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Jornalista brasileiro é indicado ao Air Europa Latin UK Awards

OM | Brasil, Cultura, Diversos, Entretenimento, Europa | 1 de fevereiro de 2013

Foto: Simone Bello

O jornalista brasileiro radicado em Londres, Márcio Delgado, é um dos finalistas do Air Europa Latin UK Awards – o Lukas – prêmio que reconhece o trabalho de artistas, empresas e profissionais Latinos no exterior. O profissional concorre na categoria  ‘Personalidades’ pelo trabalho realizado na capital inglesa desde 2004.
A indicação do jornalista, natural do Rio de Janeiro, é o resultado de vários anos trabalhando em Londres na cobertura de eventos na área de entretenimento como semana de Moda de Londres, Jogos Olímpicos, premiéres de filmes e notícias do cenário musical para publicações locais e do exterior.

Paralelo ao trabalho jornalístico, Márcio Delgado também criou projetos que contribuíram para a comunição entre a comunidade latina do Reino Unido e o seu projeto ‘ Pocket London’, um guia para imigrantes que escolheram a capital inglesa como residência fixa lançado em 2009 já foi traduzido para o Inglês, o espanhól e Polonês.

Em 2010, o curta-metragem ‘We get used to …’ dirigido pelo jornalista brasileiro, foi selecionado para fazer parte da programação oficial do tradicional Portobello Film Festival.

No ano seguinte, o profissional multimídia esteve a frente do programa ‘Latin Hits’ no canal 203 da Sky, no Reino Unido, e em 2012 fez a cobertura das olimpíadas de Londres para TV e mídia impressa.

Antes de fixar residência em Londres, Márcio Delgado teve passagens bem sucedidas em Rádio, TV e veículos impressos no Brasil, onde iniciou a carreira em 1997, aos 16 anos, na afiliada da TV Cultura no Rio Grande do Norte, tenho passado ainda pelas afiliadas Band e SBT.

Como votar:

No site www.thelukas.co.uk escolha a opção ‘Community’ e depois basta clicar em ‘Personality of the year’ e votar. É preciso um e-mail para confirmar o voto.

O prazo de votação termina no dia 17 de fevereiro de 2013.

Para quem quiser saber mais, basta visitar o site do evento: www.thelukas.co.uk ou www.marciodelgado.com

 

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WTM Londres abre com olhos voltados para o Brasil

OM | Brasil, Diversos, Economia, Londres | 7 de novembro de 2012

Cerimônia de abertura da World Travel Market (WTM), que começou ontem e segue até a quinta-feira, dia 8, em Londres. Liderado por Fiona Jeffery, chairman da WTM, e com uma bem-humorada palestra de Barry Gibbons, ex-CEO e chairman do Burger King, o evento teve o tom voltado para a economia, tocando em pontos chaves como a crise do Euro, a recessão na Europa e no próprio Reino Unido.

Em contraste, sempre, o forte crescimento do Brasil, que esteve mais na vitrine do que a própria China quando o tema era o poder de seu mercado e de seus viajantes. Quem frequentemente citou o Brasil em sua fala, pelo tamanho de seu mercado, o número de turistas brasileiros na Inglaterra e pela delegação na WTM, foi Stephen Sackur, jornalista da BBC de Londres, que apresentou a cerimônia pelo sexto ano consecutivo.

Mas o tom esteve otimista mesmo quando o tema era o momento delicado da economia europeia. “Pois é justamente em épocas difíceis como essas que eventos como a WTM, voltados para os negócios, se tornam ainda mais estratégicos”, disse Fiona, lembrando que o número de viagens no mundo no primeiro semestre de 2012 cresceu 5% em relação ao mesmo período de 2011, de acordo com a Organização Mundial do Turismo (OMT).
Quem também esteve no centro das atenções foi a Olimpíada de Londres 2012, que colocou a cidade e o Reino Unido na vitrine para o planeta, ainda que não tenha trazido resultados tão imediatos para a atividade turística. A indústria hoteleira, por exemplo, tem afirmado que a ocupação durante o megaevento esportivo foi menor do que costuma ser no mesmo período do ano na capital inglesa. “Mas ganharemos todos no médio e longo prazo”, disse Stephen Sackur. Fica a reflexão para o Rio e o Brasil.OM Londres o seu Portal em Língua portuguesa em Londres

 

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O brasileiro Luciano Candisani é premiado em Londres

OM | Brasil, Cultura, Diversos | 23 de outubro de 2012

O fotógrafo brasileiro Luciano Candisani acaba de receber o principal prêmio internacional para a fotografia de natureza, o Wildlife Photographer of the Year, um dos mais prestigiados do mundo. Candisani conquistou o primeiro lugar na categoria com uma das imagens de seu novo livro sobre o Pantanal, que será lançado no início de 2013. A cerimônia de premiação ocorreu nesta quarta-feira, no Museu de história Natural de Londres. A viagem para a capital inglesa é parte da premiação e o fotógrafo brasileiro fica mais quatro dias na cidade a convite da BBC, para ministrar palestras e projeções sobre o seu trabalho.

