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Brasileiros compram casas na Europa

| Diversos, Economia, Europa | 15 de abril de 2013

Em meados dos anos 2000, europeus interessados em investir, passar férias ou passar a aposentadoria no outro lado do Atlântico chegaram a ser responsáveis por um terço das compras de imóveis novos em alguns Estados do nordeste brasileiro, como Ceará e Rio Grande do Norte. Agora, com o real valorizado e os preços dos imóveis na Europa pressionados pela crise no continente, alguns brasileiros estão começando a fazer o caminho contrário.
Um exemplo é a terapeuta floral Nair Diniz, de 70 anos. Natural de Belo Horizonte, Nair comprou em 2011 um apartamento no condomínio de luxo Palácio Estoril, em uma praia próxima a Lisboa, e hoje divide seu tempo entre o Brasil e Portugal, onde recebe os netos em suas férias.

“Passo seis meses lá (Portugal) e seis meses aqui (Belo Horizonte). Temos muitos amigos e já me sinto em casa em Portugal, até porque a cultura é muito parecida com a brasileira”, contou Nadir à BBC Brasil.

“A questão da segurança também é um atrativo. E se é verdade que a Europa sempre foi um lugar caro, recentemente o custo de vida no Brasil subiu muito, então a diferença entre o que gasto lá e aqui já não é tão grande”, diz.

O funcionário público aposentado Carlos Cabral concorda. “Gasto mais ou menos o mesmo no Brasil que em Portugal e aqui (Lisboa) consigo manter um estilo de vida parecido com o que levava no Brasil, indo a teatros, restaurantes e etc”, conta.

Carlos foi à Europa pela primeira vez em dezembro e decidiu a passar parte da aposentadoria na terra de Camões. Agora, ele está procurando um apartamento para comprar em Portugal com o dinheiro que deve receber de um processo trabalhista.

“Tomei essa decisão no ano passado, depois que consegui a cidadania portuguesa por ter família no país. Fiz as contas e vi que conseguiria viver aqui com minha pensão brasileira então pensei: Por que não? Agora, quero usar Portugal de ponto de partida para conhecer o resto da Europa.”

Por trás das histórias de Carlos e Nair há um fenômeno que está colocando os brasileiros no radar de agentes imobiliários em diversos pontos do globo.

Foi-se o tempo em que o sonho de quem começava a ascender na pirâmide social brasileira era uma casa à beira mar no Guarujá ou Búzios. A busca por segurança e preços mais baixos que os do superaquecido mercado imobiliário brasileiro nos últimos anos fez muitos se convencerem de que poderiam comprar uma segunda residência além das fronteiras brasileiras.

Destinos

Sem dúvida, Miami tornou-se o destino preferido desses brasileiros, principalmente em função de seus preços atrativos – e que chegaram a cair 50% com a crise.

Por volta de 2011, por exemplo, era relativamente fácil comprar um imóvel de 100 m² em Miami por menos de US$ 200 mil (R$ 380 mil) ou até menos de US$ 100 mil (R$ 190 mil), no caso de casas ocupadas por famílias que não puderam pagar suas hipotecas. Já em Ipanema – onde o valor do m² chega a R$ 17 mil – esses mesmos US$ 200 mil (R$ 380 mil) só seriam suficientes para pagar pela metragem de um quarto (22 m²).

Na época, segundo a Miami Association of Realtors, brasileiros foram responsáveis por 12% de todas as compras de imóveis em Miami. E ainda hoje esse é o principal alvo dos turistas residenciais do país.

Agora, porém, com os preços da Flórida se recuperando a uma média de 10% ao ano nos cálculos de Gabriela Duva, diretora da área internacional da imobiliária Coelho da Fonseca, também começa a crescer o número de interessados em outros destinos – entre eles a Europa.

“Esse movimento ainda é bastante inicial pois, a sensação que se tem é que a economia na Europa tem um ritmo mais lento do que a americana. Mas de fato temos percebido um início de interesse de alguns investidores brasileiros em olhar para o mercado europeu. Principalmente os que compraram imóveis na Flórida na baixa (dos preços dos imóveis) e já revenderam com grandes lucros”, diz Gabriela Haddad, da Hamoral Group que atua na venda de imóveis de luxo no Brasil e no exterior.

