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Londres e outras 10 cidades estreiam primeira rede 4G no Reino Unido

| Diversos, Londres, Tecnologia | 2 de novembro de 2012

Londres e outras 10 cidades estrearam nesta terça-feira a primeira rede de telefonia móvel 4G, lançada pela operadora Everything Everywhere (EE), que promete uma velocidade de download cinco vezes superior à atual, embora a preços também mais altos.

EE, a filial britânica do Deutsche Telekom e da France Telecom, recebeu em agosto autorização para utilizar a faixa de 1.800 MHz, na qual já opera, para lançar seu serviço de quarta geração antes do início do processo de licitação oficial de frequências para 4G no Reino Unido.

Além da capital, Birmingham, Cardiff, Edimburgo, Glasglow, Liverpool e Manchester são outras das cidades onde o novo serviço está disponível pela primeira vez, anunciou o primeiro operador britânico de telefonia móvel em um comunicado.

Para o EE, este lançamento marca um “dia histórico” para o Reino Unido porque dará à economia britânica “um impulso oportuno” proporcionando às empresas a possibilidade de aumentar a capacidade de inovação e a produtividade, assim como de reduzir custos, à imagem do ocorrido em outros países que já implantaram esta tecnologia, como Estados Unidos, Japão ou Alemanha.

“Mas este é apenas o começo, já que nossa rede 4G seguirá se tornando mais forte e se estendendo a cada dia”, disse o conselheiro delegado do EE, Olaf Swantee, citado no comunicado.

“Estamos investindo 1,5 bilhão de libras (2,41 bilhões de dólares, 1,86 bilhão de euros) em nossa rede para ser a primeira companhia que oferece 4G móvel no Reino Unido”, acrescentou.

A operadora espera chegar a outras cinco cidades até o Natal, e oferecer cobertura a 98% da população britânica até o fim de 2014.

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Londres mostra os benefícios do Wi-Fi gratuito

| Diversos, Londres, Tecnologia | 6 de setembro de 2012

A Olimpíada de Londres representou não só um incentivo psicológico como uma profusão de redes públicas de Wi-Fi, para o Reino Unido. Nos preparativos para os jogos, as operadoras O2 UK, Virgin Mobile, BT e The Cloud estabeleceram pontos de acesso pelas vias da capital londrina e ofereceram sinais gratuitos de Wi-Fi nas áreas públicas, aeroportos, metrôs e estações de trem.

O serviço gratuito de Wi-Fi está se tornando uma importante ferramenta para que as operadoras mantenham acesso móvel de qualidade durante um período de disparada no tráfego de dados, congestionamentos nas redes de telefonia móvel e, para os viajantes, custos elevados de roaming.

Redes Wi-Fi abertas estão disponíveis em muitas cidades. De acordo com a Informa, uma companhia de pesquisa, o número de pontos de acesso Wi-Fi disponíveis no mundo atingirá os 5,8 milhões em 2015, ante 800mil em 2010. Oito das 10 maiores operadoras mundiais de telefonia móvel estão usando sistemas Wi-Fi para aliviar o congestionamento no tráfego de dados de suas redes.

Em Nova York, há redes Wi-Fi gratuitas em 20 parques, oferecidas pela AT&T e Google, e a Boing, uma fabricante de equipamento para transmissão Wi-Fi, patrocina redes gratuitas em cinco estações de metrô. A prefeitura também tem redes Wi-Fi gratuitas operando em 20 telefones públicos.

Em Paris, há redes Wi-Fi gratuitas em algumas estações de metrô e trem, e em pontos de ônibus, oferecidas por uma companhia chamada Gowex. Em Hong Kong, a operadora de telefonia móvel PCCW opera 10 mil pontos de acesso Wi-Fi, alguns dos quais gratuitos. Em Tóquio, outra operadora, a KDDL, tem 120 mil pontos de acesso.

Em Londres, a corrida para cobrir os espaços públicos do país com redes Wi-Fi públicas atraiu não só operadoras de telefonia móvel como a O2, controlada pela Telefónica, da Espanha, mas também a operadora de telefonia fixa BT, a operadora virtual de telefonia móvel Virgin e o serviço de TV paga BSkyB.

A Virgin estabeleceu pontos de acesso Wi-Fi em 72 plataformas do metrô londrino durante a olimpíada, e planeja ter redes operando em 120 plataformas, praticamente 50% do total, até o final do ano.

O serviço, usado por meio milhão de pessoas durante os jogos, era inicialmente gratuito para todos os usuários. A partir deste mês, está disponível em modo pago para usuários de telefonia móvel.