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Corintiano vai a Londres espionar o jogos do Chelsea

OM | Brasil, Diversos, Esporte, Londres | 23 de outubro de 2012

O Corinthians teve um “espião” em Londres neste final de semana para assistir aquele que é seu principal candidato a rival na decisão do Mundial de Clubes da Fifa deste ano. O auxiliar técnico Geraldo Delamore foi ao Reino Unido acompanhar o Chelsea ao vivo, e retorna ao Brasil para passar instruções sobre os ingleses a Tite.

Geraldo tirou uns dias de folga e viajou à capital inglesa para passear, mas aproveitou a deixa para ir acompanhar a uma partida do Chelsea, que jogaria em Londres o clássico local contra o Tottenham. E não deve ter gostado do que viu, já que o atual campeão da Liga dos Campeões da Europa venceu por 4 a 2, fora de casa, em White Hart Lane.

No duelo, o Chelsea abriu o placar ainda no início com Gary Cahill, mas viu o Tottenham empatar e virar na etapa complementar. Contudo, o time visitante conseguiu a virada posteriormente, com dois gols de Juan Mata e um de Daniel Sturridge, decretando números finais ao clássico que terminou com triunfo do clube de Stamford Bridge.

Os brasileiros David Luiz, Ramires e Oscar atuaram no embate desde o início pelo lado do possível rival corintiano, e foram “espionados” de perto por Geraldo Delamore. O Chelsea lidera o Campeonato Inglês com 22 pontos, ainda invicto, com sete vitórias e um empate em oito confrontos disputados. O Corinthians, por sua vez, volta a campo pelo Brasileiro no sábado, contra o Vasco.

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Cinema brasileiro é destaque no Festival de Cinema de Londres

OM | Brasil, Cultura, Diversos, Londres | 17 de outubro de 2012

O cinema brasileiro está muito bem representado em Londres. Além do filme do pernambucano Kleber Mendonça Filho – que faz sua grande estréia nas telas inglesas nesta quarta-feira ainda tem a produção de Zezé Gamboa “O Geande Kilapy”, com o ator Lázaro Ramos.

“O grande Kilapy” uma coprodução entre Brasil, Portugal e Angola – é baseado em fatos reais, e conta a história de Joãozinho, um bom malandro angolano que burlou o Estado português durante o período colonial.

Já “O Som ao Redor” é uma crônica brasileira que aborda história, violência e barulho ao retratar a vida em uma rua de classe-média na zona sul de Recife.

“É um filme sobre gente vivendo a vida, um drama, prefiro não colocar tantos objetivos”, disse Kleber sobre o filme que tem previsão para estrear no Brasil dia 4 de janeiro de 2013.

O longa, já descrito por alguns críticos como “um verdadeiro papa-prêmios” venceu o troféu Redentor de melhor filme no Festival do Rio. O longa já foi premiado nos festival de Roterdã e no de Gramado por melhor filme na escolha do júri popular, melhor diretor, melhor desenho de som e prêmio da crítica.

A 56ª edição do Festival de Cinema de Londres começou na quarta-feira passada (10) com a animação Frankenweenie, de Tim Burton, e encerra no dia 21 de outubro.

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Brasileiras vendem óvulos e barrigas de aluguel a estrangeiros na internet

OM | Brasil, Europa, Saúde | 11 de setembro de 2012

Barrie e Tony Drewitt-Barlow e seus filhos: 'nova família' com ajuda de doadora de óvulos brasileira

A compra e a venda de óvulos e sêmen e a prática de barriga de aluguel remunerada são ilegais no Brasil, mas isso não tem impedido que as brasileiras participem deste mercado que está em crescimento no mundo.

Muitas brasileiras têm oferecido seus serviços em sites internacionais e se dizem dispostas a viajar para países em que a prática é permitida, e algumas já moram no exterior.

Para se ter uma ideia de como funciona o movimentado – e polêmico – mercado internacional de barrigas de aluguel e doação de óvulos, basta visitar o site surrogatefinder.com (na tradução livre algo como “buscador de barriga de aluguel”) e dar uma espiada nos perfis das centenas de mulheres, entre elas dezenas de brasileiras, que oferecem seus serviços por ali.