Na Coelho da Fonseca, Duva diz ter registrado um aumento de cerca 30% na procura por imóveis no velho continente nos últimos dois anos.

“A Europa é mais cara então acaba atraindo compradores com mais recursos. A questão é que até pouco tempo apenas os super-ricos pensavam em ter uma segunda residência na Itália, França, Portugal ou Espanha, e agora temos um espectro maior de interessados, que inclui, por exemplo investidores em busca de oportunidades criadas pela crise no continente”, conta.

Perfil dos interessados

Segundo consultores como Duva, Guilherme Grossman, da imobiliária Consultant, e Nuno Durão, da portuguesa Irglux, há pelo menos três perfis de brasileiros que estão se interessando em comprar imóveis na Europa.

Primeiro, investidores que acreditam que os preços no mercado de alguns países europeus estão em um patamar interessante e podem se valorizar quando a Europa começar a se recuperar da crise – à semelhança do que já vem acontecendo em Miami.

Segundo Duva, esse seria o caso de muitos dos interessados no mercado espanhol, que foram atraídos pelos descontos de até 60% provocados pela crise. Ainda há muita incerteza, porém, sobre se e quando a economia do país vai reagir – tornando os investimentos rentáveis.

“Por isso os brasileiros ainda estão apenas observando o que fazem outros investidores”, diz a consultora.

De fato. Segundo alguns cálculos, a Espanha teria hoje até 6 milhões de apartamentos vazios – muitos deles imóveis confiscados pelos bancos depois que seus proprietários não puderam honrar suas hipotecas.

De acordo com o Consejo General del Notariado (CGN), um total de 38.312 estrangeiros “não residentes” compraram imóveis na Espanha no ano passado aproveitando esses descontos – 30% a mais que em 2011.

Mas apesar de o número de brasileiros nesse grupo ter quadruplicado desde a crise de 2008, ainda é pouco expressivo. Em 2012, 25 brasileiros compraram imóveis na Espanha totalizando 6,2 milhões de euros (R$ 12,2 milhões), como mostra um levantamento feito pelo CGN.

Turismo residencial

O segundo perfil de brasileiros interessados em comprar imóveis na Europa inclui descendentes de europeus, que sempre quiseram manter um laço com o país ou região de sua família e agora, ao compararem os preços de imóveis europeus e brasileiros, acabam achando a possibilidade de adquirir uma segunda residência nesses lugares bem razoável.

Esse é o caso do engenheiro e empresário Hermes Loyola Costa, por exemplo, que ao viajar para a Espanha e Portugal para fazer turismo e visitar familiares decidiu começar a procurar um imóvel nesses países para passar uma temporada e ter uma base para, possivelmente, também investir em negócios na região.

“Vi que com 150 mil euros (R$ 389 mil) eu compro um bom apartamento de dois quartos no Porto”, diz Hermes. “A minha ideia é passar um tempo aqui para avaliar as possibilidades de investir nesse mercado. Sei que estão em crise, mas crise não dura a vida toda – e operar em momentos de crise é algo que nós, empresários brasileiros, tivemos de aprender a fazer bem.”

No terceiro grupo, estão famílias endinheiradas em busca de uma casa de veraneio ou aposentados interessados em dividir seu tempo entre Brasil e Europa.

É esse o caso de Nair e Carlos, que se dizem atraídos pelo “estilo de vida” de Portugal, a facilidade de acesso a outros países do continente e os custos de vida razoáveis se comparados com os brasileiros.

“Se até pouco tempo era comum ver portugueses aposentados comprando casas para passar o inverno português no nordeste brasileiro, cada vez mais são os aposentados brasileiros que estão atravessando o Atlântico”, diz Grossman.

Portugal

Portugal parece ter percebido esse interesse e é o pais europeu que mais tem se esforçado para explorar o potencial do mercado brasileiro.

Na esperança de vender alguns dos 10 mil imóveis desocupados do país, as agências imobiliárias portuguesas organizaram em dezembro, em parceria com a Câmara Portuguesa de Comércio e Indústria, a primeira Mostra de Imobiliário Português (MIP) no Brasil.