A Virgin planeja licenciar o uso de sua rede de pontos de acesso em metrô aos seus rivais. Já há negociações em curso, diz Emma Hutchinshon, porta-voz da Virgin Media em Londres.

A Cloud, uma companhia que opera 11 mil pontos de acesso, a maioria gratuitos, no Reino Unido, afirmou que as redes de telefonia móvel de próxima geração não serão capazes de enfrentar a alta no tráfego de dados para celulares. “O que estamos vendo é o crescimento de redes híbridas, que combinam celulares e Wi-Fi”, disse Russell.

A O2 criou redes Wi-Fi em áreas públicas dos bairros londrinos de Westminster, Chelsea e Kensington, os mais povoados do centro da cidade. Os usuários podiam utilizar redes em pontos de alto tráfego como Trafalgar Square, Parliament Square, Leicester Square, Regent Street e Oxford Street. As redes foram instaladas pela Ruckus Wireless, uma fabricante de equipamento para redes de Sunnyvale, Califórnia, que também fornece equipamentos para as redes da KDDL e PCCW, na Ásia.

A O2 obteve licença para operar suas redes Wi-Fi no centro de Londres por sete anos, com opção de renovação por três anos adicionais.

Steven Glapa, diretor de marketing de campo da Ruckus Wireless, disse que as operadoras estavam usando o Wi-Fi como outra forma de se diferenciarem das rivais. “Concorrem para oferecer uma experiência superior ao assinante, com o Wi-Fi como vantagem competitiva”, disse.

A O2 afirmou que o tráfego de dados triplicou em sua rede Wi-Fi londrina, que continua a ser gratuita para todos os usuários. Gavin Franks, diretor executivo de Wi-Fi da Telefónica-UK, disse que acesso Wi-Fi com redes conectadas à Internet via cabo era parte integral do futuro do setor. “Não foi um truque de marketing para a olimpíada”, disse Franks. “É a maneira pela qual vemos a evolução em longo prazo de nossa rede”.

Philip Kendall, analista da Strategy Analytics em Londres, acredita que a instalação de redes Wi-Fi avançará à medida que as rivais concorrem por novos territórios e clientes.

“Isso é parte importante do quebra-cabeças mais amplo de aquisição e retenção de clientes”, disse Kendall. “É uma maneira com bom custo/benefício de expandir as opções e a capacidade dos serviços de dado móveis”.OM Londres o seu Portal em Língua portuguesa em Londres

 

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Londres quer que todas as cidades adotem a tecnologia da TV Digital

| Diversos, Tecnologia | 4 de abril de 2012

A cidade de Londres iniciou nesta quarta-feira  o blecaute da tecnologia analógica para cidadãos que ainda não adotaram a televisão digital, o corte na capital britânica será concluído no dia 18 de abril e estendido até outubro para demais regiões do Reino Unido.

Para os londrinos que ainda não migraram para a televisão digital, o canal inglês BBC Two será cortado nesta quarta-feira.
O plano britânico de substituição da televisão analógica para a digital teve início em 2008. A Comissão Europeia determinou em 2005 um prazo para que a adaptação seja concluída em 31 de dezembro deste ano.

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Titanic reestreia em 3D em Londres

| Cultura, Tecnologia | 28 de março de 2012

Após se transformar há 15 anos em um fenômeno mundial, o filme ‘Titanic’ voltará no dia 6 de abril aos cinemas de todo o mundo em versão 3D, coincidindo com o centenário de afundamento do mítico transatlântico.

A história de amor proibido entre seus protagonistas e a espetacular recriação do célebre acidente marítimo transformaram ‘Titanic’, em 1997, no filme com maior bilheteira de todos os tempos até então.

Seu diretor, James Cameron, quis agora ressuscitar em três dimensões o filme ganhador de 11 Oscar protagonizado por Kate Winslet e Leonardo di Caprio, coincidindo com o centenário do afundamento do R.M.S Titanic, que aconteceu em 15 de abril de 1912.

A reestreia da versão em três dimensões reuniu no impressionante auditório Royal Albert Hall de Londres, com capacidade para 8 mil pessoas, a maior parte da equipe, com exceção de di Caprio, que está rodando um novo projeto.

Centenas de admiradores, a maioria muito jovens, se congregaram ao redor de um gigantesco tapete vermelho decorado com tochas pelo qual desfilou Kate Winslet, a grande estrela da noite, com um vestido negro longo decotado com mangas prateadas de pedraria de Jenny Packham.

A atriz, de 37 anos, reconheceu entre risos que é ‘estranho’ ser vista em três dimensões, especialmente nas cenas em que aparece nua. Mas ela considera ‘uma grande ideia’ que uma geração mais jovem possa ver no cinema o filme que a consagrou.