O site é uma mistura de Facebook com a página de compra e vendas Ebay. Mulheres com idades que variam de 20 a 45 anos montam seus perfis e colocam fotos de si mesmas, dos filhos e da família. O objetivo da apresentação, porém, obviamente não é fazer amigos, mas dar aos casais ou solteiros interessados nos serviços oferecidos ali uma amostra de seu fenótipo, perfil genético e, dependendo do caso, capacidade de gestação.

Algumas se oferecem para doar óvulos para mulheres inférteis ou casais homossexuais que querem realizar o sonho de ter um filho – prática que pode lhes render de US$ 8 mil (R$ 16,4 mil) a US$ 50 mil (R$ 102 mil). Outras estão dispostas a carregar bebês de outras mulheres – serviço pelo qual pode-se ganhar até US$ 100 mil nos EUA (R$ 204 mil).

Uma estudante brasileira da Universidade de Edimburgo, por exemplo, se diz disposta a doar óvulos para pagar o curso de pós-graduação que começará em setembro. Uma professora de inglês de Santa Catarina diz que precisa do dinheiro da doação para ajudar a sustentar a filha. E uma estudante de psicologia do Espírito Santo se oferece para carregar o filho de outra mulher porque o marido ficou desempregado.

Todas mencionam também uma razão altruísta para a oferta: a vontade de ajudar casais com problemas de fertilidade a realizar o sonho de ter filhos.

O mercado de gametas e barrigas de aluguel vem crescendo nos últimos anos em diversos países, impulsionado, do lado da demanda, por tendências sociais e demográficas – como o fenômeno da maternidade tardia e a oficialização de uniões civis homossexuais. Do lado da oferta, pelo desenvolvimento de novas técnicas de reprodução assistida.

Exemplo

O casal britânico formado pelos empresários milionários Barrie and Tony Drewitt-Barlow e seus cinco filhos são exemplo da “nova família” que essas novas tecnologias viabilizaram.

Em 1999, os dois viajaram para a Califórnia, onde a prática de barriga de aluguel e doação de óvulos remunerada é permitida e voltaram para casa, na Grã-Bretanha, com os gêmeos Saffron e Aspen. Depois disso, tiveram mais três filhos. E agora pensam em ter uma segunda menina (nos EUA é permitido escolher o sexo do bebê).

Barrie e Tony também têm uma clínica que ajuda outros casais a terem bebês com óvulos de estrangeiras e serviços de barriga de aluguel contratados no exterior – o British Surrogacy Centre.

Em entrevista à BBC Brasil, Barrie contou que as brasileiras são muito procuradas para as doações de gametas por terem “fama de bonitas” e porque, entre elas, é fácil encontrar um perfil procurado por casais inter-raciais estrangeiros. Por isso, segundo o empresário, sua agência teria “olheiros” que buscam doadoras no Brasil.

“Foi uma brasileira que doou o óvulo para que eu pudesse ter dois de meus filhos – o segundo casal de gêmeos”, conta Barrie. “Nos últimos 12 meses, ajudamos 63 casais a terem filhos. Desses, 15 usaram doadoras brasileiras.”

Para Artur Dzik, presidente da Sociedade Brasileira de Reprodução Humana, porém, a prática é preocupante. “Um esquema em que as brasileiras são aliciadas para prestar esse serviço em outros países poderia estar explorando a miséria e a necessidade dessas mulheres”, acredita.

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Brasil foi única economia dos Brics a avançar em ranking de competividade

OM | Brasil, Economia | 10 de setembro de 2012

O Brasil foi a única economia do chamado bloco dos Brics (formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) que cresceu no Relatório de Competitividade Global 2012-2013, elaborado pelo Fórum Econômico Mundial.

O país teve um aumento de cinco posições em relação ao ano anterior, passando para a 48ª colocação e ultrapassou a África do Sul, assumindo a segunda posição entre os Brics. Em 2011, o Brasil também já havia subido no ranking na mesma proporção em relação a 2010, passando da 58ª para a 53ª colocação.

Apesar de ter caído três posições na classificação geral, a China, que ocupa a 29ª colocação, ainda lidera o grupo. Os demais países do grupo também registraram quedas em relação ao ano passado.

A Índia caiu três posições passando para 59ª colocação, a África do Sul passou da 50ª para a 52ª colocação e a Rússia desceu uma posição no ranking, passando para o 67º lugar.

O ranking de competitividade é elaborado a partir de pesquisas de opiniões e percepções com 14 mil empresários em 144 países no mundo.

Brasil

O relatório de Competitividade Global destaca que o Brasil aparece agora entre as 50 economias mais competitivas do ranking, e que a melhora de posição acontece “apesar do índice de inflação de quase 7%”.

O estudo afirma que o Brasil melhorou nas suas condições macroeconômicas e tira proveito de ter o sétimo maior mercado interno do mundo.

