria Araújo é historiadora, presidente do Museu da Imagem e do Som (MIS) do Rio de Janeiro, além de autora de musicais, como Sassaricando, com o escritor Sérgio Cabral.

“A abertura deveria mostrar o Brasil moderno – e não só aquela velha história do café, da mulata, do carnaval, ou seja, os estereótipos. Nesse sentido, acredito que a cerimônia tem de incluir um passeio por cada região brasileira, revelando as diversas manifestações de cultura popular presentes em cada canto do país. O festival de Parintins é um bom exemplo disso.

Claro que não podemos deixar de fora as riquezas naturais de nosso país. Mas acrescentaria na apresentação referências modernas, como Oscar Niemeyer e Burle Marx. Seria interessante mostrar tanto as tradições como também o que queremos para o amanhã.

O Brasil, hoje, é um país mais rico e moderno. Isso tem de ser mostrado, até mesmo para acabar com essa visão estereotipada de alguns estrangeiros de que ainda vivemos numa grande floresta, desviando de cobras e macacos.

Maneco Quinderé é iluminador, com atuações nos principais espetáculos teatrais, shows, óperas, desfiles e balés do Brasil.

“Me preocuparia em, especialmente, fazer o esporte do meu país ter resultados importantes antes da competição, estimulando, patrocinando e viabilizando a vida dos atletas. Quanto à festa, faria uma linda história sobre o esporte ligada à força do povo brasileiro!”

Ivete Sangalo é cantora

 

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Brasil cai no ranking mensal da Fifa

OM | Brasil, Esporte | 16 de agosto de 2012

Apesar do bom desempenho nas Olimpíadas, o que lhe garantiu uma vaga na final contra o México no próximo sábado, dia 11 de agosto, a seleção brasileira de futebol caiu duas posições no ranking mensal da Fifa, atingindo a sua pior marca desde que a lista foi criada, em 1993.

O ranking de agosto foi divulgado nesta quarta-feira e é liderado pela Espanha.

Com a queda, o Brasil está agora na 13ª posição, atrás de seleções como Croácia, Rússia e Grécia.

Confira abaixo as 20 melhores seleções do ranking:

1. Espanha, 1.605 pontos

2. Alemanha, 1.474 pontos

3. Inglaterra, 1.294 pontos

4. Uruguai, 1.236 pontos

5. Portugal, 1.213 pontos

6. Itália, 1.192 pontos

7. Argentina, 1.098 pontos

8. Holanda, 1.053 pontos

9. Croácia, 1.050 pontos

10. Dinamarca, 1.017 pontos

11. Rússia, 1.016 pontos

12. Grécia, 1.003 pontos

13. Brasil, 991 pontos

14. França, 980 pontos

15. Chile, 953 pontos

16. Costa do Marfim, 939 pontos

17. Suécia, 909 pontos

18. México, 862 pontos

19. República Tcheca, 854 pontos

20. Equador, 836 pontos
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Brasil alcançando o número recorde de medalhas em Londres

OM | Brasil, Diversos, Esporte, Londres | 15 de agosto de 2012

O Brasil encerra suas participação nos Jogos Olímpicos de Londres 2012 alcançando o número recorde de medalhas, mas sem conseguir seu melhor desempenho na história.

Foram 17 medalhas vencidas nos 16 dias de competição em Londres 2012, duas a a mais do que o obtido nas edições de Atlanta 1996 e Pequim 2008. Apenas três foram de ouro.

Mas em quantidade de ouro – que é o primeiro parâmetro na avaliação do desempenho dos países em Olimpíadas – o Brasil termina Londres 2012 sem conseguir repetir o feito de Atenas 2004, quando o país subiu cinco vezes ao lugar mais alto do pódio.

O desempenho do Brasil em Londres 2012 foi levemente superior ao previsto pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB), que esperava que a delegação repetisse a performance de Pequim 2008.

Brasil em Londres 2012

O Brasil começou sua participação nos Jogos de forma arrasadora, conquistando três medalhas logo no primeiro dia de competição – com ouro e bronze para os judocas Sarah Menezes e prata para o nadador Thiago Pereira.

Na primeira semana dos Jogos, a natação e o judô receberam a maior parte da atenção da torcida brasileira. Nas piscinas, a prata de Thiago Pereira nos 400m medley aumentou as esperanças de o país conseguir a sua melhor campanha na história da natação.

Havia expectativa de que Pereira voltasse ao pódio nos 200m medley e que a maior estrela brasileira da natação – Cesar Cielo – conquistasse medalhas nos 100m e 50m livres. Bruno Fratus e a equipe de revezamento também eram esperanças brasileiras.