Esse primeiro evento ocorreu no Rio de Janeiro. E no mês que vem, outra feira semelhante será realizada em São Paulo. No segundo semestre, o governo português também quer fazer um road show por capitais brasileiras para promover o mercado imobiliário de seu país e dar informações para quem pretende comprar uma casa em Portugal para passar férias, investir ou se aposentar.

“Observamos que os brasileiros estavam ganhando muito peso no mercado americano e percebemos que, com informações e alguns incentivos, poderíamos captar parte desse interesse para os imóveis portugueses”, diz Marlene Fialho, gerente da Câmara Portuguesa de Comércio e Indústria do Rio de Janeiro.

Como resultados da feira no Rio, o banco português Caixa Geral de Depósitos diz estar negociando com 20 investidores brasileiros imóveis avaliados em um total de 55 milhões de euros (R$142 milhões). Grossman, da Consultant, que opera em Portugal, calcula ter fechado 10 negócios e estaria negociando com outros 200 potenciais compradores.

Uma das apostas do governo português para atrair os brasileiros é um visto de residência especial para investidores, que lhes daria livre circulação pelo espaço europeu e após ser estendido por 6 anos poderia ser usado para dar entrada em um pedido de cidadania.

E Portugal não é o único a apostar nessa estratégia. Um projeto semelhante também é estudado pela vizinha Espanha para resolver o seu problema de imóveis desocupados.

É claro que a compra de um imóvel no exterior implica em uma série de complicações e riscos. Consultores alertam, por exemplo, que antes de cada compra é preciso se informar sobre os impostos, taxas, custos de transações e legislações de cada país – e em uma Europa em crise a verdade é há poucas garantias que não haverão mudanças na regulamentação para o setor.

Também não está claro se e quando aqueles que estão comprando imóveis em países em crise, como a Espanha, poderão obter retornos interessantes para seus investimentos – como no caso de Miami. E para os que compram casa de veraneio vale lembrar que os custos de manutenção do imóvel em moeda estrangeira sempre estarão sujeitos a variações no câmbio.

Nair, por exemplo, confessa que não sabe avaliar se o imóvel que comprou será um bom investimento. “O que mais importa para mim é o que ganho em qualidade de vida”, diz.

Para comprar ou vendes imóveis acesse:
www.rogeriomoura.com

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Você sabia que pode pedir reembolso do imposto pago nas mercadorias adquiridas no Reino Unido?

| Economia, Londres | 15 de novembro de 2012

Está aberta a temporada das compras de final de ano. O natal se aproxima e as promoções nas vitrines são um convite agastar. Mas se você está visitando o Reino Unido, saiba que é possível economizar na hora de voltar para casa com as malas cheias de presentes. É que turistas têm direito a pedir o reembolso do VAT – Value Added Tax -, o imposto de geralmente 20% que incide sobre a maioria das mercadorias. É o esquema Tax Free Shopping, também conhecido como Retail Export Scheme.

Como participar

Na loja: primeiro verifique se a loja onde vai você fazer a compra faz parte desse esquema – como a participação é voluntária, nem todos os pontos comerciais aderiram ao sistema. Fique de olho em adesivos com a mensagem ‘Tax Free’, que geralmente são colocados nos estabelecimentos. Se é o caso de onde você está, solicite o formulário do VAT – o chamado VAT 407 form. Preencha este documento corretamente. Não se esqueça de levar seu passaporte na hora de adquirir a mercadoria porque o vendedor pode querer verificar se você esta apto a pedir o reembolso.

No aeroporto: antes de fazer o check-in, leve os formulários, as notas fiscais e o passaporte até a alfândega para que sejam verificados e, no caso dos formulários, carimbados. Deixe à mão os produtos comprados porque talvez seja necessário mostrá-los para os agentes. Chegue com antecedência ao aeroporto para que consiga fazer todo o processo com calma. Filas não são raras.