Em 1997 Winslet era uma atriz promissora, mas bastante desconhecida, que graças a ‘Titanic’ se transformou rapidamente em uma estrela do cinema com seis nomeações aos prêmios Oscar e uma estatueta por ‘O Leitor’.

James Cameron revelou à Agência Efe que faz testes desde 2005 convencido de que ‘Titanic’ deveria ser adaptado a três dimensões, mas tinha que esperar o momento adequado. ‘Não há melhor momento do que quando se completa o centenário do afundamento do Titanic’, explicou.

O diretor foi um dos pioneiros da técnica 3D,, com a qual rodou o documentário ‘Ghosts of the Abyss’ (Fantasmas do Abismo), em 2001. Além disso, o 3D de seu filme ‘Avatar’ o ajudou a superar seu trabalho anterior e a se transformar no filme de maior bilheteira da história do cinema.

A nova versão do filme de mais de três horas de duração utiliza esta nova tecnologia para ressaltar, através da profundidade, principalmente os momentos de maior dramatismo, como quando o gigantesco transatlântico começa seu afundamento, que causou a morte de 1500 pessoas.

No entanto, esta estreia, que pretende voltar a arrastar às salas do cinema os que já viram e os que pela idade nunca puderam desfrutar na grande tela, pode decepcionar, já que não chega ao nível de sofisticação dos filmes rodados originalmente nesse formato.

Mesmo assim, o esforço técnico é impressionante e ‘Titanic’ se trata da maior conversão feita até agora com a manipulação de 295 mil fotogramas, um trabalho de 60 semanas que custou US$ 18 milhões e no qual estiveram envolvidas 300 pessoas.

A estreia coincide com outros atos de comemoração do centenário do afundamento, como a estreia de uma série na televisão britânica de quatro episódios e a inauguração de um parque temático em Belfast (Irlanda do Norte) onde foi construída a emblemática, embora trágica, embarcação.

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Londres pode limitar internet para evitar queda durante Olimpíada

| Cultura, Esporte, Tecnologia | 7 de fevereiro de 2012

Um parecer oficial do governo britânico intitulado “Preparando seu negócio para os Jogos” avisou proprietários de empresas que as responsáveis pelas telecomunicações podem não dar conta da demanda durante a realização da Olimpíada de Londres, entre 27 de julho e 12 de agosto. Por conta disso, há a possibilidade de queda de sinal e mesmo racionamento da internet em momentos específicos.

O jornal The Observer teve acesso ao documento, que diz que os provedores “podem introduzir limites de dados durante horários de pico para tentar espalhar a carga e dar um serviço mais igual a toda base de consumidores”. Assim, as empresas devem incluir em seu planejamento para os próximos meses maneiras de evitar que a sobrecarga cause uma queda no sistema de comunicações.

Uma das medidas incentivas pelo governo britânico é permitir que os empregados de pequenas e médias empresas trabalhem de casa. Além de diminuir a demanda dos provedores, ainda aliviaria o já problemático sistema de transporte público, que deve contar com problemas e atrasos por conta do elevado número de visitantes durante os Jogos Olímpicos de Londres.

 

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Cientistas debatem em Londres nova definição de tempo e GMT pode virar história

| Diversos, Mundo, Tecnologia | 3 de novembro de 2011

Cinquenta cientistas de todo o mundo se reúnem a partir desta quinta-feira a portas fechadas, a noroeste de Londres, convocados pela prestigiosa Royal Society para debater uma nova definição de tempo, que pode fazer o horário GMT constar apenas dos livros de história.

O tema provoca comoção na imprensa britânica. Para o jornal Sunday Times é a “perda do horário GMT, símbolo durante mais de 120 anos do papel de superpotência da Grã-Bretanha vitoriana”.

O Greenwich Mean Time, baseado no primeiro meridiano de Greenwich, se tornou a referência mundial do tempo em uma conferência celebrada em 1884 em Washington.

“Compreendemos que o Reino Unido tenha este sentimento de perda”, declarou Elisa Felicitas Arias, diretora do Departamento de Tempo do Escritório Internacional de Pesos e Medidas, organismo com sede em Sevres, nas proximidades de Paris, responsável por definir o quilo e o metro.

A nova definição propõe a libertação total do tempo “solar”, baseado na rotação da Terra e medido pelos astrônomos há mais de 200 anos a partir do meridiano de Greenwich.

Na realidade, há 40 anos o mundo não é gerenciado pelo horário GMT, que continua sendo a hora oficial da Grã-Bretanha e ainda é utilizado amplamente no mundo como referência.