No entanto, ao longo da semana, os brasileiros mostraram que não estavam à altura dos competidores. Cielo terminou os 100m em sexto. Nos 50m – prova na qual levou ouro em Pequim 2008, estabeleceu o recorde mundial e dominou nos últimos quatro anos – ele terminou apenas com o bronze, sendo superado pelo francês Florent Manaudou e pelo americano Cullen Jones.

O primeiro dia arrasador do Brasil em Londres 2012 passou a ser visto como uma exceção. Na primeira semana dos Jogos, diversos atletas brasileiros que estavam cotados para subir ao pódio – como o ginasta Diego Hypólito e os judocas Leandro Guilheiro, Tiago Camilo e Rafaela Silva – foram sendo eliminados precocemente em suas competições.

O Brasil só voltou a ver medalhas nos últimos dias de competição do judô, com os bronzes de Mayra Aguiar e Rafael “Baby” Silva.

No fim de semana, o grande destaque brasileiro surgiu longe da capital britânica, nas águas de Weymouth, no sul da Inglaterra. Robert Scheidt tornou-se o maior medalhista brasileiro da história das Olimpíadas ao conquistar seu quinto pódio consecutivo em Jogos.

No entanto, o sentimento para ele foi de alegria e tristeza, já que ele havia começado o domingo com chances de ouro e com a prata praticamente garantida, mas acabou surpreendido pela dupla da Suécia e caiu uma posição na classificação geral depois da última regata da Star.

Ouro inédito

A última semana de competição começou da melhor forma possível, com o primeiro ouro da história da ginástica artística brasileira. Arthur Zanetti superou o tetracampeão mundial Chen Yibing nas argolas na última apresentação da competição e levou o segundo ouro brasileiro em Londres 2012.

Aos poucos, os olhos do público brasileiro se voltaram para os esportes coletivos, onde o Brasil começava a chegar às finais.

No vôlei de praia, apenas metade das quatro duplas brasileiras conseguiram pódio. Emanuel e Alison foram prata, após derrota para os alemães Brink e Reckermann, e Larissa e Juliana acabaram com o bronze.

No sábado, penúltimo dia de competição, grandes surpresas determinaram outras duas medalhas brasileiras. No futebol masculino, após boa campanha nos Jogos, o Brasil foi dominado e derrotado pelo México diante de 86 mil pessoas no estádio de Wembley, e voltou para casa novamente com uma prata.

O país segue sem ouro no futebol olímpico, já que a seleção feminina foi eliminada pelo Japão nas quartas-de-final.

A segunda surpresa do sábado foi positiva para os brasileiros. Em jogo emocionante, a seleção feminina de vôlei conseguiu vencer os Estados Unidos na final – para quem já havia perdido por 3 a 0 na primeira fase – e levou o terceiro ouro brasileiro em Londres 2012.

Surpresa no boxe

A meta do COB não teria sido alcançada nos Jogos sem o desempenho de um esporte que chegou às Olimpíadas com pouco destaque. O Brasil conseguiu três medalhas no boxe olímpico, desempenho só inferior ao judô brasileiro em Londres 2012.

Depois de 44 anos sem subir ao pódio, o Brasil conquistou uma prata, com Esquiva Falcão, e dois bronzes, com Adriana Araújo e Yamaguchi Falcão. Esquiva chegou à primeira final olímpica do Brasil no boxe e Adriana conseguiu uma medalha nos primeiros Jogos em que mulheres lutaram boxe.

A última semana também foi marcada por uma grande decepção. O Brasil não conseguiu subir nenhuma vez ao pódio no atletismo, onde são disputadas algumas das modalidades mais nobres das Olimpíadas.

O brasileiro Marílson dos Santos chegou na quinta colocação na maratona, realizada neste domingo, e o Brasil ficou fora do pódio, dominado pelos atletas africanos.

E, no vôlei masculino, após abrir 2 sets a 0 contra a Rússia na final, o Brasil permitiu a reação do adversário e a Rússia levou a medalha de ouro. A seleção masculina não conseguiu repetir o feito da seleção feminina e ficou com a prata.

No último dia dos Jogos, horas antes da cerimônia de encerramento, Yane Marques terminou em terceiro no pentatlo moderno, conquistando mais um bronze para o Brasil – a 17ª e última medalha da campanha de Londres 2012, a melhor da História do país.OM Londres o seu Portal em Língua portuguesa em Londres

 

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