Em seguida, leve os formulários carimbados para as empresas que fazem reembolso de VAT. Nos aeroporto de Heathrow e Gatwick, há estandes da Travelex. Lá, o viajante  é orientado a como receber o dinheiro de volta. Algumas lojas fazem o reembolso na hora, em dinheiro ou no cartão de crédito. Em outros casos, esse processo tem que ser feito por correio. Você pode pedir reembolso de quase todas as mercadorias adquiridas no Reino Unido, com exceção de carros, barcos, produtos que custem mais de £600 exportados para fins de negócios, entre outros. Serviços em geral, como despesas com hotel, também não entram no esquema. É importante que você não retire da embalagem, tire a etiqueta ou use o produto que comprou antes de pedir o reembolso. Um outro detalhe: só tem direito a requerer o imposto de volta quem adquiriu a mercadoria no máximo 3 meses antes da saída do Reino Unido. O passo a passo pode até parecer um pouco complicado. Mas não tem como fugir desse procedimento. É assim em todo lugar. Mas se por um lado a burocracia é inevitável, por outro ela garante que você volte para casa com um dinheirinho a mais no bolso. Vale a pena reservar um tempo para isso. Afinal, o reembolso de imposto é um direito do turista.

Por: London Help4U.co.uk

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WTM Londres abre com olhos voltados para o Brasil

| Brasil, Diversos, Economia, Londres | 7 de novembro de 2012

Cerimônia de abertura da World Travel Market (WTM), que começou ontem e segue até a quinta-feira, dia 8, em Londres. Liderado por Fiona Jeffery, chairman da WTM, e com uma bem-humorada palestra de Barry Gibbons, ex-CEO e chairman do Burger King, o evento teve o tom voltado para a economia, tocando em pontos chaves como a crise do Euro, a recessão na Europa e no próprio Reino Unido.

Em contraste, sempre, o forte crescimento do Brasil, que esteve mais na vitrine do que a própria China quando o tema era o poder de seu mercado e de seus viajantes. Quem frequentemente citou o Brasil em sua fala, pelo tamanho de seu mercado, o número de turistas brasileiros na Inglaterra e pela delegação na WTM, foi Stephen Sackur, jornalista da BBC de Londres, que apresentou a cerimônia pelo sexto ano consecutivo.

Mas o tom esteve otimista mesmo quando o tema era o momento delicado da economia europeia. “Pois é justamente em épocas difíceis como essas que eventos como a WTM, voltados para os negócios, se tornam ainda mais estratégicos”, disse Fiona, lembrando que o número de viagens no mundo no primeiro semestre de 2012 cresceu 5% em relação ao mesmo período de 2011, de acordo com a Organização Mundial do Turismo (OMT).
Quem também esteve no centro das atenções foi a Olimpíada de Londres 2012, que colocou a cidade e o Reino Unido na vitrine para o planeta, ainda que não tenha trazido resultados tão imediatos para a atividade turística. A indústria hoteleira, por exemplo, tem afirmado que a ocupação durante o megaevento esportivo foi menor do que costuma ser no mesmo período do ano na capital inglesa. “Mas ganharemos todos no médio e longo prazo”, disse Stephen Sackur. Fica a reflexão para o Rio e o Brasil.OM Londres o seu Portal em Língua portuguesa em Londres

 

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Fabricante dos táxis de Londres procura investidores para sair de crise

| Diversos, Economia, Londres | 31 de outubro de 2012

A companhia Manganese Bronze, que fabrica os emblemáticos táxis de cor preta de Londres, anunciou nesta quarta-feira (31) que negocia com potenciais investidores interessados em resgatar a empresa de sua atual situação financeira. A Manganese Bronze tem prejuízos há quatro anos devido a problemas na linha de montagem e foi registrada queda de 9,1% nas vendas no Reino Unido em 2011.

Além disso, a situação foi agravada por erros na contabilidade dos seis primeiros meses do ano descobertos recentemente. Segundo informou nesta quarta a imprensa britânica, a fabricante recorreu à empresa de consultoria Pricewaterhousecoopers para encontrar um investidor após o fracasso nas tentativas de conseguir financiamento por meio da companhia chinesa Geely, que possui parte das ações da Manganese Bronze.

De acordo com a empresa de consultoria, até o momento houve um “altíssimo e incomum interesse” pela fabricante britânica por parte de possíveis investidores da Europa e de outras partes do mundo.

“Começamos imediatamente a negociar com uma lista de partes interessadas, britânicas e internacionais”, afirmou Matthew Hammond, administrador da Pricewaterhousecoopers.

Recentemente, foram descobertos problemas de contabilidade na venda do novo modelo da Manganese Bronze, o TX4, o que obrigou a companhia a suspender temporariamente a venda do veículo e retirar de circulação 400 exemplares já comercializados.