O país também é elogiado por seu uso cada vez maior de tecnologias da informação e comunicação e no acesso a financiamentos para projetos de investimentos.

No entanto, o Brasil ocupa posições baixas na avaliação de empresários sobre eficiência do governo e confiança em políticos.

“Apesar destes pontos fortes, o país também enfrenta desafios importantes. A confiança em políticos é baixa (121º no ranking específico para o tema), assim como a eficiência do governo (111º), por causa de excesso de regulação governamental (144º) e desperdício em gastos (135º).”

“A qualidade da infraestrutura de transportes continua como um desafio de longo prazo que não foi abordado, e a qualidade da educação não condiz com a necessidade cada vez maior de força de trabalho qualificada.”

Os esforços do Brasil para incentivar micro e pequenas empresas são reconhecidos, mas o país ainda é visto como um dos mais difíceis para novos empreendedores, com percepção de que os impostos são altos demais e provocam distorções na economia.

O relatório diz que algumas percepções dos empresários não refletem necessariamente a realidade brasileira.

Sobre competitividade sustentável, “o desempenho geral relativamente bom do Brasil mascara uma série de preocupações ambientais, como desmatamento da Amazônia, com o país registrando um dos maiores índices de desmatamento do mundo. E apesar de o Brasil demonstrar um desempenho geral razoável na área de sustentabilidade social, a desigualdade enorme do país segue preocupante”.

América Latina

Na América Latina, o Chile, em 33º lugar, manteve a sua liderança mesmo tendo caído duas posições e vários países latino-americanos registram avanços, como o Panamá, que foi do 49º lugar para o 40º, o México, que foi do 58º para o 53º e o Peru, que passou da 67ª para a 61ª colocação.

Nas primeiras posições da tabela, pelo quarto ano consecutivo, a Suíça ocupou o primeiro lugar. E Cingapura permaneceu na segunda colocação. A Finlândia ultrapassou a Suécia, passando a ocupar o terceiro lugar.

O top ten do ranking traz ainda, por ordem, Holanda, Alemanha, Estados Unidos, Grã-Bretanha, Hong Kong e Japão.

Ainda que tenha aumentado sua posição geral, os Estados Unidos seguem em queda, pelo quarto ano consecutivo, tendo perdido duas posições.

Sobre os Estados Unidos, o relatório cita o aumento das vulnerabilidades macroeconômicas e aspectos do ambiente institucional do país como fatores de preocupação na classe empresarial, particularmente a pouca confiança pública nos políticos e uma perceptível falta de eficiência do governo.

Mas o estudo indica ainda que o país permanece sendo uma potência global em termos de inovação e que seus mercados funcionam de forma eficaz.

Ranking da competitividade 2012-2013

1. Suíça (1º no ranking anterior)

2. Cingapura (2)

3. Finlândia (4)

4. Suécia (3)

5. Holanda (7)

6. Alemanha (6)

7. EUA (5)

8. Grã-Bretanha (10)

9. Hong Kong (11)

10. Japão (9)

29. China (26)

48. Brasil (53)

52. África do Sul (50)

59. Índia (56)

67. Rússia (66)

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Diretor brasileiro leva ‘dança inclusiva’ ao encerramento da Paraolimpíada

OM | Brasil, Cultura, Londres | 7 de setembro de 2012


Uma das atrações da cerimônia de encerramento dos Jogos Paraolímpicos de Londres, em 9 de setembro, será realizada pela Candoco, companhia de dança londrina que, sob a direção do brasileiro Pedro Machado, apresenta coreografias mesclando dançarinos com e sem deficiência.

A companhia prepara uma apresentação com 12 dançarinos para a cerimônia de encerramento. Um deles é Kimberly Harvey, britânica de 25 anos que, cadeirante, entrou no grupo juvenil da Candoco em 2001. Hoje é dançarina free-lancer e professora de dança.

A Candoco – abreviação de “Can Do Company” – foi criada há 20 anos, segundo Machado, com a ideia de “produzir uma mudança cultural” na forma como os espectadores e artistas encaram a arte e a deficiência.

A companhia ensaia ao lado de um centro de atividades para deficientes no norte de Londres. Há vinte anos, conta Machado, “percebeu-se que o centro só oferecia atividades competitivas (como basquete e natação) e segregadas (específicas para deficientes ou não). Decidiu-se criar oficinas de dança para oferecer uma atividade integrada e criativa.”

Machado diz que “a dança está hoje mais democrática”.

“Vemos mais tipos de corpos dançando. Acho que a maioria das pessoas gosta de ver corpos diferentes no palco. Com isso, conseguimos um trabalho mais criativo, com uma estética considerada nova”, explica o diretor.OM Londres o seu Portal em Língua portuguesa em Londres

 

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