Uma conferência internacional adotou em 1972 o “Tempo Universal Coordenado” (UTC), calculado em 70 laboratórios do mundo por 400 relógios “atômicos” (batizados assim porque o segundo é definido pelo ritmo de oscilação de um átomo de césio)

O tempo atômico tem a vantagem de ser muito mais preciso, mas difere por frações de segundo do tempo definido pela rotação da Terra.

Atualmente, para guardar a correlação com rotação terrestre, um “segundo intercalado” é acrescentado aproximadamente a cada ano.

E agora os cientistas propõem suprimir este segundo, abandonando com isto a correlação com o horário GMT.

A mudança é necessária em consequência do funcionamento das redes de telecomunicações ou de navegação com a ajuda dos satélites através do GPS.

“Estas redes precisam de uma sincronização do nível do nanosegundo”, explica Arias.

E como alguns sistemas aplicam o “salto” de um segundo e outros não, a interoperabilidade se vê comprometida.

“Começaram a ser criadas escalas de tempo paralelas. Imaginem um mundo com duas ou três definições do quilo”, afirma Arias, alarmada.

Uma recomendação que propõe suprimir o segundo intercalado será submetida em janeiro à votação da União Internacional de Telecomunicações em Genebra.

Se o texto for aprovado, o tempo atômico se afastará progressivamente do tempo solar, ao ritmo de um minuto a cada 60 a 90 anos, e de uma hora a cada 600 anos.

Diante das dúvidas, a conferência da Royal Society, a academia de ciências britânica, pode deixar aberta a possibilidade de ajustes futuros.

“A conferência pode refletir outra maneira de correlacionar o tempo de rotação da Terra”, sugere Arias.

Uma possibilidade é adicionar uma hora a cada 600 anos.

“Depois de tudo, pulamos uma hora como no horário de verão”, argumenta.

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Relógio atômico britânico é o mais preciso do mundo, diz estudo

| Diversos, Tecnologia | 2 de setembro de 2011

Uma pesquisa apontou que o relógio atômico do Laboratório de Física Nacional da Grã-Bretanha é o mais preciso do mundo.^

Segundo a pesquisa, feita por pesquisadores americanos e britânicos, o relógio CsF2 se atrasa ou se adianta em um segundo a cada 138 milhões de anos.

Essa precisão é o dobro da que se estimava, aponta o estudo, que será publicado na revista científica especializada Metrologia.

O CsF2 é um relógio de fonte de césio que usa o movimento em forma de fonte dos átomos de césio para determinar a duração de um segundo.

Os átomos são reunidos em maços de cerca de 100 milhões e direcionados através de uma cavidade onde são expostos a ondas eletromagnéticas.

Estas ondas estimulam o átomo para que oscile de forma regular. O Sistema Internacional de Unidades (SI) considera que 9.192.631.770 ciclos de radiação equivalem a um segundo.

Frequência padrão

O Laboratório de Física Nacional britânico é um dos poucos no mundo a prover a chamada frequência padrão para o tempo internacional.

A mediação é feita pelo Escritório Internacional de Pesos e Medidas (BIPM, na sigla em francês), nos arredores de Paris, alimentado por uma rede de mais de 300 relógios em todo o mundo.

Os dados são recebidos via satélite e sua média é calculada pelo BIPM usando os dados de dois laboratórios na França e um nos EUA, Alemanha, Japão e Grã-Bretanha, entre os quais o de Física Nacional britânico.

Eventualmente, um segundo pode ser adicionado ou subtraído para corrigir qualquer discrepância.

 

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Software de reconhecimento facial ajuda polícia britânica

| Diversos, Tecnologia | 16 de agosto de 2011

Sistemas de reconhecimento facial que foram desenvolvidos para serem utilizados na a segurança das Olimpíadas de Londres em 2012 entraram em evidência antecipadamente por conta dos tumultos recentes na Inglaterra. De acordo com agentes de segurança britânicos, a identificação dos suspeitos de participarem em saques e ações violentas no país está sendo feita com a ajuda de novos softwares adquiridos pela Scotland Yard.

Com a ajuda de computadores, a polícia metropolitana de Londres compara imagens de câmeras de segurança e fotografias feitas durante os protestos a imagens arquivadas em fichas criminais.

“Diversas ferramentas estão sendo utilizadas, e o sistema de reconhecimento facial é apenas uma destas ferramentas”, afirmou à Associated Press um agente de segurança, em condição de anonimato.

De acordo com o agente, há dois entraves ao uso do sistema: “é preciso ter uma imagem clara do suspeito em ação, e ainda assim isso só será útil se tivermos algo para comparar. Em outras palavras, se o suspeito já tiver uma ficha criminal.”

 

 

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