A Manganese Bronze emprega na atualidade 277 pessoas, a maioria delas em sua sede central, situada em Coventry, no norte da Inglaterra.

Atualmente, circulam por Londres ao menos 22 mil táxis pretos da Manganese Bronze. No resto do país, esse número é de aproximadamente 18 mil.

 

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Cuidado ao baixar música ou vídeo ilegalmente, você pode estar sendo monitorado

| Cultura, Diversos, Economia | 10 de setembro de 2012

Qualquer pessoa que baixe filmes ou músicas no BitTorrent, uma popular ferramenta de compartilhamento de arquivos, tem grandes chances de estar sendo monitorada, de acordo com um estudo feito pela Universidade de Birmingham, na Grã-BRetanha.

Os pesquisadores descobriram que qualquer download feito pela ferramenta, que é ilegal em diversos países, pode ser identificado por uma agência de monitoramento em apenas três horas. Eles se disseram “surpresos” pela escala de pessoas vigiadas.

Detentores de direitos autorais de músicas ou filmes podem usar esses dados para identificar usuários que estejam fazendo esses downloads ilegais.

A pesquisa durou três anos e foi desenvolvida por uma equipe de especialista em computação, que desenvolveram um software que agia como um usuário do BitTorrent e registrava todas os compartilhamentos realizados.

Sem distinção

Os registros mostraram que o monitoramento não fazia distinção entre usuários que baixavam um grande volume de arquivos e os que eram novos no site.

“Você não precisa ser um usuário recorrente (para ser vigiado). Alguém que baixa um único filme pode ser monitorado também”, disse Tom Chothia, que coordenou o estudo.

“Se o arquivo estiver entre os cem mais baixados, é vigiado em poucas horas. Alguém vai perceber e começar a gravar.”

A pesquisa revelou que conteúdos menos populares também eram monitorados, porém em uma frequência bem menor.

O estudo identificou cerca de 10 diferentes empresas de monitoramento registrando os conteúdos, entre elas organizações que verificam o cumprimento de direitos autorais, firmas de segurança e até outros laboratórios de pesquisa.

No entanto, seis daquelas com monitoramento em maior escala foram mais difíceis de identificar, já que as empresas responsáveis usaram firmas terceirizadas para fazer as pesquisas por elas.

Marketing

Segundo Chothia, não se sabe por que essas empresas estariam interessadas em uma quantidade de dados tão grande.

“Muitas empresas estão simplesmente sentando sobre os dados. Esse tipo de monitoramento é fácil de fazer, e os dados estão lá, então elas pensam que é melhor coletá-los, já que podem ser valiosos no futuro”, disse o pesquisador.

Algumas empresas supostamente responsáveis por monitoramento em larga escala foram acusadas de vender os dados a detentores de direitos autorais para ações de marketing.

“Os dados mostram que tipo de conteúdo é popular, e onde”, disse Chothia.

O estudo também revelou que as chamadas blocklists, sistemas usados por aqueles que compartilham arquivos ilegalmente para evitar que seus computadores sejam rastreados, podem ser inúteis.

“Muitas das empresas que encontramos fazendo monitoramento não estavam nas blocklists, ou seja, as medidas para evitar o monitoramento não estão realmente funcionando”, disse Chothia.

Ações judiciais

Alguns detentores de direitos autorais na Europa e nos EUA estão usando endereços de IP coletados por empresas de monitoramento para buscar ações judiciais que obriguem provedores de internet a entregar os endereços físicos associados a eles.

Esses detentores de direitos autorais estariam, então, escrevendo aos indivíduos buscando recompensas ou avisando da possibilidade de ação judicial.

Chothia, porém, duvida que provas coletadas dessa maneira possam ser usadas nos tribunais.

Alguns advogados concordam com o pesquisador e também duvidam que provas coletadas de um endereço de IP possam ser usadas em tribunais, já que esses endereços identificam a conexão de internet usada e não um indivíduo em particular.

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Brasil foi única economia dos Brics a avançar em ranking de competividade

| Brasil, Economia | 10 de setembro de 2012

O Brasil foi a única economia do chamado bloco dos Brics (formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) que cresceu no Relatório de Competitividade Global 2012-2013, elaborado pelo Fórum Econômico Mundial.

O país teve um aumento de cinco posições em relação ao ano anterior, passando para a 48ª colocação e ultrapassou a África do Sul, assumindo a segunda posição entre os Brics. Em 2011, o Brasil também já havia subido no ranking na mesma proporção em relação a 2010, passando da 58ª para a 53ª colocação.

Apesar de ter caído três posições na classificação geral, a China, que ocupa a 29ª colocação, ainda lidera o grupo. Os demais países do grupo também registraram quedas em relação ao ano passado.

A Índia caiu três posições passando para 59ª colocação, a África do Sul passou da 50ª para a 52ª colocação e a Rússia desceu uma posição no ranking, passando para o 67º lugar.

O ranking de competitividade é elaborado a partir de pesquisas de opiniões e percepções com 14 mil empresários em 144 países no mundo.

Brasil

O relatório de Competitividade Global destaca que o Brasil aparece agora entre as 50 economias mais competitivas do ranking, e que a melhora de posição acontece “apesar do índice de inflação de quase 7%”.

O estudo afirma que o Brasil melhorou nas suas condições macroeconômicas e tira proveito de ter o sétimo maior mercado interno do mundo.

O país também é elogiado por seu uso cada vez maior de tecnologias da informação e comunicação e no acesso a financiamentos para projetos de investimentos.

No entanto, o Brasil ocupa posições baixas na avaliação de empresários sobre eficiência do governo e confiança em políticos.

“Apesar destes pontos fortes, o país também enfrenta desafios importantes. A confiança em políticos é baixa (121º no ranking específico para o tema), assim como a eficiência do governo (111º), por causa de excesso de regulação governamental (144º) e desperdício em gastos (135º).”

“A qualidade da infraestrutura de transportes continua como um desafio de longo prazo que não foi abordado, e a qualidade da educação não condiz com a necessidade cada vez maior de força de trabalho qualificada.”

Os esforços do Brasil para incentivar micro e pequenas empresas são reconhecidos, mas o país ainda é visto como um dos mais difíceis para novos empreendedores, com percepção de que os impostos são altos demais e provocam distorções na economia.

O relatório diz que algumas percepções dos empresários não refletem necessariamente a realidade brasileira.

Sobre competitividade sustentável, “o desempenho geral relativamente bom do Brasil mascara uma série de preocupações ambientais, como desmatamento da Amazônia, com o país registrando um dos maiores índices de desmatamento do mundo. E apesar de o Brasil demonstrar um desempenho geral razoável na área de sustentabilidade social, a desigualdade enorme do país segue preocupante”.

América Latina

Na América Latina, o Chile, em 33º lugar, manteve a sua liderança mesmo tendo caído duas posições e vários países latino-americanos registram avanços, como o Panamá, que foi do 49º lugar para o 40º, o México, que foi do 58º para o 53º e o Peru, que passou da 67ª para a 61ª colocação.

Nas primeiras posições da tabela, pelo quarto ano consecutivo, a Suíça ocupou o primeiro lugar. E Cingapura permaneceu na segunda colocação. A Finlândia ultrapassou a Suécia, passando a ocupar o terceiro lugar.

O top ten do ranking traz ainda, por ordem, Holanda, Alemanha, Estados Unidos, Grã-Bretanha, Hong Kong e Japão.

Ainda que tenha aumentado sua posição geral, os Estados Unidos seguem em queda, pelo quarto ano consecutivo, tendo perdido duas posições.

Sobre os Estados Unidos, o relatório cita o aumento das vulnerabilidades macroeconômicas e aspectos do ambiente institucional do país como fatores de preocupação na classe empresarial, particularmente a pouca confiança pública nos políticos e uma perceptível falta de eficiência do governo.

Mas o estudo indica ainda que o país permanece sendo uma potência global em termos de inovação e que seus mercados funcionam de forma eficaz.

Ranking da competitividade 2012-2013

1. Suíça (1º no ranking anterior)

2. Cingapura (2)

3. Finlândia (4)

4. Suécia (3)

5. Holanda (7)

6. Alemanha (6)

7. EUA (5)

8. Grã-Bretanha (10)

9. Hong Kong (11)

10. Japão (9)

29. China (26)

48. Brasil (53)

52. África do Sul (50)

59. Índia (56)

67. Rússia (66)

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